Poemas sobre o Verão
Ahh! Foi chuva de verão
Fez uma tempestade
Bagunçou tudo quando
Passou por aqui
E deixou uma baita marca
Pra depois sair por ai
Espalhando ao leú
Que nada foi tão bom
Que o chá da tarde
Foi todo desperdiçado
Que teu riso era falso
E que aquelas tuas
Carícias nunca foram
Dadas com amor
Ahh! Mas só eu
Que vibrei contigo
Sei muito bem
Que se arrependimento
Te matasse
Tu estarias bem vivo
Encontros e desencontros de verão.
Existem pessoas encantadoras que gostaríamos
de ter encotrado pelo mundo afora, pela vida adentro,
e ter sentido seu perfume, e ter sentido seu calor, e ter
sentido seu abraço...Mas nos desencontramos.
A Dona Agueda Byondo Marchioli é uma dessas pessoas.
Desencontramo-nos!
Puxa! Que pena.
Gostaria de tê-la encontrado
Mas, por essas surpresas da vida, nos desencontramos...
Nosso tempo estava contado errado
Nosso relógio estava em horário de verão
E nos desencontramos...
Foi por pouco, muito pouco
Tudo estava preparado, mas nos desencontramos
Mas encontrei, à minha espera, as flores
Aquelas flores perfumadas, encantadoras
Que ficaram reservadas para mim
Em um vaso todo especial
Delicadamente arranjadas e muito bem distribuídas
E tenho me deliciado com seu perfume
E tenho me esbaldado com sua graça
E tenho dançado a dança das flores...
Obrigado!
Não nos encontramos
Mas encontrei seus frutos
E encontrei-me com as belas sementes
Que nos dizem, a todos nós, de sua passagem por aqui
Preservarão tão encantadora presença
Nos dirão do encanto que trouxe ao nosso coração
Não a encontrei!
Mas a cada dia, a cada semana, a cada mês
A cada nascer de um novo dia
A cada raiar de aurora
Encontro-me om as flores perfumadas que deixou para mim
E me delicio com seu perfume...
A cada novo dia, e em todos os dias de minha existência
Desencontramo-nos, que pena!
Mas vive e convive comigo
Bem guardadinha em meu coração.
Afinal, a vida é assim, não é mesmo?
São os encontros e desencontros de verão.
........
AMOR DE VERÃO
O verão chegou trazendo o sol,
Beijando as brancas areias do mar,
A espuma das ondas em caracol,
Formava brisas frescas no ar.
Éramos dois enamorados,
Flutuávamos sobre a areia,
E eu todo apaixonado,
Como o mar em maré cheia.
Com doces beijos te amava,
Tuas rosadas faces eu beijava,
Que a brisa do mar molhava,
E que a luz do sol bronzeava.
Eu era teu condutor,
Levavas-te pelas mãos,
Era um belo sonho de amor,
Éramos nós dois, o nosso primeiro verão.
Nem via o tempo, parecia um faz de contas;
Tu eras a minha sereia,
Eu te beijava nas ondas,
E as ondas beijavam a areia,
A maré mansa subindo,
E o sol como um menino
No horizonte sumindo,
Para a lua dar lugar,
Para quando chegar à noite,
A areia branca beijar.
Não cansei de te amar,
Era o mais feliz dos homens,
E na areia branca do mar,
Deixei gravado o teu nome.
Serei o sopro de vento em seu rosto em um dia de verão, a mão que te segura para não cair ao chão, o ombro para apoiar e não se machucar.
Serei aquele para te ouvir e te apoiar, um amigo um amante para todos os instantes.
Serei seus olhos e ouvidos quando for preciso, serei terra, serei mar, serei tudo que precisar.
Só te peço uma coisa, vamos sempre nos amar!
Sergio Fornasari
não preciso
nos dias de verão
o céu era azul brilhante
eu e você estavamos juntos
indo adiante
mas vi você partir de repente
vi você me deixar só
vi meu corpo derreter
vi ele virar pó
quando tentei te esquecer
vi que eu pensava muito em você
e a cada dia, eu sabia
que nunca te deixaria, que você nunca me deixaria
porque de uma certa forma
você ainda está comigo
está dentro do meu coração
e isso é um castigo
parabéns, você conseguiu
destruiu meu coração
e não me disse nada
nem pediu perdão
mas não se preucupe
pode ir embora
não irei mplorar pra você ficar
mas você tem que ir agora
CHEGANDO O VERÃO
Mas não venha tão calorento
Venha com chuvas brandas
Com bons entretenimentos
E brisas que os dias abranda...
mel - ((*_*))
Amor
O meu ser procura-te delirantemente
Nas frias noites de inverno, nos dias
Quentes de verão, nas tardes de primavera
Sem ti não vivo, mas isso tu já sabes.
As cores vibrantes se vão ao final do verão
As áridas noites de outono secam as
lagrimas da linda cerejeira, e restam apenas folhas secas.
Mês a mês, aguarda, silente, sem cores, sem vida.
Assim também é a vida da senhora frígida,
que há muito não ama ninguém,
e esquece-se das tardes lindas que um dia teve,
e aguarda, silente, sem amor, sem vida.
O jovem virtuoso descontente com o presente,
prende-se no futuro, passa a vida desbravando o novo,
mas enfim, ficará velho, frágil, solitário, e perderá o tempo, aguardando, silente, desesperançoso, sem vida.
Não se sabe ao certo o que aguardar, mas aguardamos diariamente, até que tudo se vai como se nunca tivesse havido, e perdemos o tempo de viver, amar, gostar, perdemos o motivo de existir.
Assim é a condição humana...
E o sol já está quente
sugando a energia da gente.
Nem começou o verão...
vem muito mais calorão
nos meses subsequentes...
Bom dia meus amigos, junto a abraços acalorados!!!
mel - ((*_*))
Sou um pouco retrógrada.
Não adoto o horário de verão, acho sem noção;
Não curto coisas de política, sofro de "despoliticagem" crônica;
Não sofro pelo que já se foi, o que vem pela frente é o que importa;
Não tenho saudade de quem não se importa comigo, quem gosta de mim sou eu mesma;
Não como e não bebo o que não gosto, tenho escolhas;
Não guardo rancor de ninguém, pois tudo tem troco.
Sou eu mesma, para o que der e vier.
CANTO DE VERÃO
Canta coração, canta para mim!
Que meus olhos já o viram por aqui,
Que sonho com sua risada, que passo por sua casa,
Que vou porque quer ser feliz.
Canta coração, canta para mim!
Que o amor de meus amores esta por vir;
Que guardo em cada carta, que escrevo com as palavras para ti,
Que semeias em cada beijo que lhe dou;
Sopra vento, o tempo, traz você para mim!
E com o tempo eu penso agarrar as tuas mãos
E com a chuva consolo tua ausência pelos anos,
E com o tempo eu sei que algum dia,
Morrerei por voltar.
Te falo cantando,
Te digo de frente,
Que voltarás comigo,
Voltarás porque não queres ficar sem canto
Sopra vento, o tempo, traz você para mim!
Que sem meus beijos não podes começar uma manhã,
Que cheguei em tua vida e me apossei de tua mente.
Canta coração, canta para mim!
Que na vida estava escrito que você e eu,
Éramos outubro e janeiro
Uma gota no deserto,
Que íamos estar tão juntos como a lua e o sol.
De janeiro a janeiro;
Te falo cantando,
Te digo de frente,
Te beijo profundo,
Te amo baixinho,
Te sinto no ar,
Sopra vento, o tempo e traz você para ouvir meu canto!
_______ Norma Baker
MINHAS ROSAS DE VERÃO.
Faço como canção,
Faço em versos e em prosas,
Tenho imensa paixão,
Por belas flores e rosas!
São flores, são lindas,
São perfumes e cores,
Que à Natureza dão vida,
E nos enchem a alma de esperanças e amores!
Márcio Souza. 10/12/15
Caminhar...
Naquela tarde quente de Verão, sentiu o corpo cheio de cansaços pelas noites perdidas em palavras que ficaram por dizer.
Não pensou em nada de concreto enquanto desceu pela encosta agreste e íngreme.
Algumas ervas e silvas rodearam-lhe os sapatos já retocados pela terra.
Sentiu mais forte o calor sobre o rosto mas continuou a caminhar lentamente...
Aos outros somos verão.
A nós somos um ano sem estação.
Aos outros somos a flor.
A nós somos aquela rosa que se despetalou.
Aos outros somos o sol ao amanhecer.
A nós somos uma vela a padecer.
Aos outros somos a imensidão do mar.
A nós somos o barco a naufragar.
Aos outros somos o riso enlouquecido.
A nós somos um palhaço esquecido.
Aos outros somos um beijo.
A nós somos apenas desejo.
Aos outros somos o céu e a lua.
A nós somos um mendigo no frio da triste rua.
Aos outros somos um bom livro vivido.
A nós somos apenas um bilhete perdido.
Aos outros somos tesouro valioso.
A nós somos uma pedra sem valor virtuoso.
Aos outros somos a porta aberta do amor.
A nós somos a trinca que prendeu-se em desamor.
Aos outros somos nós.
A nós somos a sós.
Antigo verão - À Luciléia Gilles – 27/01/2014.
Pensei descansar e para isso, nada melhor do que ouvir as ondas do mar, a sensação é de um deleite garantido. Então, resolvi ir ao litoral do estado, claro que não na época de alta temporada, até por que provavelmente voltaria mais cansada.
Sei que para muitos é uma questão de gosto, mas não estou aqui para discutir sobre isso, meu propósito hoje é lhe convidar para um passeio pelas areias brancas do litoral, lhe convidar a sentir a água gelada do mar pela manhã, a observar as marcas deixadas pelos nossos pés na areia molhada pelas ondas do mar.
Ao chegarmos à praia o que sentimos, o sol... Ainda fresco, posso ver em seus olhos o quanto são valiosas nossas caminhadas matinais. E é esse olhar que faz de você uma pessoa tão especial, de uma beleza interior inigualável.
Caminhávamos descalças, os pés tocando o solo e descarregando todas as energias negativas do cotidiano. Ah... Como era bom sentir a areia. Começamos a analisar quantas conchinhas havia naquela orla, eram inúmeras e de variados tamanhos. Avistamos também um grupo de idosos se exercitando na areia, seguravam o bastão e viravam para esquerda e para direita num movimento contínuo, de um lado a outro sempre segurando com as duas mãos.
Começamos a discutir sobre as conchinhas e sobre as borbulhas deixadas na orla após a espuma que o mar deixara para areia absorver. Algumas dessas conchinhas pensei em recolher e até pude levá-las comigo. Na verdade, elas representavam uma lembrança boa, nossas caminhadas, a brisa fresca da manhã, as ondas beijando nossos pés, enfim a gratidão por mais um verão.
Fica a Dica:
Há brancos que dizem não gostar de pretos. Mas sabem que no verão as meninas adoram a camisa aberta no peito a mostrar bronze.
Há pretas que não gostam de brancas, mas não deixam de comprar cabelo liso vindo da Índia porque detestam carapinha.
Há pessoas que não gostam de ciganos. Mas adoram acampar. E gostavam de acampar o ano todo.
E quando levam os filhos ao circo não se importam de pagar 5 euros por uma volta de burro.
Não quero saber quem pintou o
céu de azul, eu quero é o resto
da tinta! .... no verão conheci
uma mulher no inverno me casei,
ate hoje vivo com prima a vera.
Era uma belíssima tarde de verão, quando o som do tiro saiu do porão e finalmente chegou aos ouvidos sentados no quintal. Mamãe perdera a vontade de viver desde então. A babá fora demitida, pois não havia mais como paga-lá por seus serviços.
E a criança aprendera a tomar banho sozinha.
Mamãe passou a beijar um cigarro atrás do outro e logo mais fizera o mesmo como os copos. Ela amou. E por amar em demasiado jogou-se nos braços carinhosos da morte, como poucos têm coragem para fazê-lo. Já era tarde demais. Com mamãe tudo acontecera com muita calma e longos anos se passaram até o segundo gatilho ser puxado.
- Já tinha aprendido a tomar banho sozinha.
