Poemas sobre o Verão
Sexta de verão.
Sexta de verão, a tal garota estava com algo tachado em seu coração.
Não era amor, nem ódio, nem tristeza e tão pouco felicidade. Era algo quente e reconfortante.
Seus dias haviam sido tranquilos, estresses emocionais não haviam dominado tudo aquilo de bom que nela tinha.
Seu histórico de amigos diminuía a cada dia.. "Havia algum problema que nela permanecia?"
Tão reconfortante quanto o sol e a brisa que se juntam pela manhã. Ela não sentia dor.
Nunca pensara em alguém machucar, por isso sempre que podia ajudava sem em seu coração guardar mágoa ou maldade.
Pensava em quantas vezes magoara seus pais, decepções nunca foram tão claras em sua cabeça. Malditas palavras ditas.
Porque erramos? Quem nos garante que seremos perdoados?
Não me sinto culpada, sinto saudade e vazio, tudo menos aquele pingo de maldade.
Dizem sempre que tudo que é seu voa de volta para você. Será que isto funciona também com os orgulhosos? Acho que preciso controlar mais este ódio.
Não sei mais até onde este caminho me levará.. Não sei mais quantas pessoas vou aguentar dizer adeus ou magoar.
Esperando como sempre a garota estava a continuar.
Soneto da Sedução
Um raio dourado!
Um sonho de verão...
Um desejo que brota acoplado.
Em meu coração!
Um raio de luz.
Perfume no ar...
Que me anima e me seduz.
Emoção que me faz voar!
Luz do amanhecer...
Me acorda feliz para você.
Sou poesia e verso.
Palavras soltas...
Rimas alternadas e envoltas.
Nesse amor que me entrego.
Porque as pessoas acreditam
Que vão ficar longe do verão
Mas você e eu, nós vivemos e morremos
O mundo ainda está girando
Não sabemos porque
Por que, por que, por que?
Desencontros
Nesta noite enluarada de verão,
Vejo estrelas brilharem nesta imensidão;
Vejo nuvens a passar,
E uma estrela lá de longe está a me iluminar.
Sinto a brisa em meu rosto,
Um breve arrepio em minha pele,
Como se fosse tu a me tocar,
Como suas mãos a me acariciar.
Na calada desta noite,
Deitada neste pampa,
Sinto como se tudo passasse
Em um romper de instante.
No romper da aurora
Sinto-te mais presente,
O sol que me aquece
É o mesmo que está a te iluminar
Onde quer que esteja,
Sei que vamos nos encontrar.
Desencontros sempre surgirão,
Como a lua e o sol,
Sei que eclipses irão acontecer
Para deixar este nosso amor enfim renascer.
LIBÉLULA
O amor pode ser um suave
voo de borboletas num verão.
Mas a paixão, é como um
desatinado voo de
uma libélula na solidão.
Que, fascinada pela luz de uma
lâmpada, debate-se até cair
morta no chão.
No cair da tarde
A terra quente
Se esfria lentamente
Noites de verão
Que preguiçosamente vem
O negro tomando conta
Do imenso vermelhão
Um gostoso silêncio
Repousa no meu sertão
Mas que não pode emudecer
Meu pobre coração
Que anseia e deseja
Muito te ver.
É de madrugada quente de verão...
Dorme a cidade, a vila, a aldeia
Dormem os lobos e o homem
Dormem as flores do meu jardim
Dormem as aves em cima da arvores
Dormem os peixes no fundo do mar
Dorme a minha alma cansada de dor
Dorme o meu coração protegido e quieto.!!
Passeia-nos....
pelas noites azuis do verão
Iremos por atalhos sob a lua e as estrelas..
Pelos campos de trigo ou centeio....
Sentiremos nos pés o frescor e deixarei-nos ..
o vento levar-nos
Não pensaremos ou falaremos ...
Mas na nossa alma sentiremos um amor soberano
Pela mãe natureza e felizes...
por estarmos juntos meu amor.!!
Desejo ...
Os dias de verão e de primavera
Que espera com a nova era
Do ser que não era
Mas um ser, que rejuvelhece
e nem parece
A era que era que não pode viver
em um dia escrito por outros
Desejo sem desejo
Mas esperança de uma vida sem dores!
As ruas largas, folhas nas calçadas
Um vento forte de verão.
Um rosto lindo quase tão perfeito,
Mas nunca se compara à solidão.
Você passa e não me vê,
As folhas caem, cadê você?
Você jurou sempre me encontrar,
Você falou que estaria lá.
Ja faz tanto tempo que eu não te vejo,
Mas um dia eu vou te encontrar.
Lembra das promessas que nós ja fizemos, de um dia a gente se encontrar?
Mas esse dia ja chegou..
Eu sei que você nunca lembrou,
Você sumiu e me esqueceu.
O que será que aconteceu?
Lembra das promessas?
Lembra dos desejos?
Lembra do Amor que acabou?
E nossos planos?
E nossos projetos?
E nosso futuro? Não chegou.
As folhas caem e cadê você?
Você jurou nunca me esquecer,
Você falou que estaria lá.
Mas onde agora você está?
DEPOIS DO VERÃO
Abri a janela do tempo e a real janela,
Debrucei-me no parapeito dela e pensei:
Que o ontem, agora, é igual ao hoje dela,
Há milhões de anos, com ela também viajei.
Sou peregrino com ela, caminhei três estações
No hemisfério sul, seu sol amorenado e rosa;
Dar-se um tom de serenidade despertando paixões,
Qual musa, inspira a escrever em verso e prosa.
Outono das folhas amareladas, maduras e sem vidas
Que o vento tange num bailar e a brisa suave toca.
Folhas que caem forrando o chão, agora esquecidas
Que viveram o tempo determinado e morrem para troca.
Um novo nascimento vem, reflorescerá nova existência,
Preparando árvores, flores e frutos, renovo no tempo;
Épocas que virão à frente, ou ficaram na antecedência
Como a mostrar à espécie humana um costumeiro exemplo.
Amo o outono, amo no outono como alegria ao meu viver.
Faço dele a alegria, a felicidade dos meus sentimentos,
Personagem da minha história, fazendo meu ser efervescer;
É poesia, sua brisa melodia a tocar, nos meus momentos.
Deixa-me dar-te o verão
o verão é feito de coisas
que não precisam de nome
um passeio de automóvel pela costa
o tempo incalculável de uma presença
o sofrimento que nos faz contar
um por um os peixes do tanque
e abandoná-los depressa
às suas voltas escuras
Tenho as quatro estações vivido com alegria,
no verão uso camiseta e calção,
no outono a cuia de chimarrão jamais esfria,
na primavera vem as flores e frutos da região,
no inverno me sinto muito feliz no dia a dia,
aguardo todas elas com intensa euforia,
luas e os sóis sempre servindo guia.
Era pra ser só um amor e verão
Mas resolveu ficar até o inverno
Então, em algumas noites frias põe seu melhor terno
E me fala algumas coisas, só pra me deixar no chão.
CHUVA DE VERÃO
Fresco era o dia plantado de chuva
O que desejei tantas vezes
Diante do teu olhar
Diante da tua boca
O querer voltar para ti
Como volta a chuva ao rio
Depois de desejar voltar para o salgado mar
Os velhos sentados dormiam no tempo
Esquecidos por momentos
Plantados na chuva quente de verão
Abri a janela as cores da noite no silêncio
Pensamento onde as palavras multiplicavam-se como vozes
Chamei-te pela noite, vesti-me com o teu nome
Rasguei todos os pedacinhos de mim
Escritos no tempo plantados em momentos
Onde desejei tantas vezes o teu olhar, a tua boca!
Primavera Com Cores De Verão!
[...] e quando
ele vai descansar...
Tinge a terra
de tons quentes!
Deixa saudades
no lugar.
Pede para não chorar.
Pois ao amanhecer
do dia.
ele já vem clarear.
Vem com
sorriso de menino.
Para mais tarde
esquentar!
Sol.
Calor.
Tempo quente...
Entardecer.
É sol de primavera.
É setembro.
Calor do amor.
Com cores de verão!
Amor de verão
Sei que sofre nos faz crescer
Sei que pra amar temos que as crescer
Mas nem sempre estou disposto
A vezes que destino faz questão...
Estive pensando um motivo,
Mais uma razão pra lhe esquecer
Mas nem sempre estou disposto
Principalmente quando é você.
Por dias caminhei sozinho,
Pelas ruas da vida, tudo era escuro
Mas nem sempre estou disposto
Quando desistir é preciso.
O longe as vezes é tão perto do impossível
se imaginar viver um dia sem ter ver
Mas nem sempre estou disposto
Sinto que vou lhe amar, mesmo sem querer...
Palavras não trarão de volta você
Nossos sonhos nem sempre foram perfeitos
Mas nem sempre estou disposto
Eu vou te amar, decidi desde o monto que a vi.
Por mais que pensei,
Teve um momento que só quis ficar
Te amei de tanto desisti, e acabei perdido
Esperei você, mas você não voltou
Me restou apenas solidão...
Então chega ! La se vai o frio,chuva,tempestades .
Já es verão em minha alma,la fora também mas o verão em mim é bem mais visível .
Enfim calmaria,brisa leve ...
Deixo pra traz todo peso de um inverno,floresço.
Ela tem cheiro de praia
Ele queria verão o ano inteiro
Ela adora lhe provocar
Ele entra no jogo pra não sair do roteiro
