Poemas sobre o Verão
A Sonoridade da Emoção que Ecoa — Um Espírito de Verão
Os ventos dos seus pulmões se movimentam e dão um fôlego de vida para um instrumento que ecoa a emoção que vem do seu íntimo como um espírito de verão — livre, caloroso e expressivo, exibindo a sua liberdade através de uma sonoridade profunda — a doçura cativante da integridade; o som amável da intensidade que se perpetua.
Apresentação emocionante em um lindo cenário feito de naturalidade, um lugar afastado do mundo caótico, parecendo ser mágico e fantasioso, onde as águas do rio se movem com muita tranquilidade; as árvores são frondosas — a flora com o seu verde chamativo. O céu azulado com nuvens grandiosas. Um verdadeiro paraíso.
Acompanhando o mesmo ritmo, a musicalidade dessa natureza se junta àquela melodia de profundidade, leveza, sinceridade e grandeza. Em tons de cordialidade e amor que trazem mais beleza à realidade; então, a simplicidade expõe o seu valor com muito mais destaque: o calor do avivamento; o sonho desperto de belos detalhes; os bons tempos.
Setembro-me
inteiro dentro
do teu corpo,
quero sentir
todo o teu verão,
vagarosamente
a evaporar-se
no meu corpo.
Poentes que Regressam
O verão já acabou;
porém, o mar insiste em escrever‑nos, como se na pele ainda ondulassem ondas que não pertencem só ao mar, mas o que fomos aos poentes.
O Nosso Verão
O sol caía como ouro derretido sobre nossas peles,
E a brisa trazia cheiro de mar e de mangueira,
Risos escorriam pelos becos da cidade antiga,
Enquanto a música do verão tocava em cada esquina.
O vento embalava histórias que ninguém contava,
Veleiros de papel flutuavam nos rios da lembrança,
E nossas mãos, cúmplices, desenhavam no ar
Mapas secretos de cidades, de amores, de esperanças.
As cores do entardecer tingiam nossas sombras,
Laranjas, violetas e vermelhos de promessa,
Enquanto o cheiro de café e pão quente da rua
Misturava-se ao perfume dos nossos sonhos.
Mesmo quando o inverno tentou apagar a memória,
O calor voltou em lembranças de ruas e risos,
Guardando o nosso verão em versos e saudade,
Como quem transforma o tempo em poesia viva.
Estações
Te amei no verão dos teus risos soltos, quando o sol morava nos teus olhos e cada toque era incêndio manso que não pedia pressa, só presença.
No outono, te amei em silêncio,
entre folhas caindo dentro de mim.
Aprendi que o amor também amadurece, fica mais denso, mais verdade, mesmo quando o
vento leva o que sobra.
No inverno, confesso, doeu.
Teu nome virou neblina,
teu abraço, lembrança fria.
Mas foi ali que entendi
que amor não morre
— resiste.
E quando a primavera voltou,
voltaste diferente, ou talvez eu.
Flores nasceram onde antes era ausência, e percebi:
amar você é aceitar as estações,
porque até a saudade
faz parte do ciclo do coração.
Quem é Ela?
Tem o abraço quente como o verão,
Para aquecer os corações em dias de inverno!
Ela veste as cores da primavera,
E seu sorriso, faz cair as folhas da inveja como no outono!
Na primavera me fiz flor
No inverno me fiz cobertor
No verão me fiz alegria
No outono me fiz folha nova
Nas quatro estações te fiz amor!
Tudo por causa de você!
☆Haredita Angel
Folhas caindo...
Inverno chegando...
Outono sorrindo...
Primavera florindo...
Verão...amores que se vão!
Haredita Angel
15.07.25
Noites de verão
sob a Via Láctea,
nos aproximarão.
As ondas do mar
os pés acariciarão,
e as palmeiras
nos reverenciarão.
Nas tuas mãos
macias e solares,
estarei nos teus
paradisíacos lugares,
e você nos meus,
nós em encaixes.
Com água de coco
e nossos beijos:
as sedes cessarão.
O amor e a paixão
as apostas dobrarão.
"O Sol é o astro do verão, assim como
os peixes são os bailarinos dos oceanos.
Ainda é primavera, mas as areias já
são multicoloridas e perfumadas."
Marcelo HB
Salmos 74:17
Estabeleceste todos os limites da terra;
verão e inverno tu os formaste
As estações mudam; a fidelidade de Deus não
Verão
Aqui
Existe
Lembranças
De
Um
Poema
Estéril
Que
Insiste
Em
Ser
Concreto
Quando
Ainda
Um
Deserto
Por
Inteiro
Habita
Em
Mim.
Tu me fases sentir:
-o sabor doce e amargo
-calor e o frio
-o inverno e o verão
-paraiso e inferno
E me amostraste o amor selvagem.
Como escrever paixão há quem se amou
Como a flor que na verão não desabrochou
E se isso é assim, tão simples dor
Todos os dias bebo de sua nascente, que muitos chamam de amor
Eu que nem queria sentir
Mas já que sentia, então pra que fingir
Eu te amo
Paz, amor, humor, sabedoria, amizade, cumplicidade, primavera, verão, outono, inverno, respeito, sucesso, esperança, paixão, gentileza, natureza, liberdade, segurança, fantasia, igualdade, sorte, família, alegria, surpresas, brincadeiras, loucuras, verdades, simplicidade, diversão, sonhos, musicas, desejo, atitude, beijo, igualdade..
É só dessas coisas que eu preciso pra hoje..
Amanhã a gente enfeita, incrementa, conta uma piada idiota para todos rirem da sua cara, qualquer coisa, faça "aquilo" que te faça se sentir bem e que se dane o resto, não vivemos nesse mundo para dar um sentido a palavra "monotonia", nós não fazemos só o que é certo nas horas certas do jeito certo, somos humanos e com falhas "óbvio", mas tem mais por traz disso, DEUS nos deu a vida para ser feliz, e todos nós temos a capacidade de conseguir. Vamos olhar pra frente, não vai acontecer nada se eu ficar só aqui parada o dia todo pensando em como minha vida poderia ser, bom se não foi daquele jeito, pelo menos não se esgotaram as tentativas. eu sei que posso ser melhor, melhor que ontem, melhor que semana passada, melhor em casa com a minha família, melhor com meus amigos, melhor no meu trabalho ou na escola.. a tipica frase que nunca perde o sentido "Eu posso, Eu quero e eu CONSIGO".
Que eu faça falta;
De verão a verão,mesmo quando seus graciosos olhos pretos ou pardos estiverem ligados a mim(...) ou, té mesmo que teus rubicundos lindos lábios e tua alva pele macia ansiarem por um simples e terno toque meu.
Que falta eu faço;
Se, mesmo que meu amor por ti seja claro e serene, e teu sentimento não se adéqua ao meu?
O legado de uma Brisa
Uma Brisa tocou-me no ápice do verão
E singelamente transpareceu sua plenitude
Dessarte, usufruí nitidamente esta dádiva
Foram dias de sol, mas meu corpo era gélido
Lambujem efêmera, lamento perdurável.
Clamei! Eólo sabe o quão alto e verdadeiro.
Julgaste bem meu demérito, hoje me aqueci.
Preciso da minha Brisa de olhos radiantes,
De sorriso terno. Não sejas demasiada atroz.
Convenho que brisas não toquem a mesma face
Meus olhos que discordam. Pobres hereges
Entôo seus acordes, a nota derradeira silencia...
Acalmo-me e revivo a tua estadia lacônica
Eterno frenesi... Uma, e outra, e muitas outras mais...
