Poemas Doce
Nunca troque o certo pelo duvidoso,
Por mais atraente que lhe pareça.
Pois o que hoje lhe é doce oas olhos
pode se tornar amargo ao coração!!!!
No orvalho fresco da manha
No doce cantar dos pássaros
No voo silencioso do beija flor
Nos lírios floridos do campo...
No sorriso meigo de uma criança
No abraço apertado de um amigo
No som tranqüilo de um riacho
No farfalhar das folhas ao serem tocadas pelo vento...
Sinto você meu amor...
Na magnitude do céu azul
Nos raios brilhantes do sol
Na brisa suave que toca meu rosto
No sereno úmido da madrugada...
Nas juras secretas dos apaixonados
Na paixão ardente que os envolve
Nas promessas para o futuro
Na esperança de ver os sonhos realizados...
Sinto você minha vida...
Na inspiração de um poeta
Nos versos de um compositor...
Sinto você no meu desejo mais reprimido
Em tudo que vejo e que acredito
Sinto a tua presença constante
Nessa louca vontade de ter você pra mim...
... Nesse amor que eu sei, jamais terá fim...
Sangue doce como sua alma perdida em pecados,
Sedenta de desejos que consomem sua carne,
Deixou segredos do sangue cobrir seu coração,
De formas ocultas alimento me da sua vida.
Nunca mais posso esquecer
Do nosso encontro...
O seu olhar, sua doce sedução
O seu palpável sentimento
O seu profundo sorriso
Me encantando de felicidade
Fazendo meu coração
Bater no sentido do amor...
O medo nos envolveu por alguns segundos
Suas palavras conciliaram nas tensões
Mas o relaxamento foi muito mais prazeroso
As diversas línguas que conhecemos
Foram profundamente encontradas na paixão
E ao mesmo tempo se despediram
No próprio desencontro que a lembrança traz
Quando o coração bate no tempo do amor...
A beleza da natureza
Está em tudo que existe amor
Está no seu olhar sentido
Na água doce purificada
Nos encontros melancólicos
No adeus tristemente
No coração apertado
Nas suas mãos entrelaçadas
No seu peito esplêndido
Na alegria dos festejos
Nas correntes sanguíneas
Na elevação da alma
Nas flores da primavera
Nas sombras das árvores
Na cama frutífera
No touch screen do prazer
Nas curvas abundantes
Nos poros dilatantes
Na proteção penetrante
No carinho dos lábios
Na paixão dos abraços
No fervor do seu corpo
Na primeira vista
Cortando profundamente os sentimentos
Que sangram ardentemente na arte do viver...
O guria,você me tira fácil da linha
Teu jeito doce me assusta
Um dia desses eu te roubo pra mim
Nem que seja por algumas horas
Você vai gostar,eu sei
Tenho muito a lhe mostrar,coisas que não mostrei da última vez
Vem comigo?
Escolhas
I
Como escolher entre
O doce e o eterno?
O doce que embriaga
Como vinho e aperta
O coração no momento
Mágico da paixão;
O eterno que transcende
A vida e a morte,
Como maná que
Aplaca a sede de amar;
Como escolher entre
O cheiro e o paladar
O útil e o agradável
O beijo e o inefável?
II
Como escolher entre
O medo e o desejo?
O medo que rasga rente
Com suas garras e punhais;
O mesmo medo que
Jamais intimida os casais;
O desejo que é dor e
Prazer a um só tempo;
Apetite ardente mesmo
Quando em passatempo;
Como escolher entre
O riso e o meio-tom
O toma-lá e o dá-cá
O áspero e o vulgar?
estou deitado com seu abraço gelado...
tudo soa tudo dão doce
que mesmo tenho um futuro
tudo seja trágico
na escuridão te beijo tudo tem gosto de morte,
isso nunca termina ,
você queima como vampiro sedento,
vendo face do amanhecer,
então vem anoitecer
te abraço com luz do luar,
o sangue sempre foi um desejo muito bom
sua lagrima são um bem querer.
a morte não espera
estamos sozinhos,
invés de tantas magoas deixamos a morte,
quando estou pronto vejo que ainda não posso morrer,
segure minhas mãos não sinta medo!
o luar será de novo agoniante.
ALGODÃO DOCE
Sinto no meu regaço
- O afago do teu corpo
Tormenta do meu querer
- Nos silenciosos afetos
Onde acalma na boca
- Os ávidos sentidos doces
É no teu corpo onde
- Me perco na noite rasgada
Na cama onde me deito
- Ao teu lado com o teu olhar
Devorador de faminto lobo
- Mãos despidas de gestos
Pedaço de algodão doce
- Quente de afagos gemidos.
perceba que morte é magica
que sangue é doce
que todas profundezas são um convite
dei um beijo sinta a morte
olhe nos meu olhos
sinta a eterno
ate os céus perderam o sentido
num gosto destilado
grite quando amar tanto
que vida mero sentido.
das mentiras fomos compelidos...
desses prazeres a morte lhe deu um encanto.
morte...
gosto de veneno
doce vinho...
amargo sentimento da perdição...
calo me diante da tua visão...
extremo assim sendo
semântica austera
vertente nos rios de sangue
dor olhar vazio,
querer apenas amar e dor
que tanto se renova
nobres braseiros
cujo o verbo sempre seja o
primor solitário...
traste algoz do destino
ferida aberta...
ate ultimo suspiro.
"Quando o amor é ardente A felicidade é recorrente".
Amar é a mais doce verdade. Ame a si ampliando e irradiando; pois se a si amas saberás amar e respeitar o próximo.
Eu te esperarei; como a terra espera pela doce chuva,
Como as estrelas esperam pela noite escura;
Feito madrugada à procura do amanhecer;
Em cada raio de sol; no cheiro de terra molhada.
No vento sentirei tua presença; silenciosa e acolhedora;
Amarei o cheiro dos teus cabelos, e da tua pele macia;
Amarei cada canto de ti; cada átomo teu.
Sentirei a brisa que te envolve; amar-te-ei profundamente;
Enlaçarei minha mão à tua; doce e urgentemente;
À procura do teu amor aflito, beijar-te-ei.
Amar-te-ei.
Meu doce amor,
Tu és o canto da cotovia que me acorda sob a luz inocente da manhã;
Tu és a canção que tocou meu coração, que penetrou minha alma abatida;
És a estrela mais bela que cintila nas noites sem lua;
És o mar, límpido e sombrio, numa noite de amores vazios;
Tu és a brisa numa tarde de outono;
Tu és a lareira que me aquece nas noites de um inverno chuvoso;
És um vento forte; uma emoção que persiste; uma hipóxia de amor;
És a voz que acalma, que pacifica. És o amanhecer da alvorada o sereno da manhã.
És a lua que ilumina o meu céu; tu és o meu amado, o meu abrigo.
Está tão silencioso que posso até ouvir o tic-tac do relógio.
Cada segundo passando numa velocidade extraordinária;
E ...eu... bem... Eu amo você! Tanto que dói.
UM PERFUME DE AMOR
A manhã se fazia presente
Logo, via-se a primavera
Uma brisa doce, uma linda quimera
Abriam pétalas de flor
Para exalar o amor da forma mais bela.
(Do livro 100 Folhas de Amor")
"Caramelito"!
Quem diria? Doce de leite...
Gosto doce.
Gosto dobrado.
Gosto de leite.
Gosto esquentado.
Pedaço da vida.
Pedaço da sorte.
Pedaço da gente.
Pedaço...
Pedaço do VOLTO JÁ!
“Somos sim… fortes demais”
Minha nossa doce idade.
Minha nossa... bela e doce idade.
Ela não define a nossa maturidade… e nem mesmo aquilo que almejamos atingir.
Os nossos princípios não nos definem… e nossa inteligência ainda anda escondida.
Afinal!
Nada do que realmente fazemos... definem quem eu realmente somos.
Portanto!
Não tentemos ser a sombra de pessoas… que lutam para que venhamos a desistir.
Nós!
Somos oque somos.
Nós acreditamos… e lutamos.
Vamos procurar no vazio do espaço o que andava perdido?
Vamos fazer buscas... e conquistar.
E acima de tudo...
... vamos ser nós mesmos.
Assim... com vontade.
Porque nós somos o que somos.
E jamais seremos frágeis... diante do gigante do dia a dia.
Vamos colocar limites e vontades em nossos sonhos… vamos bravamente praticar a fé.
Basta!
Apenas um pequeno e remoto pensamento positivo pela manhã... pode mudar todo o terremoto de um dia todo.
Ser forte… determinante...
… e confiante.
Esta é a essência que faz a diferença...e transforma o interior da nossa alma.
Tudo é perfeito… se assim o fizermos.
Tudo somos… tudo podemos.
Temos tudo aquilo que nos agrada gratuitamente: ...abraços... sorrisos, amigos… beijos... e boas lembranças
E é pra frente que se anda... e pra cima que se olha…
... e é lutando e buscando… que verdadeiramente se vence.
Nossos ciclos da vida…: tentar... cair...levantar... recomeçar.
E desistir!
Isso jamais!
Ainda que fôssemos fracos…
… o nosso interior é invencível.
Admilson
Vinho
A cada beijo fica mais transparente
Mesmo fria sinto seu doce sabor
Sendo seca me das mais vigor
De todas és a mais atraente
Minha melhor amiga
Minha melhor amante
Venha deixar-me fumegante
Sem rodeios ou intriga
Contigo tenho mais chance
De ser o que sempre quis
Boêmio e sempre aprendiz
Viverei este eterno romance
Só tu entende este semblante
Que em minha vida és constante
SONETO DO ENCONTRO
De repente ali, eu e tu, numa colisão
O coração disparado tal doce jornada
Os olhos então calados, a mão suada
E o peito sussurrando toda a emoção
Aí uma voz fez saber da tua chegada
E neste silêncio seco, uma explosão
De um olá! Então me vi num turbilhão
Pouco se fez o tempo, na veloz toada
Busquei descerrar minh'alma fechada
Para devorar-te numa franca devoção
Tal qual a paixão no cerne encarnada
E então neste soneto a minha canção
Pra celebrar a quimera aqui cantada
De amor, que é possível, que é razão...
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Fevereiro de 2017
Cerrado goiano
