Poemas de quem Deu um Fora
Aqueles que se identificam com o outro como se fora um salvador de algo, mas que se acomoda em imita-lo.
Onde reitero que ao seguir estes mesmos, por bons feitos, ainda sim, seremos um imitador, fugindo do Autêntico.
Esse quem de fato indaga, "Quem somos nós?!", E superar-se!
Faculdades fazem um diferencial,mas não "criam gênios."
Sócrates fora pobre e nunca frequentara escolas...
Sempre doutrinara de pés no chão,no entanto,
Platãoabastado,desvia se da carreira de político,
para seguir e depois escrever, o que doutrinara Sócrates.
Vida Vivida -
Andei p'la vida fora e não lembrei
que a morte um dia vinha m'encontrar
não sei se alguma vez a desejei
que a morte é coisa certa há-de chegar.
Esquecida de que a morte também tinha
um voar de asas serenas de marfim
minh'Alma num feitiço que adivinha
só lembrava hora-a-hora quem perdi.
Meus olhos que são pedra e solidão
tão cansados, revestidos de cristal
não sei por que caminhos pisarão
só espero que adormeçam natural.
Eis quando pressenti que a morte vinha
e à luz do coração me despedi
sozinha numa cama que é só minha
morri, foi nesse instante que eu morri.
Madrugada dos cães boêmios
Lá fora ouço gritos e aqui dentro, apenas um grunido.
Madrugada dos cães boêmios
Aqui dentro o reprimido permeia-me o coração e lá fora, há inquietude solidão.
Madrugada dos cães boêmios
Aqui dentro o pensamento traiu-me feito judas, enquanto lá fora há tantas lembranças que não são tuas.
Madrugada dos cães boêmios
Aqui dentro estou morrendo aos poucos, lá fora, viverei a ilusão de uma só vez.
Por fora ;
Somos apenas uma casca, que o tempo descasca, e por mais que se faça,
um dia perde a graça !
Para Ingrid 💪🏽
Menina Marrenta do sorriso encantador; por fora é bruta, mais por dentro é um Amor; escolheu se fechar para não se machucar; leva uma vida tranquila, estuda e trabalha, se diverti com as amigas para poder se distrair, das coisas que a magoam e das que deixam ela infeliz.
Sem apoio da família, resolveu se aventurar, em uma nova cidade ela veio morar; hoje ela ver suas conquistas quando para trás sua família teve que deixar.
Tão nova e imatura nesse mundo complicado; se apaixonou por uma menina e teve seu coração quebrado, desacreditada do Amor, se culpa por não amar, mais ela sabe que um dia sua pessoa certa irá chegar.
Hoje ela só quer se divertir, viver sua vida da melhor forma e feliz; ela guarda bem o seu coração para não ter mais decepções.
Da porta para dentro, cada um sabe o que passa; da porta para fora, cada um conta o que quer.
Somos mestres em julgar sem conhecer.
Não sabemos o que o outro enfrenta, não entendemos suas escolhas porque elas não fazem parte do nosso caminho.
Falar é fácil, difícil é calçar os sapatos do outro e andar por cima das suas pedras.
SUBJETIVISMO
Nada fora concreto, somos um eterno subjetivismo. Do que se prece voltar e andar em círculos? Sabes bem que está nítido para o mundo que somos dois loucos, cada um vivendo sua história de fantasia, algo que a voz nunca materializou, mas que o peito adentrando o coração, já sentiu. Esse é o preço que se paga por uma visão turva, por agir como máquina, não sabendo o que quer, na verdade, pois se ninguém fala, ninguém sabe, se ninguém se entrega, hão de ser, um eterno subjetivismo.
Por fora, um céu aberto
Por dentro, é cinza o reflexo
Emoção salgada inunda o olhar
Complexo doce diante a ilusão de acreditar
É que já não encontro palavras p descrever
Transpiro livros que ngm lê, ouvem mas não conseguem ver , será mais uma encarnação sem vc me entender? Sinceramente já nem espero, é que em silêncio garanti meu transcender, pouco pra ce entender.
Como um prisma, meu espelho interno
Mais de 10 anos acreditando na palavra escrita
Sou um Vulcão e esta foi minha Lava prescrita
Caneta sem tinta, veia sem sangue, sem rancor
Confiar é o espinho da flor, amar aqui é sentença de dor
Minha presença foi castelo de areia
Minha ausência, foi escolha da sereia
já não busco minha aldeia
So quero distância de quem odeia, da covardia que permeia
Mas sinto o espirito que norteia
Hoje joguei as flores no mar
Carrego a adaga, amanhã posso precisar
Incerteza no caminhar, agora sem medo, sem piedade, apenas a frieza no olhar e a certeza que neste plano... o sorriso verdadeiro sempre te matará! Sim, isto vc deve anotar!
Bons Momentos:
Chuva intensa lá fora, eu saboreando um café bem quentinho, que aquece o corpo; inspiração inesgotável para escrever, devanear, aquecer a alma. Uma gatinha e uma gatinho, ambos enroscados nas minhas pernas, bem perto de mim. Instantes plenos, tão aconchegantes. Gratidão, meu Deus, eu te louvo, e te agradeço pelas bênçãos derramadas nas nossas vidas.
Enquanto lá fora, águas prenunciam a chegada de um novo ciclo
Cá dentro, verão perdido sem brilho e sem viço!
Por vezes a cambalear, mas sempre esperançoso de, mentes pacíficas, no caminho encontrar.
Agora que uma nova temporada à porta se anuncia
Espero que, estejamos, pois, capazes de uma maior união entre gentes
Pessoas que sejam apenas sinceras com elas mesmas...
Assim não teremos uma farsa, vestida de gente, e a frequentar nossas vidas.
Um colo para encostar a cabeça, um abraço para fingir que o mundo lá fora não existe. Um peito que te protege de tudo.
E te coloque em primeiro lugar sempre.
Pra Sentir uma dor menos agoniante no peito.
Eu sempre me senti um pouco fora do lugar. Já morei em diversos lugares, mas nunca me senti realmente conectado com nenhum deles. É como se eu estivesse sempre flutuando no tempo e no espaço, sem encontrar meu lugar no mundo.
Não consigo identificar exatamente o que causa esse sentimento de desconexão. Talvez seja o fato de que nunca passei tempo suficiente em nenhum lugar para me sentir em casa. Ou talvez seja simplesmente uma questão de personalidade, de eu ser uma pessoa mais introspectiva e reflexiva.
Não me entenda mal, eu aprecio as diferentes culturas e estilos de vida que encontrei ao longo do caminho. Cada lugar me ensinou algo valioso e eu me sinto grato por essas experiências. Mas ainda assim, não consigo evitar essa sensação de deslocamento, como se eu estivesse sempre procurando algo que não consigo definir.
Às vezes, me pergunto se sou uma pessoa que está fora do tempo. Será que eu simplesmente não me encaixo nesta era em particular? Talvez haja algo que eu esteja procurando que só existiu em um tempo e lugar diferente.
Mas ao mesmo tempo, acho que essa busca é o que me mantém em movimento. Talvez nunca encontre o lugar ou o momento perfeito para mim, mas o processo de tentar é o que me faz sentir vivo. Talvez eu nunca saiba exatamente onde pertenço, mas isso não significa que não haja valor na jornada.
Então, eu me pergunto: será que é possível estar fora do tempo e ainda assim encontrar um sentido de pertencimento? Talvez a resposta esteja em abraçar essa sensação de desconexão e transformá-la em algo positivo. Talvez, ao invés de procurar um lugar onde me encaixo, eu deva criar esse lugar dentro de mim mesmo.
Enfim, a questão permanece em aberto. Será que estou fora do tempo? Talvez nunca saiba a resposta, mas continuarei explorando essa ideia, enquanto aprendo e cresço ao longo do caminho.
Eu sou um viajante do tempo
Sempre me sentindo fora do lugar
Moro em muitos lugares, mas não tenho lar
Um estrangeiro em cada cidade
Sou um observador da vida
Refletindo sobre tudo o que vejo
Compreendendo os meus pensamentos
Em um mundo que sempre me escapa
Tantas faces, tantos lugares
Nenhum deles parece meu
Uma alma inquieta, buscando paz
Em uma terra que nunca me pertenceu
Será que eu sou um deslocado?
Um anacronismo em um mundo moderno
Ou apenas uma mente reflexiva
Que ainda não encontrou seu lugar no tempo?
Eu continuo minha jornada
Sempre buscando por um lugar para chamar de lar
Talvez um dia eu encontre
O lugar onde minha alma possa finalmente descansar.
LOCUÇÃO ADJETIVA
Desbocado que me encantei por ti enquanto cursava gramática. Fora um sujeito simples que se tornou composto, advérbios que pertenciam à extrema intensidade e adjetivos que somente serviam para te expressar qualidades.
Entrava e saia, quando certa vez restou-se apenas nós dois no eco daquela sala; mirei firme os teus olhos pretos — ou talvez a pupila que tanto havia delatado — e bastou-se apenas isso, para então dizer, "Eu te amo".
Acontece que os adjetivos são variáveis, e foi por esse motivo que nosso amor desandou. Havia variação de gênero, número de pessoas que contavam mais que dois, e até os graus; não existia mais lindíssimo, perfeitíssimo, generosíssimo e tantos outros superlativos! Agora brilhava em nós, a inferioridade e o complexo da comparação.
Foi no eco daquela sala, desolado sem a tua companhia, que percebi que ao te dizer "Eu te amo" o único pronome que determinou a ação de amar, havia sido "eu".
Atormentado perante tanto silêncio, gritei desesperado ao nada, "Eu te amo!". Por certo, você não estava lá, mas o eco tratou-me de retornar, "eu te amo, eu te amo, eu te amo".
Era jovem demais para entender que minha alma tentara explicar que o mais puro amor já havia me encontrado, seria aquele e somente aquele que minha mente dizia, quando ninguém podia escutar.
Que a vida seja igual a um rio de agua barrenta,
que por fora parece apenas uma agua suja,
mas por dentro é uma imensidão de riquezas naturais,
riquezas essas que nos faz vermos quão bonito é a natureza.
Talvez...
Um sim...
Ou não.....
Por dentro...
Um sentimento....
Por fora uma cicatriz....
Nos anos vividos....
Só trago comigo....
Gratidão e fé....
Acreditando sim....
Em dias melhores...
Por fora...
Umas rugas....
Gordurinhas talvez....
Cabelos cortados....
Mas Por dentro um coração dourado...
Uma maculada alma....
Modelo da paz....
Por fora...
Batem paixões contra o peito....
Paixões por versos....
E poesias pintadas....
Uso tintas....
Nas minhas filosofias...
Para os meus amigos....
Tenho a todos um respeito....
Por dentro...
Sei me cuidar....
Brincar é minha diversão....
Mesmo meio sem jeito.
Não me derroto a tristeza....
O que me oprime....
Eu me espremo e boto pra fora....
A saudade que bate em mim....
Viaja lá fora....
Sem demora....
Vou caminhando....
Saio do meu papel de paciente....
E viro um Doutor......
E vivo por aí contente....
E concluo dizendo.....
Deus não é só comigo.....
Ele é de todos....
E ama demais....
Toda essa gente.....
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
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