Poemas a um Poeta Olavo Bilac

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⁠Poeta

O que são?
Onde vivem?
O que comem?
Do que vivem?

Poetas,
Na melancolia,
Encontram dor
E amor.

Mas como posso ser um?
Se ainda não aprendi a amar,
Isso significa que não sou poeta?
Mas vivo na melancolia,
E disso tiro minha inspiração...

Será esse o meu destino?
Não me enquadrar em nada?
Será possível não saber amar?
Gostaria de saber...

Inserida por Nixya

⁠⁠Pediram-me uma poesia autoral sobre mãe. Digo a vocês que não sou poeta; seria muita, mas muita pretensão de minha parte, abraçar e/ou adotar esta condição artística-filosófica.

Mas se fosse para eu associar poesia à mãe, diria que:

Mãe é sinônimo de amor que é sinônimo de poesia que é sinônimo de mãe; fim.

Inserida por gledstonguetao

⁠POETA A VERSAR

Nos muitos versos dum Poeta a versar
Se vê o acaso sob o seu olhar. Floresce
Sentimentos a pulsar, sedução a cantar
E íntima sensação do que lhe acontece
Muitas vezes são lágrimas que padece
E outras, sorrisos que lhe vem abraçar
Todos trançados em prosas, em prece
Rezadas da alma do peito a sussurrar

Um desejo que vai além, perenemente
Que faz deste pormenor ser diferente
Tão somente, o teu ar, cheio de sabor
Ah! o Poeta a versar: magia e fantasia
Vive e sorve ilusões, suspira nostalgia
E sente o sagrado deste poético ardor.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26 março, 2023, 18'07" – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Poeta conversando com poeta

Nesse mundo tão bonito
Quero te cumprimentar
Deixar o meu boa noite
Pra sua noite alegrar

Eu quero te desejar
Uma noite carinhosa
Apreciando o céu estrelar
Nessa noite tão charmosa

Quero deixar também
Um abraço apertado
Pra quando a saudade bater
Você se lembrar dele

Eu quero te dizer
O quanto te aprecio
Pelo seu jeito expressivo
De falar sempre comigo

Quero terminar
Falando lindamente
O quanto eu te amo
Meu poeta diferente

Inserida por KleitonSilva37

⁠#SOU #POETA

Já contei todas as vaidades que senti...
Que devorou parte de mim enquanto vivo...
E no instante em que escrevo esse poema...
Ilustro um sonho...

Quero contar-lhe a beleza que não vês...
A lua no céu, esplendorosa...
As fadas que escondidas brincam...
Nas gotas dos orvalhos...

Que vales a desilusão dos homens?
Diante do tempo que desarvora?
Diante do canto dos querubins...
Enquanto o céu chora?

E por isso sou poeta...
Poeta que respira o suave sono...
A paz, o último bem, último e puro...
Murmurando ao vento o desalento...

Tênue neblina vaga na rua...
Em companhia à minha alma calada...
Diante dos anseios que tive...
Quantas, quantas vidas passadas...

Anos após anos, vem e vão...
Tal qual flor aberta e fresca junto a pedra...
Que agora jaz no chão...

Que pede o poeta de seu amante coração?
Apagar algumas lembranças?
Criar outra ilusão?

A minha alma, talvez, não é tão pura,
Como era pura nos primeiros dias...
Sob o clarão da silente lua...
Nas alta horas, vaga nas rua...

Na triste estância do abandono...
Na esperança em luz no futuro...
Pouso meus olhos fundos...

Vi correr os meus dias...
Vida que fatiguei...
Em toda parte busquei...
Cântaros de alegria, cálices de fel...
Muitos provei...

Noite adormecida...
Nessas horas lânguidas...
Possa novo ardor florescer...
E da crisálida...
Nova alma resplandecer...

Então sim, essa alma de poeta...
Cantará a ventura, o amor e a paz!

Sandro Paschoal Nogueira

⁠currículo

historiador
por formação.
boêmio
por inclinação.
poeta
por sangrar.

Inserida por lucian1989

⁠Eureca

O poeta procurava desesperadamente, nos seus alfarrábios, o ensinamento que seria a chave para a compreensão de tudo, o ditado mágico que lhe abriria os olhos para o mundo verdadeiro, que ainda não existia. Mas era tanta coisa, coisa enganosa, erros sobre erros, que nem mesmo a sua intuição, muito desenvolvida, dava conta. Apelou para a sua bondade e tentou ouvir o seu coração, mas este estava enferrujado. O sangue era espesso e cada batida doía. Procurou usar a vontade, mas ela tinha se desgastado pelos anos de luta. Quando não havia mais solução, apelou para o nada e se lembrou que era uma criancinha, e, como tal, não tinha ansiedade, apenas queria aprender.

Inserida por IrmosVoltaire


O poeta vivia sozinho

E, para aplacar o silêncio criou os companheiros imaginários, que eram muito superiores ele, pois era um visionário. Perdido entre nebulosas, ele se esqueceu que vivia no reino da ilusão e ficou preso no Universo que inventou.

Inserida por IrmosVoltaire

Prestinado

O poeta sabia que estava fadado, eternamente, a cobiçar as ilusões, embora soubesse que elas nada significavam. Caminhando pelas ruas observava a beleza vazia das formas sem fim, não sendo mais que um fantoche nessa pantomima sem graça. Ainda assim ele se importava com o mundo, era essa a sua sina, não era outra a sua natureza.

Inserida por IrmosVoltaire

⁠E a noite, a Lua, virou o Sol, o dia.

Neste instante, o poeta, o guardião, varou a porta dourada e travessou o selo que separa o antes e o depois, o que era inconsciente do que era consciente, juntando tudo no agora. E a melodia do Destino soou para resgatar as almas que não existiam e fazer valer o amor esquecido. Somos senhores do mundo, mas quando criamos os seres, deixamos de ser nós.

Inserida por IrmosVoltaire

⁠O conto do nada

O poeta se dedicava a contar histórias, contar para si mesmo. Histórias sobre coisas que não existiam, que ele inventava na hora. É fantástico, criar o mundo como quem joga xadrez consigo próprio. As histórias são piadas alegres ou tristes, grosseiramente desenhadas. Histórias de espionagem, cheias de riscos e suspense. Todas têm brilho, para satisfazerem o bom contista. Na minha história ninguém morre, os mortos ressuscitam e o final é feliz. Não há chefes, nem ninguém superior ou inferior, nem existe começo ou fim, porque a liberdade o exige.
O personagem sofre com tentações e obstáculos na sua corrida para casa a fim de escrever a história, antes que ela desapareça da sua mente.

Inserida por IrmosVoltaire

⁠"Do que são feitos os sonhos?
Perguntou o pensador.
Atento, o poeta lhe respondeu:
da matéria prima dos desejos contidos,
dos sorrisos aparados,
dos beijos não dados,
enfim,
de todas as coisas que guardamos no bolso da alma,
próximo do pulsar do coração."

Inserida por wandermedeiros

⁠Poema sem nexo

Vou jogar água na sua ilusão
Sou poeta e de amor entendo
Vou escrever uma poesia sem versos
Só pra tirar teu sossego
Vou falar de amor sem preconceitos
Não tem jeito!
Eu escrevi o amor no teu peito
Você não sabe
Se um dia vou acabar caindo na tua mão
Eu quero mesmo
É explorar sua paciência
Te entreguei nesse poema
A chave que você perdeu
Enquanto se distraía com coisas efêmeras

Autora:Simone Lelis

Inserida por simone_lelis

⁠Você é força
na fraqueza.
Meu grito,
no silêncio.
Sou poeta,
na sua existência.

Inserida por PedroGoncalvesDias

SENHOR

Todo poeta quer ser dono duma poesia
de amor, que seja sua de forma intensa
sua em toda a sorte, sem ter a dispensa
sua inteiramente, e tão sua na parceria
Que qualquer inspiração lhe pertença
redigindo versos de sedução, de magia
matizando as rimas com gentil quantia
e, assim, ter a encantada recompensa

Todo senhor quer essa poesia tão sua
onde cada poema solevante e evolua
em um sentido ato, que seja, entono
E, enquanto não se tem a essa prece
dum desejo do poeta que se esquece
que nem de seu coração é seu dono!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28 de maio, 2022, 06’15” – Araguari, MG
paráfrase Giuseppe Ghiaroni

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Poema: O poeta e a paixão

Não basta só existir, nem apenas sobreviver é preciso viver.

Ser lembrado no coração ou na alma, fixado na mente ou no coração.

Ainda que haja ódio ou dor, tudo isso foi por amor, ou por falta dele.

Tudo existiu por um acaso, talvez não seja o nosso caso, porém existiu.

Foi assim , foi assado, algo movimentado, não planejado, mas bem executado.

O combinado aconteceu, alguém viu e correu, talvez até correu demais, sem mesmo olhar para trás, mas ele sabe o que faz.

Faz menção da sua loucura, bizarrice ou ternura, não se emenda, talvez você nunca o entenda.

O que ele não quiz foi contenda, como diz a lenda, quem é ligeiro sabe a hora de armar a sua tenda.

Por favor, me entenda.

Inserida por carlos_jose_4

⁠Já falei em outros versos
Lamentando o fracasso
Da cultura nordestina
Do poeta perdendo espaço
Mas digo com toda certeza
Nordeste pra mim é riqueza
Se eu quiser poesia eu faço.

Inserida por RALF2017

⁠Juramento de Poeta.



Nessas,
Inúmeras inspirações que vem de minh'alma e do meu coração...

Solenemente entre meus princípios e a ética da minha criação...

Prometo jurando aos meus leitores(as) ,escrever versos da vida e da ilusão...

Prometo levar a poesia a sério com felicidade nas estradas da emoção...

Enquanto eu viver ,escreverei com risos distribuindo flores nos olhares á serviço da humanidade....

Entre as escritas terão;
Crônicas,políticas ,sinfônicas ,bíblicas ,melancólicas,picantes e seja lá qual for o gênero...
Prometo sempre retirar as cláusulas atômicas dessa magnífica profissão...

Aos leitores(as) fanáticos em literatura..
Respeitarei qualquer comentário contra ou a favor com dignidade escrevendo mentiras e verdades sem ofender as ofensas que posso eu vir a receber...

Prometo também em não ser tão tradicional, pois sei que isso me fará muito mal...

Na minha posição de poeta,
Jamais posso eu também revelar os segredos escondidos que tem por trás das minhas visões...

São fatores de um escritor que estão em mim.
Essa parte da minha face eu não posso mostrar e nunca revelar...

São segredos e segredos temos que guarda-los...
Aos cuidados das minhas emoções poéticas estão, e delas não sairão...

Faço livremente sem violar o tronco e as raizez que estão comigo desde o ventre de onde fui gerado....

E a dona desse ventre teve e tem até hoje um colo...

E nele,
Dormi, mamei , cresci e me fomentei inúmeras vezes de uma frase...
Te amo filho meu...
Te amo, e para sempre,
te amarei...



Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa




Inserida por JoseRicardo7

⁠#PALCO

As estrelas pintadas pelo poeta...
E o beijo do vento que de longe vem...
Aplaca a saudade que atormenta...
Daqueles que um dia o quiseram bem...

Quisera o poeta...
Sempre e mais sonhar...
Voltar outrora...
Inútil...Sabe ele...
O passado não está mais lá...

Em sua vida não há pressa...
Não há para onde correr...
Apenas deseja o bem...
E ser feliz em bem viver...

O poeta um dia amou...
Mas foi um amor transloucado...
Não foi seguro e confortante...
Efêmero também acabou...

Hoje apenas um vago ruído...
Do que foi e passou...
Guarda no fundo da alma...
Uma vibrante música...
Quando os deuses partiram...

Passeia sobre as estrelas...
Modo de alcançar o céu...
Onde cairás morta a flor de sua infância?
Inocência que foi ao léu...

E agora...
Na pura ausência das coisas...
Na madrugada um palco por abrir...
Segue desejando a lua...
Nas estradas da vida por aí...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠ Meu lado poeta morre! Sem as madrugadas, ressacas e as insônias protagonizadas!

BN1996
05/10/2020

Inserida por BN1996i