Poema sobre Cultura
Amassai feito banana
a curta cultura humana,
Espremei desesperados
gota a gota
Os postulados, teoremas
e tratados de uma vez.
E vede se esse sumo
mata a sede devida.
Nordeste minha morada
da cultura e da beleza
tem água doce e salgada
e no sertão tanta riqueza
quem fala da terra amada
ou não entende de nada
ou é burro por natureza.
Quando eu perco pra mim
A sociedade culpa a desestruturação das mentes em acumular cultura inútil, é mesmo assim, a quem possa redimir, eu me enquadro no cartel destronado, a covardia, o medo, o desconforto do desconhecido, a carência dos conceitos necessários, o recuo perante a imensidão infinita, resumo em alimentar uma pobre marmita, da ignorância, do desânimo, cada dia se formaliza um processo, arranjos mil, mas eu, um povo do retrocesso, não sei, nunca tentei e nunca saberei, o sabor da luta, o valente da labuta, a que status e altura, pois o povo, eu, bem sei cavar a sepultura.
Não queria depreciar a auto estima, trazer lamentações e murmuras, apresentar amarguras, não sou advogado dos problemas, não tenho pacto com a morte embora cheira forte e nem admiro o fogo ardente, Deus disse ter feito o homem um pouco menor e ele capaz de governar o mundo, mas os dedos são diferentes, o destino fez concepção de gente, a maneira singular, pobre e vulgar da fraqueza se apresentar, o homem assim, sou triste quando perco pra mim.
Giovane Silva Santos
Se desconhece a cultura
nossa porta está aberta
quem quiser literatura
o cordel é quem te flerta
se for falta de ternura
o nordeste tem a cura
que já vem na dose certa.
A cultura tem um valor intrínseco.
Alguns não têm acesso, por falta de oportunidade.
Outros, pela ignorância.
Teófilo Otoni, terra de talentos
Um eco da arte mineira
Reduto de cultura artística
Tempos de ouro na música
Popular brasileira
Jovem guarda nos anos 60
Movimento de revelações
De talentos na música
Retratando saudades e amores
Ternura e paixões
Em meio ao turbilhão
De talentos surge o bom
Rapaz do vale do Mucuri
Com suas belas canções
Tão bem representava
Nossa amada Teófilo Otoni
A princesa do Vale do Mucuri
Terra do amor fraterno
Em versos e prosa
Do te amar demais
Ser um bom rapaz
Mas o mundo é grande
Do tamanho do talento
De Geraldo Nunes
Desbravador da arte
Da música e cultura
Que nos fez refletir
Sobre os brados fortes
Dos animais debaixo
Da cama na noite
Que se danava
E no fim a cobra mordeu
A velha e a história
Acabou num triste fim
Saudades da musicalidade
Das belas letras e melodias
Palácio. Sonhos de menino
De repente um sonho
O cenário é de cultura
A bela imagem que se
Desenha na praça Tiradentes
À noite a fonte jorra
Para o alto águas coloridas
Sob acordes de uma bela
Ária que encanta
O banco de cimento
Alimenta a esperança de
Grandes amores
Do outro lado a casa da
Arte exibe as aventuras
Da era do gelo
Filmes e animações
Tempos de reminiscências
Recordações artísticas
O poder econômico sepultou
O lazer, a cultura, arte
Sonhos do Menino
Do Mucuri deixam
Rastros de saudades
Oh, Palácio de lembranças!
Mil e coloridos que impregnam
O tempo de outrora, amor e sedução
No coração a lembrança
Da grama bem cuidada
O verde exuberante
Da beleza que exala
O Néctar do prazer de criança
Oh, Palácio Tu és
Eterno em nosso tenro
E plangente coração
"Sem uma cultura da redação técnica, sempre teremos empresas que são frágeis na alma."
(Gladston Mamede, Eduarda Cotta Mamede e Roberta Cotta Mamede. "Manual de Redação de Contratos Sociais, Estatutos e Acordos de Sócios". Editora Atlas)
A doença do sucesso
Surtos de ansiedade e depressão. Frutos da nova cultura de pessoas jovens e bem-sucedidas.
O problema é querer buscar sucesso, a qualquer custo, o mais rápido possível.
Esquecemos que para alcançá-lo existe um caminho, é nele que a vida acontece.
Escute a sua mãe: "você não é todo mundo".
Cada um tem um caminho diferente e muitas vezes ele não te leva ao sucesso. Se você aproveitá-lo, pode não chegar aonde você queria, mas terá um vida mais saudável e feliz.
Esqueça o destino, aproveite o caminho. Sucesso é viver e estar bem.
A religião é profundamente entrelaçadas com a identidade de uma pessoa, cultura, etnia, raça, gênero, e claro orientação política.
Então não faz sentido querer divorciar religião da política, fazer isso não é democrático. A legislação que assegura o direito a liberdade de expressão religiosa é a mesma que garante o Direito a democracia.
É lamentável que em pleno século XXI o povo não entenda que TODOS tem direito ao voto bem como a manifestação política.
O fato de eu ser cristão não me torna menos cidadão que os demais.
Recife
Além de suas praias, cultura e história riquíssima,
A capital pernambucana chamada de Veneza brasileira,
Tem em sua gente grande atrativo turístico e cultural,
Sem deixar de oferecer suas variedades de programas!
Recife tem belos passeios de barco pelo rio Capibaribe,
As noitadas desta cidade são agitadas nas boates e bares.
Espaços culturais e artísticos simples, mas convidativos.
A novidade agrada os turistas pelos roteiros inusitados!
Nação
O Brasil é uma nação
de sotaques diferentes
isso é miscigenação
da cultura irreverente
eu aceito o teu mermão
e tu respeita o meu oxente.
São João é arte, São João faz parte
Cultura que nunca vai morrer
Que nunca vamos esquecer
Forró é bom pra danado
Por isso eu fico lisongeado
De fazer parte do nordeste
Onde só tem caba da peste
Mulher bonita nunca faltará
Nordeste é o melhor lugar
Onde eu nasci, me criei e quero ficar
É uma família irei formar
Época boa para curtir e brincar
São João, São Pedro e muito santo
Nem que eu queira, eu vou lembrar
E o forró não pode parar
Nordeste com muito milho assado
Comidas típicas, não pode faltar
Pé de moleque, cuscuz e mangunza
Cangica, amendoim e broa de fubá
Oh nordeste pra eu gostar
São João melhor época para visitar
Não faltará forró nem quadrilha pra dançar
Oh lugar bom de se morar.
Na cultura do desempenho e da comparação constante,
a liberdade se mascara em obrigação,
e a subjetividade se redesenha entre autonomia e vigilância.
A cultura humana parece uma tapeçaria viva, nunca pronta.
Convenções e consensos construídos historicamente e socialmente se entrelaçam, se cristalizam e depois se desfiam, em processos constantes de construção, desconstrução e reconstrução.
Nada é absolutamente fixo, porque a realidade muda e nos convida a repensar.
Moral, costumes, leis — tudo parece provisório; tudo é relativizado, nada é absoluto.
Quando pensamos ter tecido um consenso duradouro, ele se transforma nos dedos inquietos de novas gerações e nas várias queixas que alimentam um ciclo sem fim.
A crítica constante é também força criadora, que renova mesmo diante do desgaste. Para uns, esse incessante desfiar é desesperador; para outros, libertador.
Cultura: consensos tecidos, em teia entrelaçada entre passados e presentes.
Nada é fixo, tudo oscila e se desfaz, moral, ética e lei, fios que se fazem e refazem.
Várias queixas num ciclo sem fim, desfiar constante, dor e alívio, enfim.
Para alguns, pranto, trabalho e desespero, para outros, renasce o sonho verdadeiro.
“Capoeira é arte, é cultura e é resistência. Quem persevera na roda da vida na Roda da capoeira , nunca para de lutar.”
Axé a todos! ✊🏽⚡️
Capoeira é mais que luta. É vida, é história, é transformação!
O ser humano e a cultura: um contraste com a tecnologia
O ser humano é um reflexo da cultura em que está inserido.
Tudo o que produzimos — ideias, costumes, arte, ciência, religião, valores — é cultura.
E é através da cultura que nos relacionamos com o outro e com a realidade.
O ponto de encontro de toda a humanidade deveria ser o conhecimento.
Existe uma longa e rica história de saberes acumulados, construída por gerações.
Hoje, esse conhecimento está mais acessível do que nunca.
A tecnologia avançou de forma impressionante:
Máquinas inteligentes, viagens espaciais, redes globais, inteligência artificial.
Mas o ser humano…
continua, em muitos aspectos, nos tempos das cavernas.
Ainda somos guiados por impulsos egoístas, medos antigos, violência, ganância.
Falta consciência, empatia, sabedoria.
Mas há uma saída.
A cultura pode ser o caminho da evolução humana.
Ela pode nos tornar melhores, mais humanos, mais conscientes, mais compassivos.
Se evoluíssemos culturalmente na mesma velocidade com que evoluímos tecnologicamente,
o mundo seria outro.
