Poema Maos de Semeadora Cora Coralina
Todas as mãos que te soltaram
não eram as minhas.
Todas as bocas que te beijavam e
juravam amor,não era a minha.
Todas as pessoas que te prometeram
e não cumpriram,não era eu.
Por favor,
Não desacredite do que eu sinto,
Nem subestime meu amor.
Me deixe ao menos me defender,
É uma Injustiça ser condenada pelo
crime dos outros.
Te quero com tudo e pelo que és quando estas comigo
desde a cabeça ao coração,
as mãos...
E mesmo quando te vais, me deixando só...
Se me perguntarem porque tentei tantas vezes
Eu digo:sabia que era amor, o amor da minha vida....
Mas temo, e não sei explicar porque meus pés sempre regressam
a ti...
..
Tenho notado, que seus lábios já não buscam os meus.
Seu olhar já não se perde no meu.
Tuas mãos buscam contatos, que não com o meu corpo, que ainda deseja o seu.
Seus elogios, hoje críticas, seus carinhos, hoje adormecidos, esquecidos.
O romantismo ficou em livros.
Já não existem mais frases e nem juras de amor.
O eu te amo, distante ainda ouço, com a sensação, que a qualquer momento se esvairá.
Então desejarei ficar surdo para fazer de conta que ainda falas mas sou eu que não escuto.
"Quando a vejo, algum peso dobra meus joelhos , involuntariamente, se confundem minhas mãos e minha alma diante de ti todos abertos - assim como a flor se abre ao ver o Sol" - "A Serpente e Lily" de Nikos #Kazantazakis 1906
"Όταν σε βλέπω κάποιο βάρος λυγίζει τα γόνατά μου, άθελα σμίγουν τα χέρια μου και η ψυχή μου όλη μπροστά Σου ανοίγει – έτσι ανοίγει το λουλούδι όταν το ιδεί ο ήλιος…" - 'Όφις και Κρίνο' του Νίκου Καζαντζάκη 1906
Nikos #Kazantzakis sob o pseudônimo de Petros Psiloritis, abril 1914
Pintura: Vincent Van Gogh, 1890
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#nikoskazantzakis #Kazantzakis #sebastianvassilopoulos #vassilopoulos
De mãos dadas eles se enlaçam
Se amam
Se tocam
Duas almas não poderiam estar mais unidas
Do que na hora do adeus
O bom do amor é isso
Hoje tem adeus
Amanhã também
E depois de amanhã
Depois de todo adeus
Eles chegam
E vão
Pois não há nada como um amor que todo dia é paixão.
Boa noite menina...
O dia se vai, a tarefa foi realizada e agora de mãos abertas entregar nossos feitos e realizações, produto de nossos dons e talentos, nas mãos do Pai amor, para que abençoe e glorifique nossas ações.
Se não conseguimos realizar tudo que tínhamos planejado, não levemos preocupações para a cama, mas sim agradeçamos porque acima de tudo fizemos o melhor que nossas intenções permitiram e guiaram.
Agora o momento é de calma e relaxamento, deixar que as emoções que nos acompanharam durante o dia nos cubram de satisfação e alegria.
E neste clima de benção e paz, deixar que o sono nos envolva e conduza a outro novo dia de alegria, calor e muito amor.
"Quando Estou Perto De Você, Meu Coração Acelera, Minhas Mãos Soar, Seu Cheiro Me
Leva As Nuvens,
Sinto-me Flutuando Em Meus Pensamentos; Amor"
Em Busca
Mochila nas costas,
mapa nas mãos.
As ruas são desconhecidas.
O olhar repentino para os lados,
busca conhecer o desconhecido.
As pessoas estão imóveis,
poucos andam pela rua
na manhã de céu nublado.
O café quente da xícara,
esquenta a alma do ser inquieto.
A mente em movimento,
ás vezes, acaba ficando dispersa.
O mapa é complicado,
não diz onde vai parar.
O objetivo fica cada vez mais longe,
e aparenta ficar cada vez mais perto.
Pausa para um café,
observando o casal na outra calçada.
Ela tem cabelos vermelhos,
eles pintam o cinza da manhã.
Por fora, ele é frio como este vento gélido,
e seus olhos demonstram o quando a ama.
Calor no coração...
O casal some, o café acaba, a conta é paga.
Olhos no mapa, rumo ao objetivo.
Pela rua, pela floresta, pela estrada
que aos lados não se vê nada.
A música que toca diz:
"Se começar foi fácil, difícil vai ser parar..."
E move o corpo que vai em busca do novo,
do desconhecido, do belo, do indecifrável.
Do objetivo que está no mapa,
que nos leva ao que aparenta ser impossível,
inconquistável.
Às adventures...
-Chris Reis
Já trilhei caminhos "certos",
hoje ando a esmo;
e se junto as mãos
não é pra encontrar ninguém
senão a mim mesmo.
A Caridade de Um Amor Capaz
Quantos muitos de ti se dará pra alguém?
Erguem-se as mãos, pondo teu coração,
Na troca dos vazios, comina canção,
Pra voz da miséria que cessa... Amém!
De quanto nó teu peito desfaz e expurga?
Solidária à vontade, por amor... Ajuda!
Traça beira união que sempre comunga
Em feitos d’alma, transborda e inunda.
Busca repartida da dor que corta e sai,
De névoa em cor, partícula, libera e vai
Para o mundo juntar pros bons que faz.
E quanto da união à bondade aponta,
Hostil e egoísmo por cair se encurta,
E lança a caridade de um amor capaz.
É como se estivéssemos em um labirinto escuro. Estamos com o mapa em mãos, mas enquanto você acende a vela para enxergar o caminho, eu apago.
Você pergunta: "por que apagou a vela?”.
Eu respondo: "Que vela?”.
Impactante foi a ruptura
Como fossas oceânicas se abriram em seu peito
As mãos perfuradas pelos pregos da tendenciosidade
Mas o sorriso no rosto permaneceu
Lhe castigaram, farparam sua honradez
Fizeram eles apenas seu insucesso apenas mais uma chance de tentar
Desistir em sua missão não é opção
É imposição
Macularão nossas casas, separam nossas famílias
Conseguiram devastar a nitidez
Nossas cabeças corrupiaram de uma forma
Que sentimos abandono
O que provocou a morte, o jeito sua forma
Os deixou mais maciço
Isso talvez explique o fato de tanto calvário
Pensariam assim que seriamos humilhados e fatigados
O sucesso se tornou um aldravão
Se baldamos na tarefa, e vimos o tolo vencer nela
Foi provado que em cada hematoma, cissura a derrota mostrou seu valor.
SERÁ
Será que deixarias eu sentir
o calor das tuas mãos tão macias?
Será que deixarias eu sentir a maciez
dos teus lábios todos os dias?
Será, que eu teria a suavidade
dos teus cabelos, e dessa pele,
sobre a minha?
Será que eu poderia te ter, entre os braços
bem solta me beijando, pondo-os a minha volta?
Será, que para a minha alegria aceitarias
seres só minha pela vida , todos os dias?
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Ciências e Artes
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
ACORDA de mãos dadas com o PAI!
Não importa os pesares que carregamos durante o dia que passou.
Importa mesmo é começar o novo dia, deixando para trás tudo que causa dor e sofrimento.
Hoje tenho um novo capítulo do livro da vida a ser escrito.
E darei e farei o meu melhor junto ao Pai!
Mãos delicadas
pousam na própria angústia.
Fosse ela animal de estimação
acalmava-se - e dormia.
Eliana Mora, 14/agosto/2003
Aconchego que não tem beijo
Palavras ou caricias que seja maior
Que esse laço que é feito de mãos e braços.
Onde dois corações encontram-se, sentem-se
E se harmonizam no mesmo compasso.
O abraço traduz qualquer língua,
Não importa se quem se abraça
Faz parte do mesmo país.
No momento que se enlaçam
Ele tudo diz.
Sem entoar sons,
Seduz, perdoa, felicita, consola.
E, muitas vezes, é através dele
Que muitos não controlam
As emoções guardadas.
Há muito resguardadas.
E dentro daquele espaço,
Encostado no peito, ombro
E apertado entre braços,
Derramam lágrimas contidas,
Muitas vezes esquecidas
Dentro dos mais longínquos recantos da alma.
E depois de não mais segurar o que lhe machucam e assolam,
Tudo se acalma.
Porque dentro da redoma de braços
As dores presentes e as que estão por vir
Parecem que deixam de existir.
Pois esse círculo tão perfeito
Tem o poder de proteger
De tudo e de todos.
Mesmo que, às vezes, os braços que cercam
Acariciam e apertam
São frágeis, não são de aço.
Mas isso pouco importa,
Pois o poder do abraço é infinito.
Vai muito além de tocar o corpo,
Mas principalmente o espírito.
Cabelos Olhos Boca Mãos Joelhos Pés
Ao vento do momento
Cabelo ao vento
.
Olhos no momento
.
Boca no respeito
.
Mãos a deriva do ponto
.
Joelhos no sentido oposto
.
Pés na direção do vento, seguindo o momento, junto com o respeito chegando ao ponto, no sentido oposto...
.
Diante de todo esse furor, longe de todo horror
.
Hoje digo o vento me levou ao momento devido no respeito, que chegou no ponto oposto.
Poder sentir teu corpo ao meu
Ver meu reflexo em teus olhos
Sentir tuas mãos envolta do meu corpo
Cada suspiro é um desejo
O frio que nos incumbia, não sentimos mais
O suor de nosso copos nos uni
Naquele momento nenhum pensamento vem em minha cabeça
Somente tais sentimentos inexplicáveis
Dor e prazer ao mesmo tempo
É possível tal sensação?
Medo, prazer, duvida...
Eram os únicos sentimentos que vinha
Será que devo me permitir tal pecado novamente?
Sentir tal prazer, para que o desespero depois se instale em minha mente?
Meu corpo deseja se tornar o que eu mais abomino...
Porem minha cabeça diz algo totalmente diferente
Qual devo seguir?
Somente a duvida permanece de uma manha coberta de prazer
"A realidade em volta de nós é uma ideia quântica:
O tempo é nômade e nos foge das mãos.
Este hoje (transitório) será sempre um Déjà Vu.
E o amanhã (transitável) será sempre um 'Deus dará'."
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