Poema Maos de Semeadora Cora Coralina
Eu queria voar
Enquanto corria contigo de mãos dadas de frente pro abismo,
eu temi que no salto, nossas mãos se separassem,
Tu como ser imaculado que sempre foi, voaria naturalmente aos ceus,
A mim caberia a queda, e o chão.
Eu tentaria voar em sua direção inutilmente,
te veria afastando cada vez mais rapido,
e gradualmente sentiria meu fim.
Eu queria voar, beirei o abismo e me assustei,
O ceu pertence a ti, pois és divina,
Es agora tal nodóa do passado...
Enfim, eu temi , como tolo petrifiquei,
tenho a sorte de ver teu voo,
e de poder dizer a todos que tive o prazer de correr com voce,
e sentir tuas mãos, ora gelidas ora ardentes,
Tua pele tão pálido como seu nome diz,
Temo que se esqueças de mim...
Mas a ti sempre olharei aos ceus,
pensando no voo que por covardias e infortunios eu não fiz
Eu quis voar, olhando teu voo e a queda,
o abismo não parece tão ruim assim..
ANJO MORENO
Cabelos negros e soltos, mãos
finas de dedos pequenos, rosto
redondo, olhos grandes, boca
que beijos pedem e a cada um dado
busco da boca descer até o
pescoço, que me levam à maciez
de dois seios, neles os lábios
encosto e desço para o ventre macio
que aos céus me leva.
Deles avisto duas linda coxas que
terminam em dois pés pequenos e
delicados.
És uma escultura, teus olhos penetram,
inspiram.
Por certo és alguém que a este mundo
não pertence, um anjo deves ser, um
anjo moreno lindo, em forma de mulher.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista. RJ.
Membro Honorário da Academia de letras do Brasil
Membro da U.B.E.
Peças de madeira em pau-marfim
A linha dos olhos
faz flechas da cor de futuros
As mãos formam conchas
de pegar contentamentos
Os pés são grandes como
as telas holandesas realistas
O corpo inteiro é um tabuleiro
de jogar jogos de azar
As costas quadriculadas
As coxas quadriculadas
A boca quadriculada
Onde eu me finjo
de dama
SENHOR.... SENHOR meu meu DEUS, meu Redentor e meu Rei .... Toma minha vida tuas mãos pois, é teu meu Senhor todo meu ser...
Nesse mundo cruel me toma pela mão fazendo me seguir o caminho do Amor e do bem; desvia pra longe do meu coração, toda maldade fazendo me a ti um servo fiel.
Tu és a minha razão de viver !
Fala em mim teu falar e e queira em mim teu Querer.
Que seja pra te adorar enquanto eu viver .
Obrigado meu Deus !
Meteoros
Do estalar dos dedos
O suor das mãos abafa
O calor do corpo
Me sinto de mãos atadas
O viajar do cometa
No céu tatuado
Entre estrelas e meteoros
E o relógio atrasado
As mãos pressentem a leveza rubra do lume
repetem gestos semelhantes a corolas de flores
voos de pássaro ferido no marulho da alba
ou ficam assim azuis
queimadas pela secular idade desta luz
encalhada como um barco nos confins do olhar
ergues de novo as cansadas e sábias mãos
tocas o vazio de muitos dias sem desejo e
o amargor húmido das noites e tanta ignorância
tanto ouro sonhado sobre a pele tanta treva
quase nada
Para falar de amor
A casa vazia...
cada dia mais fria.
Sente falta de poesia.
Mãos calejadas
pra sempre caladas.
palavras cansadas
No sofá da sala jogadas.
Uma luminária fracamente tenta quase que inutilmente tudo iluminar...
Não há mais versos para versejar.
No canto da sala uma mesa e um computador... mudo, frio e vazio...
...esperando que alguém o use para de amor falar.
ALMA EDUCACIONAL
A Educação se mistura ao amor que temos com o próximo.
As mãos não devem serem escondidas,
Mas ser estendida!
Isso nos faz compreender,
A profundidade da alma educacional.
A vida humana tem sua dignidade,
E pelas verdades,
Somos capazes de resgatar,
Os que necessitam de nós.
Em uma das mãos trás o veneno
Na outra um copo de água
A noite é uma
De dia outra
Tenho a verdade mas prendo na boca.
Trabalho de Honra a Deus
Que trabalhe, trabalhando com as mãos o que é bom. - Efésios 4:28
Vários anos atrás, no território sul-africano de Kwa-Zulu, o governo cavou valas de irrigação em ambos os lados de um rio. Isso permitiu que a terra rica fosse cultivada. O cristão zulus de um lado do rio produzia safras exuberantes e prosperava. Os tradicionais adoradores animistas do outro lado continuaram a viver em extrema pobreza, produzindo quase nada no mesmo tipo de solo.
Por quê? Os cristãos acreditavam que eram responsáveis perante Deus por trabalhar arduamente e viver sobriamente. Seus vizinhos pagãos, por outro lado, viam o trabalho como responsabilidade das mulheres, enquanto os homens passavam o tempo bebendo e brigando.
A Bíblia nos diz que, como portadores da imagem de Deus, devemos “dominar. . . todo ser vivente que se move sobre a terra ”(Gn 1:28). Ela nos impele a trabalhar com nossas mãos para que possamos prover a nós mesmos e aos outros (Efésios 4:28; 1 Tessalonicenses 4:11). O trabalho, quando realizado com a atitude certa, pode ser prazeroso e recompensador. Provérbios 27: 23-27 retrata a bela interação de trabalho diligente de nossa parte e a fiel educação de Deus.
Seja qual for o seu trabalho, faça-o com diligência e gratidão. Através dela você encontrará prazer e experimentará a bênção de Deus.
Nós Te agradecemos, Senhor, por nos dar
A oportunidade de
trabalhar para ganhar nosso pão diário
e compartilhá-lo de bom grado. —Sesper
Quando Deus coloca o trabalho em sua vida, Ele espera que você coloque a vida em seu trabalho. Herbert Vander Lugt
** Valente Luísa_
Vou escrever até ter forças
Amo a vida demais para ficar parada
Levanto as mãos ao céu e agradeço
Elevo meu amor ao Pai plenamente
Num sopro de palavras escritas
Tento assim saciar minha alma
Erguendo a bandeira para o mundo
Luzes iluminam teu caminhar
Uma vitória seguindo contigo
Infinito é o AMOR
Sacia-o quando chegar a hora
Ama a vida porque Ela é bela!
Nos éramos destinados a ficarmos juntos
Disse ele.
Destino, o nome disso
Disse ele.
Nossas mãos entrelaçadas
Ou na rua, ou em quedas
Destino é o nome disso
Disse ele.
Mas seu corpo não encontro mais,
Não o encontro no meu.
Era destino, dizia ele.
Já é tarde demais, digo eu.
Durma o sono da eternidade,
Pois nesse mundo ele não acorda mais.
Estará vivo na minha mente e nada mais.
Mãos seguras
…a tua destra me salva. —Salmo 138:7
Edwin van der Sar, um goleiro da equipe de futebol do Manchester United, tinha duas mãos “seguras”. Ele impediu que a bola entrasse no gol da sua equipe por 1.302 minutos, o recorde mundial de uma temporada! O que significa que por quase 15 jogos, de 90 minutos cada, ninguém foi capaz de marcar nem um gol sequer, contra a sua equipe, enquanto ele estava defendendo as traves. Porém, um gol em março de 2009 pôs fim a esse recorde.
O salmista Davi encontrou conforto nas mãos mais poderosas — as mãos de Deus. Ele escreveu a respeito da proteção de Deus no Salmo 138: “…estendes a mão […] a tua destra me salva” (v.7). Assim como Davi, podemos esperar que as poderosas mãos de Deus nos guardem do perigo espiritual e da derrota.
Encontramos outra garantia da Palavra de Deus para os que seguem a Cristo em Judas 1:24-25: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória, ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém”. Não significa que jamais tropeçaremos. Porém, significa que não tropeçaremos de maneira que Deus não nos possa levantar.
As mãos seguras de Deus nunca falham — jamais!
Nenhum lugar é mais seguro do que estar nas mãos de Deus. C. P. Hia
quarta-feira, 10 de julho de 2019
Bate papo entre amigos
A morte e a vida andam de mãos dadas,
Cada uma em sua estrada.
De repente em um cruzamento,
Nada existe, é como vento...
Uma lufada e vira nada,
Portanto meu amigo...
Vem fique comigo,
Vamos dividir vida,
Carinho e amizade...
Nada mais bonito,
Que um dia colorido...
Bate papo, chimarrão,
Aperto de mãos...
Quem sabe aquele abraço,
Hoje seja a salvação.
às julho 10, 2019 Nenhum comentário:
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terça-feira, 9 de julho de 2019
Quando a canção tocar
Quando a canção tocar
Quando a tarde termina e a noite calma se aproxima,
Minha voz vai te buscar em suave melodia, um canto triste de saudade de quem o amor roubou seu coração um dia,
Deixo minha alma vagar e assim atravesso o infinito como em um conto bonito entramos em sintonia,
Bailamos e então matamos nossa saudade mesmo que seja em minhas fantasias, mas me diga, não é de fantasias que é feita a poesia? De belas e doces fantasias criadas dentro de um ser apaixonado, repleto de emoção...
A lua já vai alta e a melodia já está a terminar, tu me olhas como a pedir, vem, fica comigo, amanhã, quem sabe amanhã, outra canção nos fará encontrar,
Agora tenho que voltar, o rouxinol já começa a cantar..
Como uma bela canção entoada,
Minimalista,
Feita pelas mãos do Mestre,
Entre sons e silêncio,
Aguardo,
Faço-me e refaço-me,
Em letras disfarçadas,
Embaralhadas,
Acordes dissonantes,
Entre cordas e metais,
Tempos e contratempos,
Distraio-me,
Perdendo-me no compasso,
Partitura rasgada,
Vista embaçada,
Regida pelas mãos do Maestro,
Retorno,
Desprovida de semitons,
Permaneço,
Agradeço,
Olhos fixos no Maestro,
Até o fim do concerto,
Mantendo-me em acerto,
Plateia singela,
Quieta, feito vaca amarela,
Sem grandes aplausos ao findar,
Para que toda Glória ao Grande Maestro,
Eu possa dar.
A boca se fecha,
As mãos descansam,
O pensamento se cala,
A caneta repousa sobre o papel já marcado em letras,
Dentro de mim sempre claras,
Fora,
Um emaranhado de idéias,
Até hoje nunca entendido,
Há os que se fizerem à saber,
Mas, era mentira,
Aos poucos desmoronava,
Ele era o álcool,
Eu era a tinta,
Sou azul,
Não sou eu que escolho o verso,
Sim, ele me escolheu,
E escorregando pelo papel,
Me mostra em letras,
Sou um pensamento aprisionado,
Liberto e compreendido pela esferográfica.
A gente se perdeu...
E eu nunca imaginei que isso era possível, hoje me vejo sem suas mãos para segurar, sem seus olhos para me encontrar, e sem seus beijos para viajar.
A noite da uma saudade de você, e de dia, parece que tá noite!
Meus pensamentos te procuram, passa um filme na minha cabeça.
Eu mergulhei nas profundezas, dói tanto essa tristeza, que nem sei descrever, só sinto, e sinto muito, por sentir tanto.
É sufocante, meus dias se tornaram longos. Que coisa engraçada, quando estávamos juntos, ríamos
tanto, que parecia que os dias voavam.
Eu via a luz nos seus olhos, que sina é a minha? Hoje me deparo com essa terrível escuridão!
Meu mundo caiu, ficou tudo cinza, é saudade que aperta, é frio que percorre meu corpo inteiro, e a única coisa que me acalma, é lembrar do jeito que você me olhava.
Me lembro como se fosse ontem, que me apaixonei, pela sua mania de sorrir com os olhos, ao olhar para mim.
Talvez um dia, a gente se encontre!
_Talvez!
É fácil sentir saudades de alguém que só está longe,
difícil é, sentir saudades de alguém que sabemos que não pode voltar!
É por isso que prefiro pensar, que a gente só se perdeu no trem da vida. Porque o amor verdadeiro, não tem fim, e eu te amo além do meu olhar!
Texto de #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados
20/07/2019 às 13:00 horas
Favor manter créditos ao autor original #Andrea_Domingues
Se me disseres que sou sua opção
De seguirmos juntos pela vida
De mãos dadas, ombro a ombro
Compartilhando ideias e sentimentos
Direi-te, sem pestanejar, de pronto:
"Faremos muito mais que isso"
Pois, a estrada que escolheremos
Trará oscilações, jamais decepções
o choro
era domingo.
passava pela rua Janice
com sua filha de mãos atreladas.
olhos bem abertos e verdes.
era domingo de ventos
num desses
um cisco
num outro Janice
a moça de olhos bem abertos e verdes
cisco que pousa em olhos bem abertos e verdes.
dessa vez era o de Janice.
lágrimas desciam
a polícia passava
e Janice a moça de olhos verdes e grandes não parava de lacrimejar
Janice era branca, mulher fina
e muda.
sabe-se lá porque que na tentativa de acalmar as lágrimas dos olhos
seu dedo flechava Muriel
Muriel. quinze anos.
fazia compra para sua mãe Katia na feira.
provava das uvas das senhoras que lhe oferecia uvas.
uvas, sorriso não.
sabe-se lá o que fizera na vida Muriel.
se nascer não bastasse.
volta-se ao fato não previsto por Janice,
nem mesmo pelas senhoras da uva.
Muriel terminaria estirado numa das tabas com as uvas,
uvas acopladas de sangue.
num desses domingos de vento
Muriel sentia pela última vez o cheiro de uvas
e na calçada do morro
punha-se a chorar Katia
o choro.
o choro da viúva, mãe de dois filhos
empregada doméstica
e moradora da periferia.
invisível que era
só se via lágrimas a descer.
lá do alto.
Em troca de favores desse mundo
Muitos. Sem perceber,
Tem caído nas mãos do imundo.
O tempo todo. Orai e vigiai.
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