Perigosa
Portas são mudanças, e mudança é uma necessidade perigosa. Portas são revoluções e convulsões, incertezas e mistérios, eixos em torno dos quais mundos inteiros podem ser girados. São o começo e o fim de uma história verdadeira, as passagens que levam a aventuras e loucuras e até ao amor. Sem portas, os mundos ficariam estagnados, calcificados, sem histórias.
Sobre a depressão.
Ela é feroz, perigosa e pode ser dominada.
Sensações de humor em oscilação são normais.
Para dominar a depressão, o sujeito precisa entender a força como ela acontece e sentir sua dimensão, aceitar e ficar atento que isso é um ciclo que vai passar quando eu me conhecer melhor e buscar ocupar a mente em atividades e em conhecer o universo por meio do conhecimento.
Ela é como uma caixa de pandora,
nem todos conseguem lidar,
perigosa, se for subestimada,
de imprevisíveis sentimentos,
cada um terá dela o que cativar
e quiçá, intensos momentos.
Olhos refletindo o rio, corrente profunda
Tu és Manaus, cabelos, pele morena
ardente, perigosa, nas noites tempestuosas
Há quem te ame, há quem te odeie apaixonadamente.
Trincheiras
Vivemos dentro de uma trincheira, de um lado o amor e do outro a guerra, zona perigosa, pois ambos os lados assustam, mas as partes exigem coragem, guerrear e pôr a vida a prova, amar e buscar a contraprova, é uma ladeira, cheia de poeira, vara de jumento, madeira, é nada, pura nostalgia, é o que se vê todo dia, oportunidade que vai e vem, meu amor, meu bem, meu grito de liberdade, quando se guerreia de verdade, por uma razão, mais um tostão, não, ignorância do hipócrita cristão, ladrão, sei não, uns no berço de ouro, outro na vida cão, os elementos mais sórdidos possíveis, numa sociedade de passiveis, e nós, não conseguimos sair da trincheira, pois o amor é coisa verdadeira, e a guerra não é brincadeira, nosso solo Brasil, diante de sufoco febril, o vírus e nós mergulhados nas paixões, ou não, tem vencedores ocultos, que nesse mundo maluco consegue enxergar, um madeiro, uma cruz, quem permite ser luz e isso me seduz, como uma clareira, que me tira da trincheira para chorar, comigo guerrear por não conseguir amar.
Giovane Silva Santos
Vivemos uma onda perigosa (e doentia) de produtividade tóxica.
É comum sentir-se culpado por não estar trabalhando e produzindo. O resultado disso é uma legião de pessoas doentes.
Permita-se relaxar e descansar. Sem isso, você adoecerá — e nunca será plenamente produtivo. Seu cérebro e saúde agradecem.
A inveja da felicidade alheia é uma armadilha perigosa que nos prende em uma espiral de insatisfação e amargura. Quando nos comparamos com os outros e nos sentimos inadequados em relação à felicidade que eles possuem, perdemos de vista o que realmente importa em nossas próprias vidas. A inveja nos impede de apreciar o que temos e nos mantém presos em uma busca interminável por algo que nunca nos trará satisfação verdadeira.
Quando a pessoa não consegue controlar a sua mente ela se torna tão perigosa para si e os outros. Furucuto 2020
