Palco
"No palco da vida, somos a vítima, o mocinho e o bandido. Simplesmente
porque desde os primórdios, nós, a sociedade, damos audiência a um constitutivo personagem travestido de bom samaritano, sobretudo, marasmo de uma intolerância autocrática a despeito do público que o assiste."
“No palco da sua mente, duas peças disputam a cena: a razão, serena e ponderada, e a emoção, vibrante e impulsiva. Cabe a você, o maestro da sua própria história, decidir qual melodia irá reger seus atos.”
(Provérbios 4:23; 16:32; 25:28)
Quando a mente carece de conteúdo, até um prato de comida vira palco.
Mentes ricas produzem pensamentos; mentes pobres de significado produzem exibição. Onde falta substância, sobra necessidade de aplauso.
Quanto mais escassa a profundidade, maior a necessidade de transformar o trivial em vitrine.
No palco da igreja, querem ser estrelas, brilhar intensamente sem pagar o preço, sonham com os aplausos, com a luz dos holofotes, mas a busca da glória se torna um fardo um lote.
Chamado Não É Palco, É Cruz
“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me.”
(Lucas 9:23)
Quem carrega o brilho do Céu
não precisa de palco nem de plateia.
Sua luz não depende de holofotes,
pois vem do alto, vem da Estrela da Manhã.
A primeira e essencial mudança sempre é a do pensamento. O palco da vida exige atores coordenados e organizados.
Se continuarmos dando palco aos que usam o nome de Deus e da Igreja para se esconder, aparecer e se promover, muito em breve seremos os culpados pelo livro mais lido e menos vivido se tornar o mais evitado no mundo.
