Os Inocentes de uma Guerra

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Uma forma heroica de se atuar na guerra é evitar o numero de vítimas.

Inserida por sergio59

UM GRANDE AMOR EM MEIO A AGONIA DE UMA GUERRA


Nasceu no dia 22 de abril de 1970, em Itaúna (cidade localizada no Estado do Mato Grosso do Sul) Elizeu Andrade da Costa.
Elizeu estudou em escolas públicas e aos 19 anos de idade começou a estudar medicina em uma faculdade federal . Cinco anos se passaram, Elizeu foma-se e torna-se um homem competente e muito bem sucedido. Ele carregava em seu coração uma grande simpatia pela vida.
Muitas pessoas foram salvas pelas suas mãos, isso era para ele um prêmio doado por Deus.
Elizeu casou aos 25 anos de idade, sua felicidade ficou completa quando nasceu em 11 de agosto de 2001, sua filha Eliza.
Em 2002, foi considerado o melhor médico cirurgião do Brasil. Diante de tanto sucesso recebeu uma proposta da ONU (Organização das Nações Unidas) para fazer parte de uma equipe médica da Cruz Vermelha. Como seu maior prazer era salvar vidas, imediatamente ele aceitou a proposta.
Elizeu e sua família viajaram para Beirute no Líbano. Depois de algum tempo Elizeu e sua família foram nacionalizados libanêses.
Seu trabalho era sempre o mais destacado durante vários conflitos de guerras.
Elizeu era chamado “mão-de-anjo”. Recebeu esse apelido por ter salvado várias vidas, as quais já estavam consideradas sem chances de sobrevivência para outros médicos. Isso se dava devido à sua fé, coragem e persistência. Elizeu mantinha consigo o conceito de que enquanto ele acreditasse que havia um jeito para solucionar o problema, mais chances teriam seus pacientes.
Ele presenciou grandes sofrimentos. A todo instante chegavam soldados e cidadãos comuns ensanguentados, membros amputados, com perfurações de balas... uns em meio a tanta agonia pediam por amor à Deus para não deixá-lo morrer, outros para que dissessem aos seus familiares que os amam.
Diante de esses fatos, Elizeu aprende a dominar suas emoções e a não deixar que seus sentimentos superasse seu trabalho.
Em 2006, um confronto entre uma organização com atuação política e paramilitar fundamentalista islâmica xiita sediada no Líbano (Hezbollah) e o exército de Israel, leva o país à ser bombardeado. Elizeu na tentativa de proteger sua família embarca sua esposa e sua filha em um ônibus que estava destinado à retirar os civis e colocá-los em um lugar seguro. Elizeu não embarca, afinal ele é médico e havia muita gente precisando de ajuda.
O ônibus partiu... da janela sua filha despediu-se sorrindo.
Quinhentos metros adiante o veículo foi atingido por um explosivo poderoso que foi lançado sobre a cidade. Ele viu as chamas e correu em direção ao local do acontecido. Na sua memória nada existia... seu corpo nada sentia... parecia está morto naquele momento. Ao se aproximar viu o ônibus ainda em chamas. Ele parou... escutou... na esperança de ouvir um gemido, um grito de dor, um pedido de socorro; mas nada ouviu. Elizeu olhou para o céu e perguntou a Deus:
-Por que deixasse acontecer essa tragédia com a minha família? És justo comigo Senhor? Eu dediquei a maior parte da minha vida a salvar a vida do próximo. Então diga-me Deus, o que fiz para merecer tão grande sofrimento?
Elizeu sentou-se no chão e chorou amargamente... Erguendo rapidamente sua cabeça, direcionou sua visão pouco mais adiante e viu um pequeno corpo estendido. Correu... quando se aproximou reconheceu sua inocente e querida filha (Eliza havia sido lançada para fora do veículo pela força explosiva), Elizeu se agachou tomou Eliza em seus braços e percebeu que ela ainda estava viva. Ele olhou o corpo da menina negrito pelas chamas e viu em seu pequeno braço uma pulseira dourada que apresentava escrito o nome “Eliza” gravado em um pequeno pingente. Esta pulseira estava penetrada no pulso da garota. O desespero dele ficou ainda maior quando olhou para os membros inferiores de sua filha e viu apenas um. A perna direita de Eliza estava decepada pelos estilhaços. Eliza perdia muito sangue, ele ficou desesperado e outra vez lamentou dizendo:
-Meu Deus! Tantas vidas foram salvas por mim e agora vejo minha filha morrendo em meus braços e nada posso fazer! Acabei com o sofrimento de tantas famílias, exterminei as dores de muitas pessoas. Mas nesse momento quem acabará meu sofrimento? Quem aliviará as dores de minha filha?
Elizeu apertou Eliza contra seu peito e sentiu que o coração dela soltava os últimos batimentos. Sua filha morreu em seus braços. Para Elizeu parecia que o mundo desabava sobre sua cabeça e o inferno se agarrava aos seus pés. Naquele momento ele soltou gritos de agonia, de tristeza, de desespero e dor, mas, o som de sua voz não saia, não podia ser ouvido. Era como estivesse perdido entre os astros do universo.
Ele levantou-se todo molhado pelo sangue de sua filha, apanhou a parte amputada da perna da menina e com a outra mão sustentou o corpo da criança contra o seu. Daí então, correu desesperado rumo ao infinito em direção à lugar algum.
Desde então, não houve mais nenhuma notícia de ambos. Alguns dizem que ele também morreu, mas seus corpos nunca foram encontrados. Outros dizem que Deus transformou-os em estrelas e fixou-os no ponto mais alto do céu.
Eu não sei ao certo o que aconteceu, só sei que a guerra é CRUEL.



Cláudio Soares

Essa história foi baseada em um sonho com estudo em fatos reais da guerra entre Israel e o Hezbollah, considerado pelos Estados Unidos, Israel, Argentina, Canadá, Reino Unido e Países Baixos um grupo terrorista. Essa milícia é responsável por diversos serviços sociais no Líbano a tradução de Hezbollah partindo de Deus.

Inserida por ClaudioSilvaSoares

Não acho nada engraçado pôr uma criança junto com o pai para falar de guerra. - isso não é jornalismo, é sim, uma tremenda aberração.

Inserida por GilNunes

Enquanto não houver preconceito, não haverá guerra

Inserida por Prince0890

Às vezes a guerra é urgente, pois as bombas estão prestes a perder a validade.

Inserida por BlogOPlebeu

A guerra são interesses, onde os interessados saem ilesos.

Inserida por EneioPereira

Que cada um cuide de sua guerra interior, e deixe o outro viver em paz!
Sandra Lima.

Inserida por sl44

Queremos paz e lutamos por ela, mas estamos prontos para guerra

Inserida por chefdimanno

De fome de sede ou de guerra
Qual será o fim do homem na terra?
Alguns matam pra viver
Outros vivem pra matar
De um jeito ou te outro
Mulheres bebês ou garoto
O fim, sim chegará.

Inserida por iagofernandes5

" A guerra não leva à nada. Ao contrário, leva tudo. "

Inserida por EdielRibeiro

"Me custa acreditar que o coração de um homem, possa existir espaço para tanta guerra"

Inserida por tatyanenicklas

" ...Deus Nos Deu Armas...
Não Pediu Para Ir À Guerra..."
" ...Deus Nos Deu A Vida...
Você Quem Decide O Quanto
Quer Viver..."

Inserida por AmandaDs16

A guerra

Foi tudo tão rápido, inesperado
Em um instante você estava aqui
E no outro não
E todo o peso que dividíamos caiu sobre mim
E tudo que existia aqui desapareceu
Eu me vi presa em uma arena
Os soldados começaram a chegar
Um por um
E suas armas estavam apontadas para mim
Foi tão confuso, assustador

Eu me lembro de quando estava lá
Sem o chão e as paredes; sozinha
Eu me lembro de toda a dor
Ainda carrego a marcas da batalha
Eu me lembro, eu me lembro de todos os momentos

Eu estava no escuro; sozinha e insegura
Vagando por terrenos desconhecidos, áreas perigosas
Eu tive medo de cada passo que dei
As sombras sussurravam, elas me chamavam
Elas vieram sorrateiramente e me disseram para desistir
Fizeram-me esquecer quem eu era
Me atacaram, me torturaram, me sufocaram
Elas me quebraram

Agora
Eu só tenho as cicatrizes e as memórias

Eu ergui e destruí barreiras
Eu caí incontáveis vezes
E você não estava lá para me levantar
Eu superei os meus próprios limites
E descobri que era mais do que você me fez acreditar
Eu transformei minha dor em armadura
Eu transformei minha esperança em espada
Eu me tornei uma guerreira
Uma guerreira solitária

Eu sorri quando deveria chorar
E chorei quando cansei de ser forte
Eu sangrei quando baixei a minha guarda
E gritei quando a dor me incomodou
Mas eu me levantei quando você menos esperou
Eu sobrevivi, eu venci

Agora
Eu vou apenas deixar para trás e ir embora

Inquebrável

Inserida por SuedPriscilla

Sem armas.

Não temos armas pra guerra
a seca domina o sertão
não tem mais verde na serra
não tem mais planta no chão
mais rachado do que a terra
só mesmo o meu coração.

Inserida por GVM

Sabe aquela guerra interna, que todo ser humano trava dentro de si, entre o bem e o mal? Hoje estou num conflito mais difícil que esse, estou pesando em mim o que prevalece, se a joia rara ou a bijouteria...

Inserida por AngelaBeatrizSabbag

Quando conseguimos vencer a guerra que acontece dentro de nós, estamos preparados para enfrentar qualquer outra.

Inserida por gregorybarros

o mundo é assim por que é mais fácil brigar que ama, a preguiça declara a guerra, a guerra encoraja os maus.
entusiamos de um, comove pouco, se o entusiamo surge de esperança e sonhos.
a realidade que da a dor, e a esperança que alivia.

Inserida por fernandoceesar

O homem, a guerra, o desastre e o infortúnio

“Que estranho bicho o homem. O que ele mais deseja no convívio inter-humano não é afinal a paz, a concórdia, o sossego coletivo. O que ele deseja realmente é a guerra, o risco ao menos disso, e no fundo o desastre, o infortúnio. Ele não foi feito para a conquista de seja o que for, mas só para o conquistar seja o que for. Poucos homens afirmaram que a guerra é um bem (Hegel, por exemplo), mas é isso que no fundo desejam. A guerra é o perigo, o desafio ao destino, a possibilidade de triunfo, mas sobretudo a inquietação em ação. Da paz se diz que é podre, porque é o estarmos recaídos sobre nós, a inatividade, a derrota que sobrevém não apenas ao que ficou derrotado, mas ainda ou sobretudo ao que venceu. O que ficou derrotado é o mais feliz pela necessidade iniludível de tentar de novo a sorte. Mas o que venceu não tem paz senão por algum tempo no seu coração alvoroçado. A guerra é o estado natural do bicho humano, ele não pode suportar a felicidade a que aspirou. Como o grupo de futebol, qualquer vitória alcançada é o estímulo insuportável para vencer outra vez.
Imaginar o mundo pacificado em aceitação e contentamento consigo é apenas o mito que justifique a continuação da guerra. A paz é insuportável como a pasmaceira. Nas situações mais vulgares, nós vemos a imperiosa necessidade de desafiar, irritar, provocar, agredir, sem razão nenhuma que não seja a de agitar a quietude, destruir a estagnação, fazer surgir o risco, a aventura. É o que leva o jogador a jogar, mesmo que não necessite de ganhar, pelo puro prazer de saborear o poder perder para a hipótese de não perder e ganhar. A excelência de nós próprios só se entende se se afirmar sobre o que o não é.
Numa sociedade de ricaços ninguém era feliz. Seria então necessário que por qualquer coisa houvesse alguns felizes sobre a infelicidade dos outros. O homem é o lobo do homem para que este possa ser o cordeiro daquele. Nenhuma luta se destina a criar a justiça, mas apenas a instaurar a injustiça. O homem é um ser sem remédio. Todo o remédio que ele quiser inventar é só para sobrepor a razão ao irracional que de fato é. Toda a história das guerras é uma parada de comédia para iludir a sua invencível condição de tragédia. A verdade dele é o crime. E tudo o mais é um pretexto para o disfarçar. A fábula do lobo e do cordeiro já disse tudo. A superioridade do homem sobre o lobo é que ele tem mais imaginação para inventar razões. A superioridade do homem sobre o lobo é que ele tem mais hábitos de educação. E a razão é uma forma de sermos educados.”
Vergílio Ferreira, in Conta-Corrente IV

Inserida por OswaldoWendell

Injúrias

Na guerra das línguas, a primeira a morrer é a verdade.

Inserida por IoneZero

A guerra é o principal inimigo da humanidade

Inserida por dafbarbalho