Ofício
Lecionar é um dos ofícios mais sublimes da humanidade. Não existe nobreza maior do que ensinar e desenvolver os outros.
Aquele que se interessar pelos ofícios e artes que os avós faziam e se especializar nisto, indubitavelmente, ganhará muito dinheiro. A geração atual, seja ela 'y' ou 'z', está mais interessada em pagar do que em aprender a fazer.
Pessoas tolas agarram-se a oficios feito trabalho ou alguém, dedicando seu tempo a anular-se.
Esquecem que em breve cairão doentes e em seguida mortos.
Inconscientes abdicaram o tudo da vida por devoção a estes alvos imaginando que mudarão os tais ao seu modo próprio de ver a vida.
Porém num futuro próximo desencarnarão odiados, mal falados, endemonizados e pior, infelizes e arrependidos.
A vida não precisa ser uma jurisprudência.
Entre os vários ofícios que exercemos, o de maior relevancia, é em sermos o gari, ou o lixeiro. Correndo atrás dos lixos tóxicos, para jogá-los no caminhão da limpeza da alma, para que não haja acúmulo das imundície em nosso redor. Lixo, atrai ratos, baratas, mal cheiro. E principalmente , os porcos, que trazem consigo, doenças como inveja, maledicência, intrigas. Tudo isso, gerado , em consequência da nossa autorização, em deixarmos os porcos definir onde dispensar ou não os lixos diários que são acumulados na nossa porta
Precisamos executar os nossos ofícios com um gostinho de céu, como uma antecipação já aqui e agora do Reino que pregamos e sinceramente anunciamos.
Ofícios da cozinha que toda cozinheira deveria aprender sozinha é quando ela descobre com alegria o que fazer da sua maestria.
Amar-te-ei nos ofícios da verdade, confortando e respeitando suas inseguranças, assegurar-te-ei para as suas certezas à felicidade;
Portanto deposite-me total confiança para um doce refrigero ao seu coração;
Sejam quais forem as suas escolhas te firme em tuas próprias certezas de que seu coração lhe afirma;
Tenho tantos ofícios e sempre pesquisando e aprendendo nas mais diversas áreas do saber, que para mim mesmo por tanta curiosidade me aproximo de uma personalidade de estelionatário. Um contumaz contador de estórias.
Os bons ofícios de um funcionário público, reflete a boa ou má educação recebida no seio dos seus progenitores, pois, somos relativamente resultado daqueles que nos deram as primeiras orientações para seguirmos pelo mundo.
De repente bateu aquela vontade de ensinar o PADRE a rezar a MISSA? Pois comece a sua explanação em LATIM.
Não domina o idioma? Considere calar.
E entenda a parábola. É mais fácil que entender do ofício alheio.
De pé a Mãe dolorosa,
junto da cruz, lacrimosa,
via Jesus que pendia.
No coração transpassado
sentia o gládio enterrado
de uma cruel profecia.
Mãe entre todas bendita,
do Filho único, aflita,
à imensa dor assistia.
E, suspirando, chorava,
e da cruz não se afastava,
ao ver que o Filho morria.
Pobre mãe, tão desolada,
ao vê-la assim transpassada,
quem de dor não choraria?
Quem na terra há que resista,
se a mãe assim se contrista
ante uma tal agonia?
Para salvar sua gente,
eis que seu Filho inocente
suor e sangue vertia.
Na cruz por seu Pai chamando,
vai a cabeça inclinando,
enquanto escurece o dia.
Quando chegar minha hora,
dai-me, Jesus, sem demora,
a intercessão de Maria.
Nosso ofício, falo de teatro, não nos deixa provas. A posteridade não nos conhecerá. Quando um ator pára o ato teatral, nada fica. A não ser a memória de quem o viu. E mesmo essa memória tem vida curta.
Quando um soldado é atingido no campo de batalha e morre instantaneamente, são ossos do ofício. Porém quando um soldado é atingido e morre por falta de socorro, seu comandante em batalha tem mais culpa que o inimigo que o atingiu.
Eu amo.
Eu amo o seu sorriso,
Amo bem a sua boca,
Eu amo o seu ofício,
Eu amo lhe deixar louca.
Eu amo o quanto me encanta,
Dizendo o quanto me ama e
Fazendo mais leve a minha sina.
Eu amo como me cura,
Cura tudo e me fascina.
Sei lá, esse teu jeito de curar
Tá melhor que medicina.
Eu amo quando é você,
Eu amo, porquê é você,
Eu amo todo seu ser,
Eu amo ter você, mulher.
Eu amo porquê amo,
Eu nem sei bem explicar.
Eu amo porquê somos,
Eu só sei, que sei amar.
""Todo trabalho exercido no ofício, fica perfeito quando fazemos com amor o que somos obrigados a fazer por obrigação para sobreviver. O amor é a fonte de tudo, é a receita perfeita para viver!"""
PsEUdo (sobre o ofício da escrita):
Assim como desdizer é mentir, não existe o verbo desescrever no sentido de voltar atrás, bem como o despensamento é impossível. E somente a escrita me permite artimanhas involuntárias de ao mesmo tempo ou separadamente ser água e pedra, fogo e cinzas, homem irracional e bicho evoluído, Deus e o Diabo, loucura e sanidade.
Vejo razão em tudo o que escrevo, sou responsável pelo que faço, pelo que digo e pelo que sinto e nunca quis fechar a boca, tapar os olhos e os ouvidos e afirmo que até o sentir é causado pelo que dizemos, pelo que fazemos, pelo que vemos e pelo que escutamos. Afinal, se num determinado momento sou eu eu mesmo, noutro momento sou outro eu ou eu outro, sendo ora uno ora duplo ou múltiplo, imantado por esse turbilhão inexplicável de células que é o mundo mas sem nunca perder a raiz, jamais me porei alheio de mim no que escrevo e nada, nunca, justificaria me fazer impessoal e permitir que outros assinassem por mim.
