Objetos
Não espere consideração de ninguém ...Eu guardava toda minha coleção de discos, DVDs e objetos pessoais em um apartamento que não era meu, por que não tinha um lugar para ir. Quando me mudei para uma casinha de 25 m² em Guarulhos, único lugar que tinha condições de morar, e fiz toda minha mudança sozinho num Twingo, trouxe geladeira, máquina de lavar, cama, colchão, etc. mas deixei meus discos para buscar depois. Quando fui buscá-los, descobri que minha mãe ordenara aos funcionários do prédio que jogassem fora tudo que estivesse no local. Hoje eu me respeito mais e não confio em ninguém.
Tem dias que está tudo estranho
As coisas e as pessoas sombrias
Dar medo até de usar objetos
Dar medo de conversar com alguém
Parece que estamos vivendo uma guerra
E cada um por si, tentando sobreviver!
Me parecia que, nosso amor estava nas coisas,
nas vestes, nos objetos, em uma mensagem,
eu olhava pra uma camiseta e pressentia se eu usar esta blusa hoje nós vamos brigar,
eu olhava pra algum objeto que nós havíamos comprado junto,
ou que já tínhamos e meu peito doía.
porque nós estávamos brigados,
eu não mandava uma mensagem de medo,
medo de brigarmos,medo de você não se importar,
que pena ser assim,tudo me lembra você
mas nada em você lembra de mim
fim.
Os livros, objetos geradores de sonhos, que da imaginação florescem vida e inspiração para aqueles que necessitam de esperança.
Importância
Cada um tem sua importância; Há objetos que damos a importância de uma pessoa,
há pessoas que damos a importância de um objeto.
Senhoras, senhores e objetos inanimados, prestem atenção:
Isso não é poesia,
e sim reflexão!
Eu estava em um corredor que dava em uma única porta.
Lá estava: um ser humano, um corredor e uma porta.
Eu sou a porta.
Milhares passam por mim todos os dias.
Quando penso para onde eles estão indo, me sinto triste
Eles não sabem, mas o amanhã é uma flor que não existe
E ser corredor?
É o que mais sou nessa vida.
Corro todos os dias de hoje por um amanhã que não nascerá
Corro a meia maratona de minhas confusões sem sequer suar
Sendo eu tão corredor e tão porta
continuo me questionando:
Quem no universo se importa
com esse medíocre ser humano?
Perdemos muitas coisas, objetos, bens, lutas etc... mas tem coisas que não perdemos, tem coisas que ficam eternamente sempre conosco na nossa existência!
pelo caminho vou me perdendo
perdendo também o jeito
e os trajetos
e os afetos
e os objetos
e o juizo
e a memória
e a minha história
e a glória
e as vitórias
e os dentes
e os cabelos
e os sorrisos
e a compostura
e as pessoas
e as flores
e as dores
e os amores
e as cores
e as tentações
e as percepções
e as paixões
e as emoções
e os corações
e as lágrimas
e as lembranças
e as esperanças
e os familiares
e os amigos
e os inimigos
e os instintos
e os sacrifícios
e os vícios
e os artifícios
e as derrotas
e as asas
e o chão
não foi tudo em vão
só não perco de Jesus
que é minha luz
minha salvação!!!
Em muitos casos, imersos na mentalidade consumista, os pais procuram proporcionar certos objetos ou experiências aos filhos para que estes se integrem a grupos sociais e evitem a exclusão.
Essa abordagem pode minar a autoconfiança da criança, levando-a a sentir que precisa adquirir certos bens ou participar de certas atividades para se sentir parte do grupo, o que prejudica a construção de sua identidade pessoal.
Além disso, na pós-modernidade, vemos uma busca desenfreada pelo bem-estar. No entanto, o papel dos pais é preparar os filhos para buscarem seu próprio bem-estar, encontrando situações que lhes tragam momentos de contentamento.
É importante compreender que educar muitas vezes implica desagradar à criança. O equívoco surge quando os pais acreditam que evitar o descontentamento dos filhos é igual a mantê-los felizes. Nessa perspectiva, é comum pensar que a criança está infeliz, resultando na ausência de ações disciplinares por parte dos pais, o que compromete tanto o bem-estar quanto o processo educativo da criança.
Por fim, os pais frequentemente se veem excessivamente mergulhados em seus smartphones, negligenciando a interação com seus filhos.
Todos os argumentos derivados da experiência se fundam na semelhança que constatamos entre objetos naturais e que nos induz a esperar efeitos semelhantes àqueles que temos visto resultar de tais objetos.
"O universo à nossa volta, com o nosso próprio ser dentro dele, compõe-se de objetos materiais estruturados em formas, sendo portanto inseparavelmente material e imaterial, corporal e espiritual. A consciência é a relação formal que se estabelece entre duas formas, a forma de uma individual psicofísica humana e a forma de uma presença corporal imediata ou mediata."
Obrigado. São seus olhos.
Você sabia que a cor não está nos objetos? Sabia? Não? Acredito que a maioria das pessoas não sabe. Os objetos não têm cor. O nosso cérebro é que interpreta a luz refletida pelos objetos como uma cor, e faz isso segundo as nossas experiências. O que significa que a cor que eu vejo pode não ser a cor que você vê. Ou seja, a cor tem mais a ver com a nossa maneira particular de ver o mundo do que com o objeto em si. É assim com tudo o que nos relacionamos. Com as pessoas, inclusive. Muito daquilo que atribuímos às pessoas não está nelas, mas nos nossos olhos. As pessoas podem ter muitas qualidades, positivas ou negativas. Podem ser bonitas ou feias, podem ser adoráveis ou detestáveis, charmosas e inteligentes, ou desinteressantes e tolas. E algumas vezes, essas características podem até estar nas pessoas. Mas, antes de tudo, estão na maneira como as vemos, segundo o nosso olhar. Há coisas que nunca podemos dizer de uma pessoa, senão de nós mesmos. Quer um exemplo? A beleza é uma das qualidades que podem se impor aos olhos. Mas o ridículo não. Podemos dizer que uma pessoa é tola, insensata, ingênua. Podemos dizer até que é engraçada. Mas ridícula não. Uma pessoa nunca é ridícula. O ridículo tem mais a ver com a nossa forma de ver as coisas e as pessoas. Cada um de nós decide do que deseja rir. Quer outro exemplo?
O pensamento é o radar da utopia, pois consegue detectar pessoas, objetos em lugares ilusórios, alimentando o cérebro com imagens abstratas como se se fossem reais.
Não sou coreógrafo da tua vida.
Nem objetos que preenchem suas horas de solidão.
Declaro-me para ti no real sabor da paixão.
Trago-te nas minhas inspirações.
Teu cheiro ja se alastrou aqui.
O que te prometi , não foi apenas momentos.
Foi amor ,mais que um amor.
E ele já é todo seu.
E é por isso que sinto teu cheiro aqui,
Em mim.
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Não sou uma pessoa que muito se apega a coisa, a bens materiais, a objetos fúteis, que com o passar do tempo se gastam e o seu único fim vai ser O LIXO. Meu apego maior é com PESSOAS, aquelas que eu quero bem, que eu quero ter pra sempre, que eu não me imagino sem, aquelas que eu quero cuidar, dar amor e carinho, ta ali, ser útil pra ela, estar e fazer fazer presente, nos bons e nos maus omentos da vida, mas é esse o problema, o lado ruim de se apegar a pessoas é que as podem te decepcionar, elas podem não gostar da sua companhia, você pode sem querer acabar magoando que você JAMAIS gostaria, e mais infinitas cosas que palavras não conseguem descrever. Ou seja, por mais que você tente ser certo demais, vai de boa e com calma, a vida é um campo minado, e dependendo de onde você pisa, pode ser um caminho sem volta.
Diferentemente dos objetos, somos desprovidos de causa final ao existir e apenas os nossos atos por via da liberdade de escolhas a que estamos condenados nos construirá e assim moldará uma imagem de ser para o mundo.
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