O Sol e o Vento
Ninguém pode impedir o sol de brilhar. Mesmo as nuvens mais escuras e densas o vento leva. Por isso acredite na imensa luz que habita em você! Ninguém pode apagá-la.
Queria ser tudo.
Queria ser o vento.
Para te tocar.
Queria ser o sol.
Para te iluminar.
Queria ser um pássaro.
Para cantar.
Queria ser uma lágrima.
Para em tua face rola.
Queria ser o amor.
Para eternamente te amar.
Queria ser o tudo e o nada.
Para em tua vida ficar.
Na direção do pôr do sol
Somos dois barco a velas fluindo
Na mesma direção
A favor do vento
Projetamos nossa imagem, nas telas
Num mesmo coração
Com o passar do tempo.
Alguns infinitos
São maiores que outros,
No vazio cabe muita coisa,
Mas nada se encaixa.
E sei que já não dá mais
Para viver de ilusão
Se pra você tanto faz
Eu vou agir com a razão
E só caminho agora,
Na direção do pôr do sol
E se você se demora
Eu não vou mais me sentir só.
A História Não Contada
O vento soprava forte sobre as águas revoltas. No horizonte, o sol se punha, tingindo o céu de vermelho, como se sangrasse em despedida. Nos porões escuros do navio, o ar era denso, pesado, misturado ao cheiro da madeira úmida e dos corpos amontoados.
Ali, entre as sombras, estavam aqueles que tiveram suas vidas arrancadas à força. Eram reis, guerreiros, mães e filhos, agora reduzidos a mercadoria. As correntes marcavam seus tornozelos, mas não podiam acorrentar suas memórias.
Dentre eles, um jovem chamado Obafemi mantinha os olhos fixos na pequena fresta de luz que entrava entre as tábuas. Ele não conhecia aquele mar, mas sabia que, além dele, havia uma terra desconhecida — e um destino cruel à espera.
— Meu filho… — sussurrou uma mulher ao seu lado. Era Iyalá, uma anciã que carregava no olhar o peso de muitas luas. — Se não podemos mudar o caminho, que o caminho não nos mude.
Obafemi não respondeu, mas apertou os punhos. Seu coração queimava com a dor de sua gente.
Alguns, em silêncio, decidiram que não seguiriam viagem. Preferiram entregar-se ao mar, nas mãos de Iemanjá, do que viver sob o domínio do inimigo. Obafemi os viu partir, um a um, dissolvendo-se nas ondas, e por um instante, pensou em fazer o mesmo.
Mas não fez.
O navio atracou dias depois. Os que restaram foram levados à força, empurrados para um mundo onde seriam vistos apenas como mãos para o trabalho, como corpos para o lucro. Chicotes cortaram sua pele, línguas estranhas tentaram roubar sua identidade. Mas dentro deles, a chama não se apagava.
O tempo passou. Obafemi sobreviveu. Seu nome foi mudado, sua voz abafada, mas ele nunca esqueceu quem era. Aprendeu a resistir, a lutar sem armas, a falar sem palavras. Seus filhos herdaram sua força, seus netos contaram sua história, e mesmo quando tentaram apagá-lo da memória do mundo, ele permaneceu.
Pois um povo pode ser acorrentado, mas sua essência jamais será escravizada.
Quem procura uma religião jamais encontrá Deus. Deus está no vento, na chuva, no sol e no seu coração. Às religiões existem, para confundir o seu endereço.
Ela era assim, catava poesia ao vento,
Tinha sorriso largo de sol, choro curto,
Cabelos emaranhados na cor chocolate.
Canções ao vento do tempo
Escrevi canções com o coração sangrando,
num tempo em que ele era sol nos meus dias.
Agora leio versos que o tempo desfez,
e me pergunto por que a estrada virou bruma.
Ficaram as notas, os ecos, os refrões,
mas ele...
foi embora como poeira no horizonte.
Talvez nem saiba que vive em cada estrofe.
Choro sozinho, como a chuva na varanda,
mas lembro do riso, do jeito de amar o mundo.
Ele era lindo —
não só no rosto, mas na alma que dançava.
Essa canção é confissão e altar,
é onda do mar que quebrou em mim.
Homem feito de céu e sal,
de estrela-do-mar e alvorada.
Ele era arte sem moldura,
jazz tocado por deuses errantes,
riqueza rara colhida em jardins de sonho.
E eu?
Fiquei com a beleza que restou:
a lembrança, o verso,
e o dom de ter amado alguém assim.
Trabalho manual
Poderia falar da chuva, do vento, do orvalho, do cheiro, do sol, das estrelas.
Poderia falar do meu corpo, da minha mente que sente.
Ainda assim falaria pouco.
Não sou só o meu corpo.
Assim como não sou só as minhas ideias.
Sou algo mais, como sinto, como sinto as coisas.
Sempre estive aqui, no olhar dos rostos vermelhos e no clarão amarelo dos círculos.
Nas mãos pintadas de um líquido de breu, estas mesmas mãos que fazem algo que é feito
do mesmo material, com as mesmas características, com o mesmo tempo, a mesma
intenção, ainda assim diferente.
Sorvete de sol
Olha o sorvete! A orla começando a caminhar...
Vento leve da brisa, pés no chão... ah! como é tão, tão...
Olha o sorvete!; ...devaneios, delírios-delirantes...
Como pode existir um sorvete de sol?!..
Agora?! Ainda com este frio?! Sorvete, sol, intrigantes!..
Com quem eu reclamo?!.. Como pode? Aqui é praia!..
Como se lá' não pudesse frio estar!
Louco, loucura, a quem contestar?!..
Tudo que peço 'e um pouco de SOL, tão, tão...
Olha o ônibus!...
Preciso ir ao trabalho! Seco os pés, mas não esqueço!..
Compromisso comigo mesmo; a praia, sol, sorvete...
Minha terra é sossegada
lugar de gente de bem
aqui o sol fez a morada
onde o vento faz também
Deus com a mão delicada
fez uma beleza arquitetada
que só no nordeste tem.
O movimento das folhas das árvores, o vento no rosto, os raios do sol, inúmeras maneiras de testifica a grandeza da criação de Deus. Negar sua existência seria equivalente a nega a própria existência. Pois a criação e a prova viva da existência do Criador
Eu escolho
Eu escolho o sol a luz o vento a flor a brisa a água a manhã o cabelo embaraçado a pele queimada de sol o céu estendido como um tapete cheio de glitter a roupa amassada a unha por fazer a cara amarrotada de uma noite mal dormida dentro de uma barraca eu escolho a simplicidade a beleza gentilmente dizer não gentilmente dizer sim e gentilmente viver dentro daquilo que eu acredito porque eu só posso ser a pessoa que sou ter a alma que tenho e acreditar nas coisas que acredito.
Meire Moreira
Sinônimo de amor.
No ar, na claridade da luz do sol, onde o vento confortava, entrando naquela porta, entregou-me um beijo e partiu…Admirado pelo beija-flor pousado na minha janela, com o coração cheio de amor, voou, cantou, dançou, deixou uma boa a atmosfera.
Mas antes que fosse, permitiu que caísse nos braços acolhedores uma carta, um bilhete, um pedaço de papel, com frases, versos e estrofes. Dizendo assim: não faz tempo que te vejo, pois em cada gesto sinto sua presença, uma luz que oprime o medo dar coragem e paciência.
Pitágoras, números, infinito, talvez sim na matemática, explique essa fórmula mágica, produzida de amor, luz e graça...
Não há palavras para descrever, mas uma vontade de gritar, agradecer, dizer, para que todos possam ouvir e conhecer esse amor surreal que sinto por você.
Reuni as esferas do dragão, nas montanhas da liberdade, antes dos fetiches e desejos desejei uma mãe de verdade.Então, desde a maternidade, ela se tornou minha metade, meu refúgio e proteção, a alegria que preenche meu coração de felicidade.
Afasta as trevas, me põe em um bom caminho.
Amiga equilibrada, determinada e encorajada, meu abrigo que me conhece e me tira de qualquer perigo.
Misturas admiradas, repertório criativo, infinito além, solúvel, mas nunca refém do cansaço heterogêneo, persistiu, chegou ao resultado, mulher de fé, íntegra,fora do normal,
Guerreira! Que venceu na vida sem fazer ninguém de degrau.
Conhece a ciência, aprendendo com seus erros e defeitos, compatível, combinado, hoje um ser quase perfeito, entre o vinho e o chá, na taça dissolveu no modelo: todas as formas de respeito, cuidado, educação,depois dilatou me fazendo uma cachaça de amor me tornando um bom cidadão.
Sob o olhar da emoção, da pureza e da transparência, exalta a ética de uma bela essência. Rainha dona de um império com pilares de: sabedoria, inteligência, conselho, força, ciência, piedade e temor a Deus. 7 dons do divino, catequista, professora, humilde e cantora, do destino foi autora.Mãe sinônimo de amor e proteção, química, emoção, te amo, minha Safira, Ana Maria, minha mãe…O oxigênio (O2 ) que me faz viver, dona de uma personalidade impossível de esquecer.
Cordel…
Eita DNA Sagrado, na infância trabalhadora desde dos nove anos, foi vencedora, empilhando alvenarias, barro, argila, esperta, que jamais deixava-se enganar, trabalhando utilizando a matemática, aprendeu a tabuada, sempre foi outro patamar.
Cantora, orgulhosa, sabia de seu potencial, seu irmão lhe ajudou, aproveitou sua chance, e foi fenomenal, aplaudida de pé, ela se superou, ganhou o primeiro lugar e naquele bairro, enquanto esteve iluminou.
Mãe a senhora é sinônimo de Vitória, exemplo de revolução…A mulher mais bilionária,pois não existe dinheiro capaz de mudar seu coração. E como diz Vini, um dos personagem de vai já é "O amor é bem mais que um sentimento romântico, o amor também é cuidado, afeto, conexão, o amor é cura".Por fim, ser seu filho é sinônimo de gratidão. Feliz dia das mães eu te amo muito minha Rainha ❤ ️…
Luquinhas.lv7
Jetski é o meu amigo fiel,
Sempre me leva para o mar,
Onde o vento sopra e o sol brilha,
E a água é cristalina.
Com sua velocidade e agilidade,
Navegamos sobre as ondas,
Sentindo a liberdade e a euforia,
Que só o mar pode nos dar.
A adrenalina corre em nossas veias,
Enquanto mergulhamos nas águas profundas,
Explorando os mistérios do oceano,
Sem medo de se perder.
Jetski é a minha aventura,
Sempre pronto para me levar longe,
Para lugares onde a vida é intensa,
E as memórias são eternas.
Então, vamos lá, jetski, meu amigo,
Partamos juntos para a jornada,
Aproveitando cada momento,
Em busca da felicidade e da paz.
O Sol sempre estará lá
A Lua também
O vento e a chuva, serão sempre os mesmos
O ar que você respira
As folhas das árvores
Tudo será a mesma coisa
Não importa em que país você esteja
Você terá Jet Lag, é essa é a única mudança que ira perceber
O Nordeste é um harém
perfeito pra se morar
o sol ardente que vem
o vento manda assoprar
se você quer viver bem
arrume tudo que tem
que essa terra é seu lugar.
ANTÚRIO NEGRO
O som do vento no cerrado
faz dançar a misteriosa flor
O raio do sol do alvor
veste ela de significado
Que belo tom
mística flor
É um amor perfeito
hipnotizante, um louvor
Anthurio o seu nome
teu fascínio, pronome
- Negra é a tua cor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Junho, 2023 - Araguari, MG
Eu vi o vento
a brincar por entre as árvores
Eu vi o sol a espiar
o balançar do vento
Eu vi flores a desabrochar
de acordo com a intensidade do sol
Eu vi a donzela a balançar despreocupada
crianças de encontro ao vento
elas querem se apoderar do vento
ou o vento com elas quer brincar ?
Segue o desafio
o vento a ventar
crianças a correr
folhas a cair
flores a desabrochar
Sol a brilhar
E o mancebo?
Que faz ali o mancebo?
Buscando chamar a atenção da donzela
que tem o pensamento ao vento
E com ele voa para lugares distantes
Em busca de mais conhecimento
não dedica a ele
de sua atenção um instante.
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editelima 60/ 2023
