O Poeta e o Passarinho
Não me considero um grande poeta, considero-me apenas um ajuntador de palavras que a cada dia que passa tem mais zelo por elas.
Até logo
Sonolento, poeta? Deixe fluir! Deixe ir embora! que fuja... Que se vá em busca da frase, e que se volte com o verso!
E a folha poeta? Onde foi parar? Onde está escrito teu poema? E onde estão tuas poesias?
Cadê o teu lápis? cadê tua borracha? cadê teu entusiasmo?
Para onde foi tua sede?
Tua fonte secou? Bebeste do veneno que criaste? Não culpo a letra, nem o compasso… culpo o descaso!
Deixaste atingir-te pelo que tanto descreveste em fuga... Levanta! Faz-se presente novamente! Ergue tua mão, e monta da escrita tua corrente, tua alma...
Não se esqueças quem tu és! Não se valha de um pobre moribundo… apesar de tal, ser um retrato de teus contos oriundos.
Não é porque caíste em mera desgraça, que dela deva fazer teu fardo!
Tira-se do imundo o intuito, e do passageiro a direção! Ainda te lembras como se faz? Montas de novo em tua montaria!
E dela redija novamente o teu caminho. Desistir poeta? Para que? E por que? Sonolento ainda poeta? Que pena...
Foram apresentados
Ele poeta
Ela pintora
O encontro foi breve
No verão de 1996
Susan vivia numa simpática casa
junto a serra da mantiqueira
um local paradisíaco
Foi por essa altura
que ela começou a receber a visita regular
daquele poeta que conhecera três anos antes
Ficavam abraçados no tapete da sala
bebiam chá
e ficavam a olhar um para o outro
calados ou falavam de coisas da vida
trocavam idéias...
Desses encontros nasceu o amor
O poeta absorvido na sua maneira de falar, de andar,
o jeito de vestir
Ouvi-a em silêncio
lia seus pensamentos
Entre elas havia uma comunhão de almas
O tempo passou
O poeta ficou famoso
As duas almas que em tempos se amaram
separaram-se
Ela foi sucumbindo e ficou no esquecimento
Ficou as lembranças do passado
de momentos eternos
de um entendimento profundo e de uma tristeza e nostalgia
encontrados na poesia
Disse um dia o poeta Cartola, em sua canção que ``O mundo é um moinho´´, eu reitero e afirmo, o mundo é um BALÃO com altos e baixos.
No alto vemos as planícies e seus habitantes com seus problemas.
De baixo experienciarmos as mesmas e aprendemos com seus erros e acertos, para logo depois alçarmos voo outra vez,
Um talvez poeta
Taxado de louco
Sobre o asfalto negro
Sussurra vermelhas palavras
Feliz, sim
Expressa sentimentos
Enquanto anda
Em busca do silencio
Uma cinzenta e densa massa metálica
Ameaçada pelo que não vê
Por detrás dos muros mandam sinais
E escondem-se debaixo do cobertor
A covardia medrosa uniformizada surge
Violentamente calam o suposto insano
Plantando uma rosa vermelha no asfalto preto
Como as palavras que subiam ao céu noturno
Invisível
O POETA
O poeta
É um mago ator
Tira de sua maleta
Trilhas de dor e amor
Encenando com a caneta
Atos com cheiro e sabor
Da criação
Para o ledor,
espectador...
Assim, nesta atuação
Dum eterno amador
Desfia fantasia da imaginação...
Em cenas, como autor.
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
"Poeta"
O poeta nunca morrerá
A poesia sempre será eterna
Vá para praia e escuta junto com as ondas e as areias aquele verso de música que você já viveu,chore junto com as ondas por lembrar daquela música que foi seu único refúgio na pior fase da sua vida
Cada palavra de um parágrafo,cada letra de uma composição,cada poema de um poeta foi uma lembrança que você já viveu quando era criança,quando morava na cadadidizinha do seu coração,ou agora nesse momento da sua vida que não sei qual é,o poema,a música,não conhece sua face mas conhece sua vida,a vida de um poeta e o leitor,a vida de um compositor e seu ouvinte são pouco iguais,ambos já sofreram por amor,já viveram um pouco de solidão,até suas dores são parecidas e tantas outras coisas
O poeta já escreveu coisas que nunca será lida,o poeta já fez muitas bolinhas de papel e jogou fora as letras contidas nesse papel amassado porque não poderia ser lidas por todos
Tem aqueles que encontram inspiração na madrugada,inspiração naquele amor não correspondido,inspiração naquela meiga menina dos olhos castanhos,e escreve em seu caderno as suas vivências e sempre é parecida a de quem lê ou ouve,olha aí você lembrando de tudo aquilo que já viveu,lembrou até as coisas que nunca viveu,e quer esquecer de algumas coisas que já viveu
O poeta nunca morrerá
A poesia sempre será eterna
GRANDE POETA
Um poeta nunca morre , sempre és lembrado .
Um poeta que cria versos , que cria a felicidade, que traz conversas que curam a alma , que faz o seu astral se manter sempre no alto , esse que sempre aprende com os conselhos da vida e passa suas idéias alheias para uma humanidade que o busca ,
esse nunca há de morrer e jamais serás esquecido.
Lembra-se:
PESSOAS NÃO DURAM PARA SEMPRE , MAS AQUELES QUE ESCREVEM PARA O BEM, NUNCA MORRERÃO.
Diego Bosso
ENVAIDECER
É como o poeta dizia,
pirilim, lulin, lulin...
As flores d'aquele dia
soltaram pétalas para mim,
os ponteiros do relógio
pulou suas horas sem fim.
As falas do oratório
oraram rezas de pasquim...
Os grãos da ampulheta
Pirulin, lulin, lulin!
Se os ventos não me levam
Oh vida, me deixe aqui!
Me deixe aqui assistindo vermes
entalar-se com silicone
essa invenção que envaidece
criada pela mãos dos homens.
Antonio Montes
INSPIRAÇÃO
Para qualquer poeta , uma formiga ajudando a outra já é uma forma de inspiração...
Um cão pedindo comida é um exemplo de atitude do próximo.. uma ação beneficente é método de você escrever a ousadia do temperamento de quem é bom , de quem ajuda, de quem tem amor...
O espelho do poeta é o mundo, é as pessoas , são os gestos maravilhados ou inconsequentes de tudo aquilo que ele vê.
E Assim vai vivendo ...
Do amor e escrevendo..
Diego Bosso
Nem sempre a poesia traduz o que o poeta está sentindo. Às vezes, quando escrevemos, damos vida a sentimentos nunca experimentados por nós ou fazemos nascer sensações que gostaríamos de vivenciar.
Somente as nossas poesias dialogam conosco, nos desnudam, mesmo diante da mais forte das armaduras, ao mesmo tempo em que vão camuflando as várias realidades que derivam de nós.
No silêncio dos nossos segredos, com a sensibilidade e percepção que temos, até "roubamos" as experiências e frustrações alheias.
Temos esse poder de, a cada explosão de sentimentos, nos revelarmos de uma vez ou de nos cobrirmos de mistérios.
“O poeta findou”
Hoje não tem
Poesia.
O poeta esta com a alma
Vazia.
Sem inspiração
O poeta findou.
Emoções que estão
Escondidas
Reprimidas
Não entendidas.
A esperança já não mais
Existe.
Nenhuma estrada
Nenhum caminho.
Hoje o tempo passou
Mas a pergunta e sempre igual
No fim o que ficou?O sonho acabou.
“O poeta findou.”
Musa
Afinal, qual maior privilégio?
Ser poeta, que descreve, sentimento,
desejo e divagação?
Ou ser a musa?
Razão, motivo e princípio
da minha inspiração?
Hoje!
Um poeta,
me falou de amor
De um amor que é difícil,
que a vida o conduz.
Mas ainda assim acredito no amor
sei que um dia o gelo quebra
, a rocha rompe e o impossível acontece.
Hoje eu tive uma Lembraça sonhei que eu era poeta tinha
Confiança me falavam que eu tinha semelhança com
Mc xamã diferença que eu nao sou vendedor de amendoim
Rimando em um Jardim interesseiros me chamaram
para sair nao estou afim me trataram muito
mal falavam que eu nao iria ser ninguem hoje eu ignoro
eles acham ruim só irei da valor a aqueles que acreditaram
em mim
Tô meio pra baixo hoje
Como um poeta triste
Meu ego não resiste
A sensação de estar sozinho
Em meio aos que falam
Só falam sem fazer
Só você pra me acalmar
Chegar e me abraçar
Sem pensar em nada
Seu cabelo tem cheiro de rosas
Minha altura só sente isso
Quando tu tá no meu peito
Fecho os olhos e respiro fundo
Como se isso curasse a alma impura
Como se isso acabasse com meus problemas...
