O Copo Nao esta meio Cheio
Em meio a tantas coisas que ocorreu nesse ano, poder ver você que sempre cuidou de mim quando eu era pequena, me ensinou varias coisas. Me lembro de uma vez que perguntei se você poderia ser minha avó porque eu não tinha e todos diziam que vó era muito bom.
Lembro que você disse: que você poderia ser o que eu quizesse.
Nos todos temos defeitos e também erramos, mas não cabe a ninguém julgar. Talvez possamos ter errado em algumas escolhas machucando outras pessoas, em alguma parte de nossas vidas, as vezes na tentativa do acerto não percebemos as consequências.
O melhor momento é aquele que você canta e sorri em meio a dor e sofrimento, que nada mais são do que oportunidades de aprendizado e crescimento num momento passageiro da vida que só tem a te ensinar e dar forças para sua própria existência.
Sete Bilhões de sorrisos no mundo, mas o meu preferido sempre será o seu! Em meio a toda essa multidão foi o meu coração quem te encontrou e a escolheu...
REVAl II
CRÔNICA
Reval,por um tempo andou meio fraco da cabeça. Morava sozinho num quartinho de uma casa antiga, na Rua Sete de Setembro, anexo à alfaiataria de Corcino - seu parente -, um dos primeiros alfaiates de Campos Belos. - De vez enquando sumia; mas sempre voltava.
Trajava à mesma roupa ensebada de sempre.Sapatos às vezes,soltando a sola.
Moreno forte, de estatura mediana, usava cabelos quase aos ombros, que nunca viam pentes e água. Ostentava um bigode entrelaçado à longa barba.
Medo a gente não sentia de Reval: alguma sisma somente. Arriscava conversar com ele. Mas a prosa era pouca,só respondia aos arrancos,jeito desconfiado,olhar distante.
Nunca se soube de agressividade dele, às pessoas. Andava lentamente pelas ruas da cidade, com as mãos nos bolsos da calça, mastigando um possível alimento. Ficávamos curiosos para saber que iguaria degustava.
No percurso que fazia pelas ruas andava e parava, andava e parava...pondo sentido em tudo que seus olhos viam. E o de mais relevância, pra ele,observava mais ainda; imaginando coisas.
Em seus observatórios diários, nada passava despercebido do seu olhar. Olhava os mínimos detalhes daquilo que mais lhes chamasse a atenção. - Como se tivesse fazendo uma profunda análise.
Parecia discordar com mais contundência algumas irregularidades que via: ao coçar a cabeça acima da orelha e balançar a mesma num gesto negativo; sempre fazia isso quando o objeto da observação não atendesse suas expectativas de normalidade.
Belo dia...
Como há de ter acontecido... Reval saiu de casa e subiu à Rua BH Foreman, mais calado do que nunca. Triste, de cabeça baixa, olhos inquietos. Atravessou a Av. Desembargador Rivadávia e ganhou o calçadão, em frente à Prefeitura Municipal. Parou, e colocou a mão direita atrás da orelha, em forma de concha, para ouvir melhor o sino repicando à sua frente, na Igreja Matriz.
Era o sacristão chamando os fiéis, para a encomendação de um corpo. Ele não atendeu o apelo sonoro da paróquia naquele dia: adentrando-se ao santuário.
Nuvens cor de cinza se agarravam ao Morro da Cruz e das Almas; não demorou muito a cair pingos de chuva como lamentos, na grama verde da praça. - Quando uma pessoa boa morre a terra recebe o insumo e o céu sela com água, o fim deu ciclo.
Reval aproximou-se daquela casa de oração católica, e tomou a benção ao seu vigário, que estava posicionado à entrada principal, recebendo o povo, para a cerimônia fúnebre.
Riscou o dedo polegar direito na testa, repetida vezes, e inclinou-se levemente para frente, em sinal de respeito ao pároco, ao santuário e ao falecido. Beijou um enorme crucifixo metálico, preso num grosso cordão e olhava ao longe, o esquife num ataúde bonito...
Em rogos,de longe, desejava um bom lugar ao finado.
Missão cumprida...
Deu as costas ao Reverendo, sem se despedir, e desceu a Rua do Comércio, enxugando com a manga da camisa, algumas lágrimas sentidas.
Teve fome...
Com a barriga nas costas, entrou na padaria de Zé Padeiro. Pediu um lanche, sem dinheiro.
A atendente lhe deu um pão com manteiga, e um café com leite num copo descartável. - "Capricha que é pra dois tomar." Disse, à moça, que colocou mais um pouquinho. Ficando sem entender: pois, não o viu acompanhado de mais ninguém.
Ao retornar a sua casa, pelas mesmas pisadas, Reval parou diante de um caminhão de transporte de madeiras; quebrado e cheio de laxas de aroeira, na porta do Armazém de Seu Natã.O proprietário já havia pedido ao papai que olhasse o mesmo; pois, teria que se deslocar até a Capital Federal ou Goiânia, para comprar uma ponta de eixo. Pois não a encontrava na região, para a devida reposição.
O sol, queimando, e não havia mais uma nuvem sequer, nos céus, para atenuar a sua intensidade. Reval, por sua vez, continuava parado diante do veículo, dando andamento na prosa...
Depois de ter observado por muito tempo aquela situação; de todos os ângulos possíveis. Continuava olhando, olhando,olhando... E, balançando a cabeça de um lado para o outro. Como quem não concordando com aquela situação. - Conversava baixinho com o caminhão, de maneira que só os dois ouviam, mais ou menos assim:
- Isso que estão fazendo com você é um absurdo, é uma desumanidade muito grande! Como é que pode tanto descaso, com um ser tão indefeso[...] - Coitadinho, quanta judiação[...] Quanto tempo sem comer e sem beber; cheirando mal, e cheio de poeira; com esse calor que está fazendo, não pôde até agora, tomar um banho sequer, para refrescar um pouco; como tem sofrido você ...continuava:
- Não tenho mais tempo a perder: preciso fazer alguma coisa e continuar com essa caridade por mais um tempo...
Deu o lanche que trazia consigo para o caminhão comer...
Antes de despedir-se, daquele pobre necessitado, balbuciou quase imperceptivelmente mais algumas palavras:
- Tenha um bom apetite!... Voltarei amanhã para ti ver...
Foi-se embora balançando a cabeça, desaprovando aquele estado de coisas.
Possivelmente repetiu o gesto de alimentar ao caminhão por mais de quinze dias. - Período que esteve lá.
Toda vez que retornava ao local não havia nem vestígio de lanche.
Como se sabe: a “fome é negra”.
Reval tinha um bom coração. Aquela piedade demonstrada devia ser um reflexo da criação que recebera de seus pais. Que por sua vez, eram pessoas muito religiosas e bondosas.
No meio do mar sem fim
Morreria em êxtase
Mas em vez disso, virarei pele e osso
Dirigindo pela estrada sozinha
A inspiração para a humanidade somente vem quando o sábio se afasta dela, porque em seu meio pensa igual a todos.
PRECISO DESCOBRIR
Em meus beijos te imagino
E em meio ao cansaço
É nele que você descansa
Quando em meu colo
Tua cabeça repousa
Venha ao meu encontro
Pode vir, não precisa fugir
Não sei se estamos prontos
Ou se eu estou pronta pra seguir
Mas preciso descobrir
Se ainda há algum amor
Guardado em mim
E se houver
Quero construir uma ponte só nossa
Com uma placa avisando:
Proibido passagem ao público
Pois do outro lado, haverá uma fortaleza
Que se acercará de nossos pudores
E se ainda houver
Algum tipo de sentimento
Nos amaremos,
Numa paixão fulminante
Que há entre dois "amantes"
E o que mais desejo
É que o para sempre, sejamos nós
Quem, por meio indirecto, faz acusações injuriosas com o objectivo de prejudicar terceiros, é tão covarde como a criatura que insulta sem ter a coragem de o fazer na presença de testemunhas.
Aquele que consegue encontrar as melhores alternativas em meio a qualquer situação, é apto para vencer.
Abraça-me a sombra do umbuzeiro
ao sol do meio-dia...
E, sereno, sonho-me no
balanço macio
dos braços de
minha mãe.
A fofoca é o meio mais baixo que os mau intensionados usam para se perpetuar e tirar vantagem dos outros dentro de um ambiente.
Em meio a esse processo de que a ordem é de dentro para fora, nesse momento envolta por um casulo, apelo para alguma lógica da natureza, convencendo-me de que cada estágio agrega beleza e libertação, de modo que é melhor acolher com gratidão, pela borboleta que existe em mim. Como bem escreveu Rubem Alves, “não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.”
Só pensando: Início, meio e fim: simples assim. Tudo finitamente calculado por Deus que, ao traçar nosso destino, deu a cada um a oportunidade de decidir o que e como fazer com o "durante". Deu algumas dicas importantes que a gente, volta e meia, cisma de duvidar, crentes de que o "ter" pode superar o "ser"; como se uns troféus pudessem superar um feixe de luz de um olhar apaixonado, como se o lugar importasse mais do que o encontro, como se a matéria suplantasse a alma. AMOR foi a palavra, livre arbítrio a possibilidade para exerce-lo; exercício diário quase sempre comprometido pela pequenez de nossa condição humana. Mais cedo pra uns cuja prática é rotina, mais tarde pra outros que, ao sentir a proximidade do fim, se curvam e se entregam aos devaneios do que "poderia ter sido" se tivessem praticado (um não mais importante que o outro), o amor certamente é mola propulsora, é linguagem universal.
Bom dia pra quem é de amor.
Bom dia pra quem não é de amor...ainda!
A flor meio aberta é mais bonita, com meia vela seguem bem os navios e à meia-rédea trotam os cavalos.
SOFRIMENTO PERFEITO
Leia: Hebreus 2:9-18
...tornou Jesus perfeito por meio do sofrimento. Deus fez isso a fim de que muitos, isto é, os seus filhos, tomassem parte na glória de Jesus. Pois é Jesus quem os guia para a salvação ( v.10 ).
Examine: - Jó 23:10
- Filipenses 3:10
- 1 Pedro 1:6-7
Considere: O que Deus está lhe ensinando através do sofrimento ? Como você pode experimentar alegria e vitória mesmo ao passar por momentos difíceis ?
" Aqueles que pregam a prosperidade não duram muito onde há perseguição, e simplesmente vão embora. " Em seu livro Chamados para Dor e Alegria ( Edições Vida Nova ) Ajith Fernando capta duas realidades da fé cristã: ( 1 ) Jesus sofreu: ( 2 ) aqueles que nele creem também sofrerão.
Ao contrário dos falsos mestres que pregavam " saúde e prosperidade, " Jesus ensinou que Deus usa o sofrimento para o nosso bem. Em Hebreus 2:10 lemos que Jesus se tornou perfeito " por meio do sofrimento. " Isto não significa que Jesus não era perfeito, pois Ele é Deus Filho. Mostra, no entanto, que a morte permitiu que Ele conhecesse o estágio final da experiência humana - dando-lhe melhor condição de se identificar com nossas batalhas ( Hebreus 5:8 ).
O apóstolo Paulo foi aperfeiçoado através da dor. Ele orou três vezes para que Deus retirasse o que o atormentava. Contudo, Deus permitiu que o espinho permanecesse nele, dizendo: " A minha graça é tudo o que você precisa, pois o meu poder é mais forte quando você está fraco " ( 2 Coríntios 12:9 ). A resposta de Paulo ? " Eu me alegro também com [ ... ] por causa de Cristo. Porque , quando eu perco toda a minha força, então tenho a força de Cristo em mim " ( v.10 ).
Jesus se identifica conosco e nos ajuda, pois também enfrentou provações, e " ...pode ajudar os que são tentados, pois ele mesmo foi tentado e sofreu " ( Hebreus 2:18 ). Ele " ...compreende as nossas fraquezas, [ ... ] [ pois ] foi tentado do mesmo modo que nós... " ( Hebreus 4:15 ). Você está sofrendo ? Não lute contra isso como alguém sem esperança. Não acredite nas mentiras dos falsos mestres que afirmam de maneira incorreta: " Você precisa de mais fé para vencer suas batalhas. "
Em vez disso, aceite o seu sofrimento como uma dádiva de Deus - para aperfeiçoar sua fé nele. ( Hebreus 12:2 ). - Tom Felten
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