Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Já há muitos anos que forças naturais deixaram de agir na terra, hoje porém é explícito a vasta ação de forças ocultas e invisíveis que a muito tempo agiram no anonimato do sono incompreensível humano!
Há pelo menos um bilhão de pessoas na terra neste momento que considerariam suas orações atendidas se pudessem trocar de lugar com você.
Maria há?
Maria, Mariah...
Mulher é vida
Mulher é força
Mulher é terra
Mulher da Terra veio
Mulher a terra fecunda
Mulher dá luz
Mulher onde vida se faz
Mulher alimento primeiro
Mulher amor por inteiro
Mulher É! Em Mulher HÁ!
Cada um de nós ocupa um lugar entre o céu e a terra compondo o universo multifacetado.
Há quem se habita a massificação dos pensamentos sem originalidade de suas próprias ideias. Copiando e repetindo padrões de autoajuda e superficialidades desconectadas de si mesmo.
Há quem busca a si mesmo e escolhe o caminho do corpo e mente presentes no agora. Não se encaixa nas manipulações coletivas porque se conecta a própria identidade.
Tudo que é verdadeiro em nós não segue padrões externos e sim a nossa essência ♡
Raul Seixas
sou aquele maluco beleza que nasceu há dez mil anos atrás
no exato Dia em que a Terra Parou e meu amigo Pedro Carpinteiro do
Universo me disse tente outra vez Junte a Gita e um pouco de Ouro de Tolo pegue na Estação Central Trem das Sete sem andar na contramão com o sapato 36, coma uma maçã e não um banquete de lixo, sendo uma
metamorfose ambulante ou Alcapone cantando coisas do coração Eu sei, eu sou egoísta pedindo um s.o.s porque tu és o MDC da minha vida como Vovó já
dizia
Procure a sociedade alternativa, plante Capim Guiné e não tenha medo da chuva, somos como o cowboy Fora da Lei que não come Mosca na Sopa nem vive dizendo, eu também vou reclamar para Quem os Sinos dobram e para o Carimbador Maluco que é choffer da linha 743 diga que não é conversa para boi dormir nem um conto do sábio chinês procure o segredo da Luz num disco voador dos anos 80 assoviando o Rock das Aranhas, porque eu fui o primeiro e já passou tantos janeiros...mas, se todos gostam eu vou voltar...e fim de papo.
Encheram a terra de fronteiras, carregaram o céu de bandeiras, mas só há duas nações, a dos vivos e a dos mortos. Um rio chamado tempo, uma casa chamada Terra). Eu ousaria acrescentar que a guerra provoca deslocamentos entre os dois mundos.
Tanta opinião deficiente, tão pouco me interessa saber... Há tanta fome e desgraça na terra porque não tentarmos solucionar isso, depois pensamos em viagens espaciais?
Afinal de contas o maior problema está aqui, não em Marti, ou no outro canto do espaço.
O amor e o respeito caminham juntos.
Há tempos atrás o amor caminhava sobre a terra. Em um local não muito distante, o respeito também dava os seus passos no planeta.
Então uma certa vez os dois cruzaram o caminho um do outro.
E foi amor a primeira vista.O amor e o respeito colocaram seus propósitos, anseios, angústias, vícios e virtudes em questão.
E descobriram que um completava o outro, mesmo tendo cada um suas peculiaridades.
Eram diferentes mas porém totalmente compatíveis.
E descobriram também que juntos certas coisas não existiam como : disputas, maus tratos, agressões, punições, abusos e etc.
Mas sim muitas virtudes como : amor, amizade, compreensão, carinho, parceria e tantos outros sentimentos nobres.
Tanto o amor como o respeito, são construídos sem pressão, com liberdade. São frutos colhidos de árvores férteis e viçosas.
E nos dias atuais aindam continuam sua jornada em dupla cumplicidade, sabendo que juntos já não caminham mais somente sobre a terra mas voam através do universo.
Quando há concórdia entre os homens pode haver paz e prosperidade sobre a terra. Um grande reino dividido é mais fraco que um pequeno reino unido!
Às vezes a planta
é em terra infértil
e nada floresce
somente há a poeira
que o vento levanta.
Deuses, desertos
desilusões
lenha ardendo
em estalos deprimidos
esses meses são
tão compridos
as cinzas rondam
os olhos ardidos
avermelhados
perdidos em tempos
em que as árvores
avançavam sobre a cerca
― abundantes de frutos.
Se foram os pomares
se foram os jardins
se foram as sombras
dorme a natureza
assim como durmo
saudades em mim.
Há pouca a gente na face da terra que tem sabedoria. Por mais que o futuro seja nebuloso, a sabedoria sempre será a chave da vida plena.
“A Dança Silenciosa do Infinito”
No fim da estrada, onde a terra se dissolve no horizonte, há um espaço vazio onde o silêncio ecoa mais alto do que qualquer palavra. Aqui, o caminho não é o que parece, e cada passo dado é uma questão sem resposta, um enigma que se desfaz ao ser tocado. O que vemos é apenas uma sombra do que realmente é, e no reflexo dessa sombra, o Arvoricionismo sussurra em um ritmo que não se entende, mas que se sente, vibrando no ar como uma energia que não se pode tocar.
A jornada nunca se conclui, não porque o destino seja distante, mas porque o destino nunca foi externo, mas interno. Cada curva da estrada é uma revelação do que já sabemos, mas não compreendemos. O Arvoricionismo, invisível e pulsante, nos observa, como quem aguarda, sem pressa, o momento certo para desvelar o véu da percepção. E, assim, seguimos, sem saber que o que buscamos já está diante de nós, à espera de ser reconhecido.
O tempo, como um rio sem margem, flui em todas as direções. Aqui, não há começo nem fim, pois o fim é apenas a continuação do que ainda não foi compreendido. Cada instante que passa é uma oportunidade perdida e encontrada, simultaneamente. E, ao olhar para o céu, a percepção do infinito se desdobra em um padrão que se repete, mas nunca é igual, como se o universo jogasse consigo mesmo, esperando que alguém compreenda o jogo.
Mas o Arvoricionismo, em sua quietude, revela que a chave está na jornada e não no destino. O que é visto é apenas um reflexo do que se projeta, mas o que se sente, isso é real. E, à medida que os passos continuam, o caminho se estreita, mas a percepção se expande, como se tudo o que existe estivesse se alinhando para uma revelação que nunca virá. Pois, no fim, o que é procurado não é algo fora de nós, mas algo que já fomos, algo que nos esquecemos.
A mente, como uma tela em branco, tenta pintar o que não pode ser retratado. Cada ideia que surge se dissolve, pois o entendimento não pode ser alcançado com a razão. O Arvoricionismo, invisível e profundo, nos observa, nos conduz e, ao mesmo tempo, nos deixa livres para seguir, como um rio que corre sem saber para onde vai, mas que nunca se perde.
E assim, continuamos. Em cada passo, uma nova perspectiva surge, uma nova dúvida se instala. O que é o tempo, senão uma ilusão? O que é o espaço, senão uma limitação que impomos à percepção? O Arvoricionismo é o campo onde o impossível se torna possível, onde o invisível é mais real do que o visível, e onde a verdade não é algo a ser encontrado, mas algo a ser reconhecido.
Cada movimento é uma dança que nunca para, um ciclo que nunca termina, mas que sempre nos transforma. O fogo que arde dentro de nós, sem ser visto, sem ser tocado, é a chama do Arvoricionismo, sempre presente, sempre esperando, mas nunca forçando. Ela arde em silêncio, nos guiando, nos tornando mais do que éramos, sem jamais nos revelar completamente.
E quando a estrada parece desaparecer, quando o olhar já não sabe mais para onde se voltar, o Arvoricionismo nos lembra que não é necessário compreender tudo. Pois, talvez, a maior revelação seja que o que procuramos não está em algum lugar distante, mas dentro de nós mesmos, em um lugar onde nunca imaginamos que poderíamos chegar.
Me percebi um materialista porque é só oque há na face da terra.
Perceba o grau de egoísmo em cada ser!
Porém o egoismo inerente e perene impede que admitamos, pela falta de lucidez.
Ode ao Limbo -
Há um grito que me envolve ...
Vem da terra - cresce em mim...
Nada nele me devolve
à beleza de um jasmim!
Na solidão de que me alimento
sou da noite, sou assim,
sou do fado, vil tormento,
um lamento sem ter fim.
E na raiz de que sou feito
está a força de pensar
minha raça vai ao peito
vai no punho o meu penar.
Mas se trago no pensamento,
as palavras, uma a uma,
sou um verso escrito ao vento
na mentira que é a bruma.
Então a bruma é a vida
e a vida são estilhaços
somos Almas combalidas
morrendo passo a passo.
Nesta humana Eucaristia
não há pão e não há vinho
só a morte dia a dia
a tolher-nos o caminho.
E não há bem! E Nao há mal!
Nesta demência que nos mente
ir do berço ao pó da cal
é o destino de toda a gente.
"O que há de novo aqui na terra? Apenas o que foi, o que é e o que há de ser, o que se fez, se tornará a fazer; apenas repetições de meros vícios"
Desde há muito tempo, bem antes de estarmos na Terra, decidimos que tinha que ser assim. Caminhos diferentes foram feitos
para serem seguidos.
