Nao Gosto do que Vejo
Minha mente é minha inimiga
Você pode tentar me entender
Jamais poderá ver o que eu vejo
Mas é no caos que eu me encontro
Sinais por toda parte nós livros algoritmos sinais escondidos nas sombras
Somente eu na minha paranóia posso decifrar
O que está por vir ao nosso encontro
É julgamento divino eu posso ver prepare sua alma você trocou a eternidade por anos de glória agora sinta a ira se juntou aos condenados escória
Olhe para mim olhe para você
Somente o bem e o mal pode olhar o íntimo de nossas almas
Não me julgue eu não julgo você
Aceita apenas aquilo que merecer
Uma lágrima cai sem motivo algum
ETERNIDADE
Vejo a eternidade do amor
Dilatar na pupila de seus
Olhos
Vejo o amor realssar em
Tamanha feição de
Olhar
Com batidas erradas
Lágrimas foram derrubadas
E em um jogo de amor, você
Venceu e o levou,
Levou meu coração para a
Eternidade de seus olhos
FLOCOS DE NEVE
Vejo flocos de neve
Sendo derretidos de meu coração
A chama foi acendida
E o amor intensificou
E meu coração? Para sempre, lhe amou
Você, o tocou,
O sentiu,
E o amou
E com isso, em você meu
Coração se apaixonou
E minha vida se intensificou
Com um toque do seu amor
Com seus olhos
Ele me chamou
Em seus olhos perdido estou
Amando-te para sempre estarei
Com você me identifiquei
E para sempre, te amarei.
Olhando retrospectivamente, vejo que recebi uma educação diferenciada, moderna, fora da curva, como se diz hoje em dia. Meus pais não tinham preconceitos, eram liberais, e me trataram como alguém que deveria ser independente, que merecia conhecer a verdade, sem falsos moralismos e sem paternalismo.
"Só vejo pessoas iguais, roupas iguais, só querem o que está na moda ou em tendência... Só escutam o que é "modinha", só assistem o que recomendam... Ninguém dita mais o próprio caminho, apenas seguem os passos de alguém"
Eu sou os meus passos
Eu sou meu espaço
Eu sou o que toco
Eu sou o que vejo
Eu sou o que sinto
Eu sou a viagem
Eu sou o pouso
Eu sou a virtude
Eu sou a imagem
E semelhança
De quem me criou
Para ser...
Livre!
Vejo o teu olhar que me faz lembrar o brilho do luar, os teus cachos são semelhantes às ondas do mar, que com um simples sorriso me fazem navegar sem medo de naufragar.
A tua amizade faz-me lembrar que não importa tamanha distância que estamos na linha do horizonte, iremos se encontrar, e conversas bobas irão rolar para reafirmar que o tempo pode passar mais a nossa amizade louca irá durar.
Pensando e agindo com inteligência, em um sistema onde muitos só vivem de aparências; vejo a esperteza de dragões dentro do jogo só usando as presas;
inteligência emocional se transformando em artificial; num mundo mais virtual que a fantasia final.
Bairros, cidades, estrelas, constelações;
Homens, mulheres, segredos, imperfeições…
Ouço a melodia do vento
Vejo os lampejos no ar
Canto com os passarinhos
Espalho os véus ao luar
Com o vento vêm os amores
Em lampejos de luz cintilar
Nos ninhos, ausentes pudores
Uníssonos …
Em flor rutilar.
SENHOR DE MIM
Quando você aparece...
Meus pensamentos criam asas quando vejo esses lábios lindos, e voam ainda mais alto quando você me fala palavras doces...
Olho através desses olhos brilhantes em tom café, e me perco em um mundo fantástico onde você é o senhor dos meus desejos e eu sua rosa menina, entregue em seus braços para me fazer mulher.
Sua pele macia, seu perfume, suas mãos... por um momento me roubam as palavras e sou incapaz de descrever o que eu sinto.
Te desejo e te quero cada vez mais. Ainda que as palavras me faltem, meu corpo confirma.
Eu vejo uma criança triste na beira da estrada, me pareceu mais um anjinho sem asas para voar, com seu rostinho pálido de fome com um seu corpo torneado da fome e que ainda leva as marcas que os homens descrentes de amor os deixaram.
(Josi JL)
Caminhando eu lhe vejo
Distraindo me, erro na partida
Continuando caminhando eu lhe vejo
Distraindo me, continuo te ver
Correndo eu lhe vejo
Distraindo me, tropeço
Parada eu te admiro
Eis que não me distraio, focada
Em sua linda beleza, eu tropeço
Tristes recordações
Olho para o espelho, que há em meu quarto, e vejo apenas a tua imagem. Confuso com o que vejo e sabendo que é uma variação da minha cabeça, deito em minha cama, local onde tantas vezes tu te deitaste. Sinto o teu cheiro em meu travesseiro, cerro meus olhos e te vejo deitada ao meu lado.
Por que não sai da minha mente? Choro, recordando dos nossos momentos... tua cabeça em meu peito eu acariciando teus lindos e cheirosos cabelos, as palavras carinhosas que recitavamos um ao outro, os toques, as carícias, os carinhos.
Saio da cama, enxugo as lágrimas. Ouço a tua voz "não chore! Ainda amo você. Sabe disso". Tento sorrir, porém em vão. Vou à cozinha, abro a geladeira, e pego uma garrafa de vinho (o vinho que você ama). Encho duas taças. SAÚDE!!!
Bebemos, ou melhor bebo as duas sozinho.
Deixo o ambiente totalmente escuro, como gostavas. Vou dormir.
Amanhã faremos isso tudo novamente. Até quando? Minha alma, meu coração e meu corpo não respondem...
É o olho que tudo vê, eu olho e só vejo views; no olho do vendaval, o povo a ver navios. Na era da fake news, Matrix destrói o Neo.
Bem-vindos ao Brasil!
Humanidade - uma exclusividade da classe C
Eu vejo tijolos, barracos de madeira, favela
E vejo ela, desfilando de shortinho curto na viela
Vejo humildade por toda parte
Vejo arte
Vejo harmonia, vejo poesia
Vejo a pele bronzeada
Vejo a alegria da criançada
Vejo futebol, brincadeira de rua, à luz do sol, minha felicidade e a sua
Sabe o que eu não vejo nessa beleza?
Pobreza! E não consigo entender quem não enxerga beleza na delicadeza da sociedade não burguesa.
De repente, quem pobre é mais feliz do que aquele que é rico e infeliz mesmo possuindo tudo o que o pobre sempre quis, e, ainda assim não consegue alcançar a felicidade na sua realidade. Na humildade há mais prosperidade e positividade do que no pessimista materialista, que não consegue ter alegria se não ganhar um milhão por dia. Como é feio todo esse desespero por dinheiro, e como é lindo todo mundo sorrindo com humildade e simplicidade, agindo em coletividade.
Que pena do materialista que tem uma centena de bens à vista e carece de um bem que nem todo humano tem: Humanidade! Que dó dessa parcela da sociedade...
