Nao Gosto do que Vejo
A Felicidade
A felicidade é tão clara, quando vejo cara a cara que enxergamos nossa alma
A felicidade é tão cara, que me encanta cultivá-la com a delícia desse amor
A felicidade é tão massa, sem esforço ela abraça e me faz sentir calor
A felicidade é de graça, basta deixar que se faça o que o coração mandou
A felicidade, cada dia, alimenta, alimentada, essa boca que beijou
Vejo nossas fotos todos os dias
E fico a imaginar como seria
Se tivesse deixado vc voar
Pássaro na gaiola canta de dor
E ninguém deveria passar por isso!
Sou grato por msm separado
Intender que somos pássaros livres e felizes.
Que não há gaiola que nos prenda.
Amor foi feito pra viver livre
E não pra ser engaiolado
Errar é humano
Ter uma segunda chance é louvável.
Me sinto mergulhando em um oceano plástico quando vejo sua superficialidade vagando no inexistente do ser. Paradoxal? como pode o inexistente vagar no ser, se ambos são condicionantes negativos para a manutenção do do estado de existência? Simples, se esse ser for tão superficial ao ponto de ser comparado a um plástico, então significa dizer que é algo mórbido que exclui a própria condição de existência, alguém ou algo que nasceu para ser um paradoxo de si, alguém plástico e inconstante que se submete ao mundo que é tão plástico quanto...
Para cada dia que se passa vejo teu amor...
tão vivo quanto meus desejos...
inumerosos... sentimentos em pleno ar,
paira sobre minha vida, muitas vezes
balbucio, murmúrios, sendo sutil
para o amor que tenho.
Autorretrato
De minha mesa vejo um homem escrevendo ansioso, ocioso e melancólico. Seu semblante lúgubre e sem harmonia é de uma criatura alheia a seu próprio universo. Com mãos trêmulas, traça seu drama pessoal sobre uma pequena toalha de papel. Sua escrita é serena e seu gesto tem a cor e forma da tragédia. A sensação que me ocorre no momento, é que estou diante de uma pessoa profundamente deprimida. De onde estou é possível perceber seu vacilante destilar e o advento de uma lágrima a rolar. O momento é delicado, por um mísero instante ele parece hesitar, olha para o horizonte, um olhar perdido, talvez esteja preso a um passado distante, quiçá deseja-o esquecer. Em súbito volta a rabiscar, como se algo o puxasse de volta a sua atividade febril. Através da sombra que se faz à meia luz, consigo visualizar a silhueta de sua mão a escrever, agora mais calmamente, como se estivesse tecendo cada verbo de uma composição. Talvez esteja construindo uma escrita subliminar, rabiscando seu tormento, sinto-me tocado por sua aflição. Proponho-me a imaginar sua amargura, o que realmente o move a agir daquela maneira? Não obstante, calmamente o homem se levanta, olha para o horizonte e pensa por um momento, em um gesto hesitante, gesticula uma súplica. Ele olha para trás, olha para sua mesa e permanece estático, logo, se vira e vem em minha direção. O homem passa então a meu lado, segue seu caminho a passos calmos, sem pressa e desaparece. Com tremenda sensação de euforia não resisti ao desejo sublime da curiosidade, e calmamente fui à sua mesa, ocasião em que pude ver o pequeno pedaço de papel e me deparei com o esboço de um homem extremamente triste, e a baixo uma descrição: "eis-me aqui; assim me sinto no momento"!
astro que em lagrimas desaba
atos que me fazem
olhar e ter esperança
entre os céus...
vejo a luz teus olhos
bem como o amor que tem,
sedução, sentimento abrupto...
onda avassaladora,
no teu corpo molhado,
nas intemperes do mundo sois um beijo profundo.
esquecido pelo tempo que chora
os infortúnios desse mundo.
e por falar em saudades ....
A cada dia que passa vejo meus passos caminhando rumo aos seus
Sinto teus lábios a me beijar
e todo meu corpo a desejar o seu .
Mesmo distante eu posso sentir nossos corpos a se unir numa doce calma , pois não será somente união de corpos, mas eternamente a união de almas
A inevitável paixão
Em ti vejo a natureza,
O encanto é inevitável,
A paixão me enlouquece
Quando seu brilho me encarece,
Quase doido fico
Em momentos que a ti reflito.
- Luan Pensador
Quando penso em seguir sem olhar pra trás te vejo no retrovisor do tempo e o passado volta como se não tivesse passado !
Doce Fel
Eu vejo e ouço pessoas dizendo : " Eu te amo"
como se dissessem: "Bom dia" e de repente não mais do que de repente, num mal dia, elas simplesmente deixam de amar"
Minha poesia nasce sempre de um olhar distante mas que que vejo muito perto fixado nos meus.
Pele arrepia, mãos congelam, pernas tropeção, silêncio grita,
Palavras calam e no fim de cada encontro há sempre um recomeço.
Pensando em Você!
Durmo, acordo, sonho com você... sonhos tão distantes que vejo como eras... mais não sei com és hoje...
distancia nunca foi o problema ou nunca seria...
tudo perdeu a cor...
o Sonho acabou, mais uma vez acordei sem seu abraço.
Reféns do absurdo
Diariamente vejo em toda mídia, uma série de barbáries,
Assassinatos cruéis praticados por menores, que sabem que são protegidos por uma lei obsoleta.
Desastres automobilísticos, proveniente pelo excesso de álcool, causando vítimas inocentes, e qual esta sendo a pena?
Políticos altamente corruptos julgados em alguns casos, condenados, mas não cumprindo pena...
Um país inexpressivo, que subjulga a sua população, ameaçando o mundo com bomba atômica.
Um presidente déspota, que vem assassinado a sua população e o mundo olhando sem fazer efetivamente nada.
Alguns indivíduos, sem noção, e baseado em valores e crenças desumanas, atacando sem piedade, outros indivíduos, somente por terem outras opções sexuais, ou por terem outra etnia, ou por seguirem outra religião.
A humanidade tem avançado tão positivamente em descobertas científicas e tecnológicas, mas perdendo em muitos casos o bom senso, e a decência dos valores humanos, nos fazendo reféns do absurdo.
Sergio Skarbnik- Abril de 2013.
Sua presença
As vezes vejo seu amor,na sala de minha casa,me assusto,
e corro a te abraçar,minha ilusão some,e a dor fica,impaciênte,enlargueço meus passos até o corredor,a porta se abre,sinto novamente sua presença entre passos,apressados,apenas o vento soprando minha face,choro
não posso te tocar,mas tu estas em mim,te amo:-Digo te em um ar tonto de loucura,e es que tu me responde em uma voz alucinante,como se me ouvisse,digo a mim mesma isso não existe,-Não!não!não posso ouvir sua voz estou simplesmente louca,sem rumo,sem saber tudo fica vazio,
caio de joelhos,de braços abertos me ponho a chorar,emploro os Deuses que me tragam a paz,grito entre o ar do espaço mudo,tudo é solidão estou sozinha,fecho meus olhos,e oro em clamor de teu amor,em minhas orações tu me confundes,nada faz sentido,os joelhos não se firmam
ponho contra o chão duro minha cabeça,sinto a testa gelar,
no frio do piso,então me vergo,mais e mais até meu corpo ficar pequeno no encolher me acalmo,como se no ventre de uma mãe!agarro meus joelhos e os gritos vão se afogando
vão sumindo,em um soluço sentido,me ponho de pé,mas tu continuas em mim,como um espirito que quer apenas domar minha alma, sinto as lagrimas que correm monas sobre minha face,elas precisam parar de correr,a qualquer momento alguém vai chegar,preciso desfaçar em um sorriso largo
não quero que me vejam assim.A saudade que tenho de ti é tão imensa que isso se repete acada dia,como uma sacristia de dor e de falta de ti,te amo assim tanto.
tenho medo de sonhar contigo,pois sonhos são esperanças,nunca desejei ser princesa,muito menos,rainha,o amor não é preto,nem branco,o amor verdadeiro não traz riquezas,nem pobrezas,o amor verdadeiro,é uma invensão que os Deuses criaram,para dar noção a existencia de uma paixão...
Mas para você eu descrevo o melhor mundo, para que você veja o mundo como eu vejo, e senti-lo como eu sinto. E quanto o mundo fica melhor toda vez que você passa por ele.
... Doce razão...
Acredito no que fala, em seus pensamentos.
Vejo suas ações e asseguro seu contento.
Percebo seu jeito, pinto suas formas.
Rabisco tuas linhas, escrevo tuas glórias.
Certifico dos traços e deleito nas memórias.
Aprimoro meus olhares em suas feições.
Levam-me ao delírio, seus gestos e insinuações.
Penso deliberadamente em nós.
Minha doce alma, razão de viver.
Desenho este quadro, que é justamente você...
... sivi...
Já me vejo deitado
Em quarto escuro desarrumado
Cabelos acinzentados
Sozinho
Lembrando
Sem lágrimas nos olhos
Pois essas a muito me deixaram
Sozinho
Em parte pela minha natureza
Fria e distante
Que para muito soa até meio arrogante
Em parte só por ser facilmente esquecido
Comum , medíocre frívolo
Deitado sem forças para respirar
Sem poder enxergar
Enfim me entregando
Chegando ao fim
E quanto tempo há de se passar
Até que o odor fétido de meu cadáver
Chame a atenção
Pois bem sei que ninguém virá
Ninguém há de me procurar
Não faço falta
Hoje estou e sou notado
Mas nunca realmente lembrado
Já vejo o meu corpo deteriorado
Abandonado
Servindo de abrigo a criaturas tão desprezadas quanto eu
E quem sabe delas eu prove o amor
Aos vermes que consumirão minha carne
Já lhes devoto amor
Pois somente eles me farão companhia
E sentirão falta da minha carne fria
E assim em um punhado de ossos numa cova sem identificação
Continuarei deitado mergulhado em solidão
