Coleção pessoal de Paulo-Santana

1 - 20 do total de 319 pensamentos na coleção de Paulo-Santana

Não me interessam planos de governo, eu quero saber mesmo é quando vamos chegar ao petabyte!

Paulo Santana
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Quanto mais conheço o ser humano, mais eu gosto do cachorro lá de casa!

Paulo Santana
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O risco de morte é uma ameaça inerente a todo ser vivente, mas não diminui o entusiasmo pela vida.

Paulo Santana
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Tags: vida entusiasmo

Copiar, colar, plagiar; já li essa frase em todo lugar!

Paulo Santana
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Vale a pena sonhar e viver o sonho, acreditar na felicidade e amar a vida!

Paulo Santana
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Quanto mais longe vamos, mais perto de nós estamos!

Paulo Santana
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Quando a vi pela primeira vez, você estava triste. Seu olhar era profundo e melancólico. Você estava desiludida, à espera de algo que talvez seus sonhos não pudessem alcançar. Eu não a perguntei o que a vida te fez. Indaguei a mim o que poderia fazer para deixar você feliz.

Paulo Santana
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Tags: tristeza melancolia

Seus olhos sedutores
São olhos de desejo,
Me dizem o que tu sentes
Me fazem sentir teu beijo!

Paulo Santana
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Acreditar no amor e na evolução do nosso ser é uma prova de sabedoria!

Paulo Santana

O hábito da leitura é o atributo do leitor, a sua marca, o seu cosmo.

Paulo Santana
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Tags: vida perfeição

Visualize a vida como uma tela e a transforme em uma perfeita obra de arte.

Paulo Santana
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Tags: vida perfeição

O mundo é um inferno que tem como diabo, a maldade humana

Paulo Santana
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Um passado olvidado

Este é um fato verídico e sua narrativa advém de um homem com a mente senil, dotado de imaginação obsoleta. Não há em nenhum ponto de sua memória, resquícios das lembranças de sua juventude, no entanto evidencia o total desterro de suas recordações. A narração será, naturalmente lenta e compassada, pois com o passar dos anos o indivíduo extenua e perde toda a sua inerente diligência. O estranho neste enredo é que em nenhum momento lhe faltará decoro, pois o assunto em questão é peculiar e se afeiçoa a hombridade do narrador. Ao engajar o seu início, em momento algum deve ser interrompido, pois uma abrupta intervenção fará com que os corredores de sua mente se entrelaçam, pondo em risco a retidão de suas recordações. O motivo de todo esse desvelo é para com a integridade do palestrador, pois um pequeno vislumbre em sua atenção descarrilará a locomotiva dos trilhos de suas memórias, pois ministrar o seu relato é atribuir valores ao fenômeno imêmore de um passado olvidado.

Paulo Santana
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Tags: passado memória

Auto-retrato
De minha mesa vejo um homem escrevendo ansioso, ocioso e melancólico. Seu semblante lúgubre e sem harmonia é de uma criatura alheia a seu próprio universo. Com mãos trêmulas, traça seu drama pessoal sobre uma pequena toalha de papel. Sua escrita é serena e seu gesto tem a cor e forma da tragédia. A sensação que me ocorre no momento, é que estou diante de uma pessoa profundamente deprimida. De onde estou é possível perceber seu vacilante destilar e o advento de uma lágrima a rolar. O momento é delicado, por um mísero instante ele parece hesitar, olha para o horizonte, um olhar perdido, talvez esteja preso a um passado distante, quiçá deseja-o esquecer. Em súbito volta a rabiscar, como se algo o puxasse de volta a sua atividade febril. Através da sombra que se faz à meia luz, consigo visualizar a silhueta de sua mão a escrever, agora mais calmamente, como se estivesse tecendo cada verbo de uma composição. Talvez esteja construindo uma escrita subliminar, rabiscando seu tormento, sinto-me tocado por sua aflição. Proponho-me a imaginar sua amargura, o que realmente o move a agir daquela maneira? Não obstante, calmamente o homem se levanta, olha para o horizonte e pensa por um momento, em um gesto hesitante, gesticula uma súplica. Ele olha para trás, olha para sua mesa e permanece estático, logo, se vira e vem em minha direção. O homem passa então a meu lado, segue seu caminho a passos calmos, sem pressa e desaparece. Com tremenda sensação de euforia não resisti ao desejo sublime da curiosidade, e calmamente fui à sua mesa, ocasião em que pude ver o pequeno pedaço de papel e me deparei com o esboço de um homem extremamente triste, e a baixo uma descrição: "eis-me aqui; assim me sinto no momento"!

Paulo Santana
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Tags: melancolia tristeza

A mente mente, descaradamente!

Paulo Santana
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O livro é um artefato que nos desconecta desse universo e nos transporta a um plano superior, muito mais sofisticado, bonito e agradável.

Paulo Santana
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O que um leitor espera realmente é ser arrebatado pela beleza da escrita e seduzido pelo talento do autor!

Paulo Santana
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Aficionados
Nós, amantes da boa leitura, apaixonados pela literatura somos aficionados. Inventamos as horas de ócio e as transformamos em algo proveitoso, deleitoso, pretensioso. O hábito da leitura é o atributo do leitor, a sua marca, o seu cosmo. Há firmamento no universo literário, e isso se resume a horas a fio, entretido em uma deliciosa leitura, pois os momentos lúdicos de um leitor sintetiza-se na profunda concentração de seu intelecto em uma estimulante narrativa. Um contexto literário abrangente alicia seu ledor, mais que isso, o abduz à sua atmosfera, formando raízes em seu entendimento, agregando conhecimento e a experiência torna-se única, inesquecível, pergunte a um leitor qual foi o livro da sua vida e ele terá a resposta na ponta da língua (você mesmo está com ele agora na sua mente). O que um leitor espera realmente é ser arrebatado pela beleza da escrita e seduzido pelo talento do autor, quando abrimos um livro pela primeira vez sentimos o pulsar acelerado do coração e a notória ansiedade nos leva a uma atraente sensação de felicidade. O sorriso brota no rosto, reluz a expressão alegre, é um sentimento de satisfação única. Afinal estamos diante de um artefato que nos desconecta desse universo e nos apresenta outro plano, muito mais sofisticado, bonito e agradável.

Paulo Santana
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Tags: literatura leitura

O tolo não entende o fundamento de sua própria euforia.

Paulo Santana
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Tags: euforia fundamento

Já pensou se nascêssemos todos adultos, quão chato seria esse mundo sem as crianças!

Paulo Santana
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Tags: criança adulto