Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
A casa da vaidade anda cheia de gente viva que morre aos poucos. Que não se contenta com o que conquistou e quer trapacear as conquistas alheias. Que deseja o inviável aos seus próprios limites. Que nasceu pra voar, mas que prefere rastejar na floresta de lama com a intenção de sabotar o ninho dos outros pássaros.
É quem envenena a alma só para apagar a luz do outro. É quem se define. Quem se acostuma. E que poderia ser mais, mas prefere o mínimo. Pois não consegue ir além daquilo que pensa todas as manhãs. O dia todo.
E isso não tem nada a ver com conhecimento, com sabedoria, com intelectualidade ou inteligência. A vaidade, geralmente, é um sintoma desses todos.
Meu pai dizia: Filho, onde quer que você chegue e por onde vá, nunca esqueça de manter os pés no chão. Se policie, se vigie. Até que a humildade seja um hábito.
Como deve ser apertado o espaço de quem precisa apequenar o outro para se sentir grande. Como deve viver o mundo das ilusões de que é maior, sendo que se rebaixa tanto.
Como deve ser triste saber que, sem a maldade, a vida não anda. E como deve ser tenso saber que, ao lado da maldade, um empurrão nunca é pra frente. Mas pra derrubar o ego.
E preste atenção: a vaidade não tem mãos para levantar ninguém.
Pensamento livre é ter que acordar com o plano certo, disposição certa e não ter que aprisionar a mente dando satisfação à um ser que não existe
Aqui na minha morada têm celebração pra dá de vaza é abundância e não insignificantes estadas pois conseguistes te livrar de fadadas estradas.
Não é covardia, é amor próprio. Não é falta de coragem, é respeito por mim mesmo. Quem conhece a força da corrente não se arrisca em mar bravo. Não se lança ao oceano quem já se afogou no mesmo. Não se atira ao precipício quem já não tem mais asas. Não se lê um livro esperando algo surpreendente, quem já o leu uma vez. O amor engana os tolos, aos desavisados, mas não aos feridos por ele mesmo. Ando numa fase de minha vida que prefiro acreditar desacreditando. Sonhar com o pé na realidade. Não espero mais nada, nem almejo grande coisa. Virei pedra, encosta de ilha, apenas observo as ondas que em mim se quebram.
Ricardo F
Sabe aquele palpite que você dá, pedido ou não? Se não for favorável, bem rápido deixam de lhe ouvir.
Pouco me importa se gosta das minhas ideias. O que interessa não está no que eu penso e sim no que você pensa.
Não sei como explicar isso quando se está a deriva perdido sem olhar em volta só olhar para ela se vê parado como uma pessoa que vê algo incrível pela primeira vez sempre como se fosse a primeira vez você olha pra ela e cada dia mais, mais apaixonado por ela de forma que não sabe como descrever, porém você tem uma experiência em que não deu certo em nenhuma das vezes anteriores e acaba por se fechar e não tentar acreditar que pode ser diferente, que algum dia vai encontrar a pessoa certa e simplesmente acontece de novo mas o olhar sobre ela não é mais forte que o medo de corteja-la
O jogo de xadrez pedagógico é um instrumento que possibilita não só o desenvolvimento de habilidades sócio-emocionais, mas também propícia um ambiente para torná-las competências.
Vendo a realidade em que vivemos, quem sabe não e melhor sonharmos em realizar a realidade que sonhamos.
