Nada sei
ate quando penso que vi tudo,
nada sei desse mundo,
sei que sinto, mas não sei que senti,
embora seja algo que vivi,
o destino muda tudo que toco,
se sinto o que senti,
talvez nunca sinta de novo,
embora não queira, mais sentir,
então seria o que queira,
assim quando compreendi,
não existe mais nessa hora,
vi que nada poderia fazer,
somente esperar a eternidade.
por celso roberto nadilo
Pode até ser que tenha algo, mas deve ser muito insignificante, não lembro de nada... Sei lá, tudo em vc me cativa, me faz suspirar, seu jeito de falar, seu jeito menininha mulher, seu sorriso, sua forma de olhar, o jeito que me xinga e agride com carinhos escondidos de forma subliminar, as palavras de amor... Chega neh, se não o convencimento chega no level 1000
Não sei o que escrever
Nada sei para escrever
Sem saber escrever
Como vou escrever?
Não aprendi escrever
Vou insistir
Aprender escrever
Falta inspiração
Vou insistir
Até saber como
E o que escrever!
Nada sei de ti, apenas sei de tua essência cristalina, porém tu se deixas levar por questões do mundo e te aborreces em vão!
Eu me preocupo com as questões do meu interior, procuro o bem estar de minha alma em primeiro lugar!
Os Hindus têm sabedoria inesgotável no que tange a sentimentos, creio que tenho sangue deles em minha veia!
Aprendi a deixar os espinhos no caminho por ande passo, calçando sapatos apropriados aos meus pés!
Os fortes caminham pelo fogo sem se queimarem, os fragos se posicionam no frio por medo do fogo!
Qualquer caminho que tu escolheres que parta tão somente de ti, a vida te dá essa chance!
O meu eu já escolhi, " SER FELIZ" sigo sempre em frente, mesmo tendo as pedras no caminho que me fazem tropeçar e cair!
Tudo o que sei
é que nada sei.
Tudo o que planejei
sonhei, busquei
foi como fumaça no ar.
Agora vou parar,
sem planos,
sem enganos...
sem sonhos,
sem pesadelos,
sem buscas,
sem desencontros....
quem sabe assim (des)encontro...
ou sou (des)encontrada?
Sei, sei... comigo é tudo ou nada!
Visto-me na colónia do medo
porque já nada sei ser senão medo desmembrado
com a sensação presa de me aprofundar
num remoinho golpeante
p’los vidros em derramamentos que me tocam
até aluar escarpas em lágrimas mil...
Quando será que vou poder tactear
a infância para descalço brincar?
Tenho tantos medos
quanto medos!...
Não sei
Não sei de nada
Só sei que nada sei
E nada saberei
E tudo terminara num grande rio de fezes.
Fundamentos da vida
Sócrates, um dia disse,
Que da vida eu nada sei,
Um sábio atrás predisse,
Que se eu der,receberei.
A vida é um monte de ilusões,
Onde a mente humana insiste em viajar,
Sofremos inúmeras decepções,
Pelo simples fato de amar.
Amar coisas,bichos e gente,
Reservas de amor que nos deixam saudades,
Saudade que fragiliza uma mente,
Mente que foge de uma realidade.
Como eu queria e gostaria ,
De viver o passado novamente,
Só assim eu me prepararia,
Para esse futuro tão decadente.
Futuro de muita dor,
Com duras saudades infinitas,
Só por causa desse puro amor,
Que tanto e para o qual,meu coração grita.
Amor,um sentimento às vezes egoísta,
Que pode nos fazer bem e mal,
Se não o controlamos o perdemos de vista,
E sem tal controle, perde -se o sal.
Viver um dia de cada vez,
Talvez este seja o grande segredo,
Fugir desse marasmo da insensatez,
Antes que o mesmo decrete o meu degredo.
Lourival Alves
Nada sei...
Somos sempre aprendizes
ao amor bendizei,
pois com ele seremos felizes...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
11/06/2016 - Cerrado goiano
eu que nada sou.
que nada sei.
só tenho de mim
o meu corpo.
e faço dele,
histórias que
jamais conseguirei
contá-las.
Depois de tantos porquês..
Descobri que viver é isso..
É um nada tenho..
um nada sei....
E pelo amor de Deus..um me surpreenda...
_O obvio nada sei
sinceramente o que sei
tive que aprender com erros e acertos,
senti podia amar e te amei...
mesmo nas decepções estive
num caminho que escolhi viver,
me apaixonei pela a vida
desdenho o destino que me reservou,
e dos direitos que tenho
no silencio...
aparentemente obtenho sensações
no atos do sentimento solitário,
prevejo o sonhos que te encontrei
no submundo tive a certeza do teu amor,
dia mais dias ocasiono a expressão,
derrubo cada vertente da derradeira soma dessa vida,
te vejo e te imagino no ser astral puro....
tento para imensidão o seu ser no algoz,
se passa o tempo se tem o teor dos medos
ao declínio que verte no algoz...
a tal ânsia de existir,
sendo aparente o trevor da paixão paranoica...
se tem a vontade reprimida...
Sei que não devo reclamar de nada!
Sei de tantos que enfrentam, além do risco dessa pandemia,
carências do essencial para sua subsistência.
Se eu estou deprimida, nervosa, sentindo-me prisioneira em casa... como estarão os irmãos que não conseguem trazer o pão para alimentar a família? que tiveram seus trabalhos reduzidos? Posso avaliar seu desespero, posso sentir suas preocupações...
Hoje a pergunta que não quer calar é: até quando essa situação vai perdurar; quando poderemos todos cuidar da vida com a normalidade que antes, talvez, nem percebêssemos tão importante?
Cika Parolin
Da paixão...
Certo sei que nada sei...
E passam os dias, como caem folhas em minha vida.
Aprendo a entender e não entendo,
E muito menos posso eu explicar.
Pois em tantas línguas faladas,
É no silêncio pleno e escrito que sacio do saber que nada sei.
No abraço de meu sofá que as palavras caem sobre meus dedos.
Na companhia de paredes amistosas estou guardado de mim mesmo,
Pois quando delas saio, encontro o assédio da carência,
E me entrego sem saber muito bem onde estou ,
E no sem sabor de meus inocentes atos tudo parece amor.
E é nessa doce dose suave de ilusão,
Que volto cada vez mais sábio, entendendo que nada mesmo sei,
Não eu digo ao sentimento disfarçado em uma rosa sem perfume,
Não ao que não posso explicar.
Pois confusa é a vida em um corpo vazio
Assim como no abraço de quem precisa de um abraço...
Simples amor que da raridade é nascido,
Volto então ao silêncio de minha escrita,
E na humildade de não entender,
Não tenho como explicar
A fragilidade de meu ser.
E silênciosamente deito um corpo cansado de tentar buscar...
Explicações para tantos rostos de línguas que não entendo:
De toques que não sinto,
Da beleza que não vejo,
De vinhos sem sabor,
De tantas rosas sem a essência
De ferir com a paixão, sim...
Queria sentir seus espinhos
Sangrar meu coração.
Mas me nega o destino
E assim as folhas caem
Nesse outono de meu viver.
José Henrique
Nada sei e tudo sei do amor
Tudo sinto nesse mundo frio
Ele é calor é o sabor é vida
As vezes ... só as vezes....
Duvido desse sentimento
Desse ímpeto que é o amor
As vezes ofusca e supera a razão
É um conjunto de sentimentos
Amor, carinho, cuidado
Atração, desejo, contato,
Chama fugaz ou duradoura
Depende da intensidade
Você decide
Você escolhe amar
Ele vem por consequência
Mas até o amor passa
Mas escolha amar
Amar a vida
Amar o próximo
Amar a natureza
Amar você
Estava ouvindo ''Nada Sei'' do Kid Abelha e é bem interessante essa letra. E é uma grande verdade o que diz na música. É através dos erros que vivemos!
Ninguém acerta o tempo todo. E o erro nos impulsiona a ir adiante, ir além, de tentar fazer diferente. Ninguém nasce pronto pra vida e é natural ao longo caminho errarmos muitas vezes. É o erro que traz os aprendizados, as lições, a oportunidade de crescermos. Mas é preciso estar consciente para perceber e aprender com os nossos erros. Acertar, ganhar o tempo todo nem sempre é bom. É preciso conhecer também o outro lado.
Em vez de julgar, de nos culpar que possamos aprender com os nossos erros. E a gente precisa reconsiderar algumas coisas que achamos que são erros. Muitas vezes o erro é um grande acerto.
O quanto de acerto tem nos nossos erros? Vale muito a pena refletir sobre isso. Para o nosso racional muitas coisas ainda são consideradas como sendo erradas, mas para a nossa alma foi o mais certo. E só conseguimos enxergar e entender isso quando temos mais consciência.
