Nada sei
"Sobre mim?! sobre minha essência?!
Apenas sei que nada sei, estou em busca ...
Vim ao mundo para amar, aprender, compartilhar, evoluir, viver
Aperfeiçoar-me enquanto alma, enquanto ser, enquanto buscador
Desenvolver a essência humana no dia-a-dia de minha existência
Buscar o meu melhor, sempre, em todos os aspectos
Fazer o bem, disseminar o bem, praticar o bem sem olhar a quem
Depois?!…
Depois retornarei a uma das inúmeras moradas de Deus...
Para prosseguir no ciclo da evolução espiritual
Pois estou apenas de passagem por aqui
Alma vivenciando uma experiência humana
Perdi o receio de abster-me, de errar, de me perder, de sofrer
Tenho convicção da minha imperfeição
Podem me chamar de anormal, idealista ou sonhador
Podem até não me levar a sério
Podem duvidar do que penso, do que falo, do que escrevo
Nada disso me importa!
O que importa é que sou um buscador
Com muita disposição para aprender, perceber, sentir, ver, vivenciar
Compartilhar idéias, impressões, pensamentos, saberes e sonhos
Não tenho bússola, mapas ou mesmo uma agenda
Não tenho nada, mas ao mesmo tempo tenho tudo
Não sou, apenas estou, pois nada é, tudo está...
Não sou dono de nada, nada me pertence, absolutamente nada
Apenas estou de passagem, realizando uma breve viagem
Pego o que preciso emprestado, depois devolvo, e sigo em frente...
Pois do pó eu vim e ao pó voltarei
Sou parte do Todo, e o Todo me contém
Sou parte do universo, mera poeira cósmica
Sou fruto da criação, criatura do criador
Sou um traço existencial, uma expressão efêmera do milagre da vida
Sou apenas um buscador no espaço-tempo de minha existência
Alma a procura de si mesma.”
Não te prometo nada, porque não sei o dia de amanhã só sei que nada sei, mais por você me apaixonei.
Aínda bem Sócrates que eu só sei que nada sei, ja imaginou que conflito e tédio eu teria se soubesse de mais alguma coisa?
O que eu sei?
Nada sei.
Nada ei de saber.
Nada você sabe.
Nada sabemos.
Nem eu sei o que estou escrevendo.
Nem eu sei porque estou aqui.
Apenas aconteceu...
Nada sei do meu depois
mas, lanço-me ao agora
e faço do meu momento atual
algo que valha a pena
ser vivido.
Cika Parolin
Sonhos...
Tão pouco ou quase nada sei acerca desse assunto. Dizem por aí que o que fica em nosso subconsciente, ao dormir, se transforma em sonho. Concordo que muitas vezes isso dá certo, mas em outros casos o sonho não tem nada a ver com o que foi vivido, desejado ou simplesmente imaginado. Tanto é, que recentemente acho que perdi o sono porque tinha uma questão complicadíssima para resolver. Ou aceitava viver com um Rei ou cedia aos encantos de um amigo admirado de juventude. Como não conseguia fazer preponderar nem o coração ante a razão e nem vice versa, não tive outra alternativa a não ser passar uma noite inteirinha em claro.Sou complicada? Talvez.
As vezes penso que sei, logo noto que nada sei, é assim quando penso que sou. Como eu poderia ser? Alias, quem eu poderia ser? Ser? Ser o que? Ser é demais para mim.
Sei de quase tudo um pouco,
Sei de pouco quase tudo,
Sei que não sei quase nada,
Sei que sei mais a cada dia,
Sei que não tenho certeza de saber quase nada,
Mas sei que de uma coisa tenho certeza,
Sei que amo você.
Eu sei o que doí em mim, mas nada sei da dor do outro,assim que direito tenho eu de julgar?
Não critiquemos o que não sabemos, muito mais se a dor não é nossa.Usemos a língua para edificar, amparar, amar. Lembremo-nos sempre EMPATIA é a ordem da vez.
" Eu apenas sei que nada sei, sei apenas que no céu que vives você é a luz do luar, a estrela maior que eu sempre vi brilhar."
Nada sei, mas imagino!
Pra que asas se já aprendi o a-be-ce
enigmático da vida, as lições escondidas
à margem do tempo, se sei sonhar, se
tenho a fantasia sempre a favor do vento?
É nas asas dela que vôo de encontro a
tantos sóis misteriosos, luas que me
sorri e mundos secretos que só eu
tenho a chave pra entrar.
Atormentados
Hoje nada sei sobre o tempo
Ele não me consome
Nem me pressiona
As minhas inspirações são frutos dessa inconsciência
Ardilosa mania de se sentir sem vida
Desta porta assim vigio,
Não dou entradas às emoções,
Dos castelos arruinados do amor,
A putrefação exala seus males
Grito das torres altas
Gralhas, carpideiras aves
Irritantes gemidos dos desfeitos casais,
Bocas e olhos pintados,
Ritos risos buscando argumentos,
Cada qual teve seu tempo, seu momento
Eu de mim assisto impassível seus tormentos
Nada me dizem agora,
Afora o tempo que insiste em bater a minha porta
Lá fora não existe mais
Novidade alguma
