Mundo Contemporâneo
Os deveres de manter uma família. Função dos pais. Não caberiam no mundo contemporâneo. Pois, influências externas. Que controlam as forças das massas alienadas. A sociedade da ditadura do consumo. Do “aqui e agora”. As forças das suas vozes. Corrompidas. Soam tão altas. Divergindo os valores éticos. Hoje. Cabe a cada um de nós a formação de um caráter moralmente ético. Para que na harmonia do comportamento humano. Haja união entre os verdadeiros seres. Respeitando-os. Valorizando-os. Sem se deixar ser levado por interesses escusos. Pois, se houver máscara, dissimulação, rodeios. Num momento qualquer. Em meio às tempestades. Tudo desmoronará. Fragilizando a confiança daquele que vive na Luz da Justiça. Confiança não terá mais.
Eu procurei por muito tempo, ler sobre as coisas do mundo contemporâneo. Marxismo, Capitalismo Neo Liberal, Direita, Esquerda, Sim, Não e o que acabou fixando em minha memória foram: Dó ,Ré, Mi, Fa, Sol ,Lá e Si...
Embora o mundo Contemporâneo nos diga, você é muito mais, você pode superar seus anseios, medos, fragilidades e realmente ser bem sucedido!!!!! Por outro lado ao pensar corajosamente, podemos nos deparar com outro sentimento!!!!! Se achar coerente, você também pode desistir!!!! Isso não implica em fracasso, a coragem e a maturidade que compete e implica nessa decisão é talvez muito mais sincera do que a super ação !!!!!
Santo em Queda
Mundo
Contemporâneo
Repleto
De
Adultos
Infantis
Em clima
De
Egocentrismo
Adolescente
Politicamente
Estamos
Em crise
De puberdade
Que
Nossa Santa
Novinha
Em folha
De nós
Tenha
Piedade
Em um mundo contemporâneo onde a sociedade alienada chora a morte de um artista enquanto a morte do seu próprio irmão não o comove ao certo sua terceira geração não vai lembrar da sua existência....
O mundo contemporâneo oferece personalizar tanto a vida do ser humano, que o torna tão individualizado, ao ponto de não caber mais ninguém, apenas a solidão.
Em Deus não há parcialidade
. No mundo contemporâneo, o que não faltam são prognósticos enganosos e envenenados e ao menor descuido estamos a mercês de mentes capciosas a captar nossa atenção. (Já observou quantos candidatos “se dizem” fieis ao Evangelho de Cristo???)
. O Evangelho é puro e não contem dúbias palavras; exemplo: nos ensina que devemos defender a vida, desde a concepção no ventre materno ate o ultimo suspiro consciente. Ou seja, não é compatível defender “a proibição do aborto” e simultaneamente defender “a pena de morte.” São situações antagônicas.
. A vida humana não é propriedade humana, e qualquer ato contra a vida é um ato contra um bem do próprio Deus. Em Êxodo 20: 13 contem a mais incisiva ordenança a favor da vida: “Não matarás”. Noutras palavras não matar significa defender a vida em todas as situações de ameaça. Significa também valorizar a vida em todas as suas dimensões. É por isso que a Lei da Santidade nos exorta ao combate a pobreza e consequente diminuição da fome, a proibição da exploração e da extorsão, a necessidade da justiça nos julgamentos, a condenação da conspiração contra a vida de outras pessoas, Etc. “O rico e o pobre têm isto em comum: o Senhor é o Criador de ambos/... glória, honra e paz para todo o que pratica o bem:...Pois em Deus não há parcialidade” Provérbios 22:2/Romanos 2:10 e11
No mundo contemporâneo, é intrigante observar como discutimos incessantemente sobre diversidade, inclusão e justiça social. Essas temáticas têm sido constantemente debatidas em todas as esferas da sociedade, desde os meios acadêmicos até os espaços de convívio cotidiano. No entanto, é preocupante constatar que mesmo dentro dessa pauta da inclusão, há uma exclusão flagrante de certos grupos, como se a discussão seletiva fosse a regra.
Um exemplo gritante dessa omissão reside no tema do envelhecimento. Enquanto a sociedade moderna se desdobra em esforços para garantir a igualdade de oportunidades a todos os indivíduos, independente de raça, gênero ou orientação sexual, pouco se fala sobre as dificuldades enfrentadas pelos idosos. Parece que, à medida que envelhecemos, nos tornamos invisíveis, relegados a segundo plano, como se não fossemos mais parte integrante da sociedade. O processo natural do envelhecimento é um fenômeno temido e ignorado, quando deveria ser abraçado e compreendido em toda a sua complexidade.
Além disso, a questão dos deficientes é outra área negligenciada na busca pela inclusão. Embora a sociedade se orgulhe de sua evolução em relação à aceitação de pessoas com deficiência, é inegável que ainda existem enormes obstáculos a serem superados. O acesso físico a espaços públicos e privados, a inclusão educacional e a oportunidade de emprego ainda são desafios que muitos deficientes enfrentam diariamente. É preocupante como a sociedade muitas vezes os esquece, relegando-os a uma condição de invisibilidade social.
Essas exclusões dentro da pauta da inclusão nos levam a questionar a sinceridade das discussões em torno desses temas. Será que estamos genuinamente comprometidos com a construção de uma sociedade justa e inclusiva? Ou será que estamos apenas buscando respostas fáceis e soluções convenientes, negligenciando aqueles cujas vozes são abafadas?
Talvez seja hora de refletirmos sobre o verdadeiro significado da inclusão e da diversidade. Precisamos ampliar nossos horizontes e abordar todas as formas de exclusão, independentemente de idade, capacidade ou qualquer outra característica. Somente assim poderemos criar uma sociedade verdadeiramente inclusiva, onde todos os indivíduos sejam valorizados e respeitados.
É necessário quebrar os paradigmas e superar as limitações que nos impedem de enxergar a realidade de forma ampla. Devemos nos esforçar para incluir todas as vozes marginalizadas, independentemente de sua situação particular. Somente quando olharmos para além das aparências e das conveniências é que poderemos avançar em direção a uma sociedade que genuinamente abraça a diversidade e promove a justiça social.
Portanto, é chegada a hora de reconhecermos essas exclusões dentro da pauta da inclusão e trabalhar incansavelmente para corrigi-las. Somente quando todos os grupos marginalizados forem verdadeiramente considerados, teremos a chance de construir um futuro mais justo e igual
Fagulhas fraternas, que surgem no mundo contemporâneo, são manifestações da centelha divina quase sempre provenientes do atrito entre corações de pedra
Está na hora de entendermos que o mundo contemporâneo não aceita mais metanarrativas, ou melhoramos nossa capacidade de diálogo ou perderemos espaço na sociedade.
No mundo contemporâneo
há uma necessidade vital do
homem viver o imaginário,
como se a sua vida fosse um
faz de conta onde o que é real
é apenas a sua criatividade em
busca da forma mais eficiente
de ser hipócrita diante da observação
do outro.
A liberdade que o homem contemporâneo
acredita possuir,
é apenas mais uma ilusão
que o mundo atual constrói
ao longo de sua vida,
para que ele possa ser manipulado,
ao ponto de não perceber
que não detém as diretrizes de sua própria vida.
A mulher no mundo contemporâneo quer ser independente longe das relações tradicionais, quer ter um filho e busca incoerentemente um pai mas para ela. Não quer um homem par que discorde de suas atitudes. Quer se sentir certa e feliz por suas decisões.
A falta de posição é uma realidade constante no mundo contemporâneo e não seria diferente com a sexualidade. Diante disto nasce a sexualidade fluida, a não escolha predeterminada de gênero para completar se.
A educação no mundo contemporâneo terá que passar por severas transformações, pois o individuo passa a ser mais integral e cada qual com aptidões personalíssimas e diferenciadas. Logo a didática deverá encontrar o meio e a melhor maneira de suscitar a evolução nas diferenças, avaliar de forma diferente e ao mesmo tempo integrar cada um, como peça fundamental e insubstituível na comunidade e no meio.
No mundo contemporâneo, até mesmo nas mais seculares e tradicionais instituições, a medida de valor é de uma arrogante ignorância de superfície. Nada de profundo, como é o mundo e suas certas incertezas e opiniões, que não vão além, duram quando muito por alguns minutos.
Em um mundo contemporâneo globalizado quase em sua totalidade venal mercantilista, as boas paixões são aquelas que permanecem a custarem bem pouco ou melhor ainda, chegam a nos gratuitamente. As paixões por liberdade, ainda continuam fortuitas.
