Mundo Contemporâneo
Em Deus não há parcialidade
. No mundo contemporâneo, o que não faltam são prognósticos enganosos e envenenados e ao menor descuido estamos a mercês de mentes capciosas a captar nossa atenção. (Já observou quantos candidatos “se dizem” fieis ao Evangelho de Cristo???)
. O Evangelho é puro e não contem dúbias palavras; exemplo: nos ensina que devemos defender a vida, desde a concepção no ventre materno ate o ultimo suspiro consciente. Ou seja, não é compatível defender “a proibição do aborto” e simultaneamente defender “a pena de morte.” São situações antagônicas.
. A vida humana não é propriedade humana, e qualquer ato contra a vida é um ato contra um bem do próprio Deus. Em Êxodo 20: 13 contem a mais incisiva ordenança a favor da vida: “Não matarás”. Noutras palavras não matar significa defender a vida em todas as situações de ameaça. Significa também valorizar a vida em todas as suas dimensões. É por isso que a Lei da Santidade nos exorta ao combate a pobreza e consequente diminuição da fome, a proibição da exploração e da extorsão, a necessidade da justiça nos julgamentos, a condenação da conspiração contra a vida de outras pessoas, Etc. “O rico e o pobre têm isto em comum: o Senhor é o Criador de ambos/... glória, honra e paz para todo o que pratica o bem:...Pois em Deus não há parcialidade” Provérbios 22:2/Romanos 2:10 e11
No mundo contemporâneo, é intrigante observar como discutimos incessantemente sobre diversidade, inclusão e justiça social. Essas temáticas têm sido constantemente debatidas em todas as esferas da sociedade, desde os meios acadêmicos até os espaços de convívio cotidiano. No entanto, é preocupante constatar que mesmo dentro dessa pauta da inclusão, há uma exclusão flagrante de certos grupos, como se a discussão seletiva fosse a regra.
Um exemplo gritante dessa omissão reside no tema do envelhecimento. Enquanto a sociedade moderna se desdobra em esforços para garantir a igualdade de oportunidades a todos os indivíduos, independente de raça, gênero ou orientação sexual, pouco se fala sobre as dificuldades enfrentadas pelos idosos. Parece que, à medida que envelhecemos, nos tornamos invisíveis, relegados a segundo plano, como se não fossemos mais parte integrante da sociedade. O processo natural do envelhecimento é um fenômeno temido e ignorado, quando deveria ser abraçado e compreendido em toda a sua complexidade.
Além disso, a questão dos deficientes é outra área negligenciada na busca pela inclusão. Embora a sociedade se orgulhe de sua evolução em relação à aceitação de pessoas com deficiência, é inegável que ainda existem enormes obstáculos a serem superados. O acesso físico a espaços públicos e privados, a inclusão educacional e a oportunidade de emprego ainda são desafios que muitos deficientes enfrentam diariamente. É preocupante como a sociedade muitas vezes os esquece, relegando-os a uma condição de invisibilidade social.
Essas exclusões dentro da pauta da inclusão nos levam a questionar a sinceridade das discussões em torno desses temas. Será que estamos genuinamente comprometidos com a construção de uma sociedade justa e inclusiva? Ou será que estamos apenas buscando respostas fáceis e soluções convenientes, negligenciando aqueles cujas vozes são abafadas?
Talvez seja hora de refletirmos sobre o verdadeiro significado da inclusão e da diversidade. Precisamos ampliar nossos horizontes e abordar todas as formas de exclusão, independentemente de idade, capacidade ou qualquer outra característica. Somente assim poderemos criar uma sociedade verdadeiramente inclusiva, onde todos os indivíduos sejam valorizados e respeitados.
É necessário quebrar os paradigmas e superar as limitações que nos impedem de enxergar a realidade de forma ampla. Devemos nos esforçar para incluir todas as vozes marginalizadas, independentemente de sua situação particular. Somente quando olharmos para além das aparências e das conveniências é que poderemos avançar em direção a uma sociedade que genuinamente abraça a diversidade e promove a justiça social.
Portanto, é chegada a hora de reconhecermos essas exclusões dentro da pauta da inclusão e trabalhar incansavelmente para corrigi-las. Somente quando todos os grupos marginalizados forem verdadeiramente considerados, teremos a chance de construir um futuro mais justo e igual
Fagulhas fraternas, que surgem no mundo contemporâneo, são manifestações da centelha divina quase sempre provenientes do atrito entre corações de pedra
Está na hora de entendermos que o mundo contemporâneo não aceita mais metanarrativas, ou melhoramos nossa capacidade de diálogo ou perderemos espaço na sociedade.
Ode contemporânea a Rodeio
Resistir com beleza ao louco
mundo contemporâneo
que destrói o quê é estético
torna Rodeio digna de uma Ode, Porque conservar a Natureza
onde o mundo que só crê
na emergência pessoal
é resistir a tudo isso
com heroísmo colossal.
