Logo ali na Proxima Esquina
VONTADE EU TIVE DE FICAR ALI
Depois de uma relaxante caminhada
O sol já querendo dormir
Bandos de passarinhos em revoada
Eu encantada com tudo ali...
Macaquinhos passavam fazendo algazarra
Grupinhos de esquilos se formavam
Pulando e fazendo farra
Outros na palmeira se agrupavam...
Entre o capim alto da beira da estradinha
Uma cerquinha com ramos de alecrim
Onde descansava uma solitária andorinha
Um pardal e um querubim...
E o pôr do sol entre o rendilhado
De árvores que pareciam uma tela pintada
De longe se avistava o telhado
De uma casinha encantada...
E a noite logo chegava
Restando só um fiapo do sol
A lua toda prosa iluminava
Um lindo canteiro de girassol...
Por ironia do destino
O passeio chegou ao fim
Resta-me apenas o sonho
Guardado dentro de mim...
Autoria- Irá Rodrigues
E o que é a felicidade, Nathan? Na minha experiência, é apenas um momento de pausa aqui e ali no que éum caminho longo e difícil. Ninguém pode ser feliz o tempo todo.
Quando em lágrimas se derramar, a ti do lado permanecerei;
Quando o seu mundo desabar, ali, para ergue-la estarei;
Quando em agonia, vos afligir; meu ombro lhe darei;
Por tudo e contra todos, se preciso for, sempre lhe acolherei
Gata, nunca duvide de tudo que por você serei;
Nem mesmo do meu amor que sempre lhe dediquei.
Saudade
Dói sem tanto,
Te dizer
Que,
Meu mundo grita,
Por não estar aqui
Ou ali.
Me dá
Me dá
O que você me tomou,
Eu consegui,
O que você me tirou.
Se faz tanto tempo,
Mas eu me lembro
Até da rouquidão da tua voz,
Porém
Ainda me lembro o que se restou de nós.
O mundo dá voltas e você faz meu mundo bambo girar
Daquele jeito,
Que só eu sei,
Que só tu sabe,
Que só nós,
Sabemos.
Preciso trocar o meu travesseiro. Nossos travesseiros carregam sonhos, às vezes pesadelos. E ali, durante as noites, eles ganhavam vida. O peso do meu era insuportável. Outono em Copacabana, Maeve Phaira.
andeja
minha poesia é onde vou
um aconchego, um amor
aí eu finjo que ali estou
uns devaneios ao dispor
então rumo pra outro voo
minha poesia é sertaneja
come perna de cachorro
sem parada, assim seja!
vai, sobe e desce morro
e outro acaso nem planeja
andeja!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2019, 16 de outubro
Cerrado goiano
DIFRAÇÃO
Esse costume de ir deixando
Parte de quem somos
Um pouco aqui
E um pouco ali
Á cada lugares que pisamos
E ao final das contas
Permanecemos inteiros
Mas fragmentados pela estrada
Onde cada frase dita
Pode ser parte da minha difração
Nem tudo que ocupa o nosso pensamento é colocado ali por nós, mas a escolha de permitir continuar ocupando é toda nossa!
Se um dia eu partir
Lembrarás que não estava ocupado
Não estarei ali
Mas continuarei amar-te
Bem do outro lado
Será que te fiz feliz?
Sem pensar que estava errado
Talvez eu nunca quis
Desejar aquele fim
Que não tinha começado
Se um dia eu partir
Não chore por ter terminado
Nunca pude ouvir
Aquilo que tinhas planejado
Para nós em um futuro traçado
Quem me dera decidir
E poder falar que
Mesmo correndo por amor
Continuo cansado
Mas se um dia eu partir....
"Sentia-se só.
Ele havia ido embora.
Percebeu-se, finalmente, ali.
Percebeu sua própria companhia.
Nunca mais sentiu solidão...".
Uma Linda história (3)
E ali começou uma linda história de amor , era como os dois se viam como um lindo namoro que nunca iria acabar , e sim foi uma linda história de amor , mesmo os dois príncipes sendo muito infantis , fizeram um do outro os 2 melhores meses de uma linda história de amor .
Mas como toda história de amor que tem seus altos e baixos , depois de 2 meses o casal já estava gasto o amor não estava o mesmo então , acabou , sei que para o Principe "R" e o Principe "G" foi difícil
O Caminho de Jesus
Ele saiu e partiu para um lugar solitário; e ali orou. - Marcos 1:35
Escritura de hoje : Marcos 1: 21-39
Você já teve um daqueles dias agitados em que precisa de mais tempo do que o relógio oferece? Quando todo mundo está atrás de você em busca de ajuda e suas tarefas parecem infinitas? Você pode se perguntar: Jesus já lutou assim? E se sim, como Ele lidou com isso?
Considere o dia na vida de Jesus registrado em Marcos 1: 21-34. Tudo começou com uma visita à sinagoga para ensinar, o que Ele fez com autoridade. Então as coisas ficaram difíceis. Um homem possuído por demônios começou a gritar com Jesus. Calma mas severamente, o Mestre expulsou o demônio.
Quando Jesus deixou a sinagoga, ele e seus amigos foram à casa de Pedro. Mas ele não conseguia descansar; A sogra de Pedro estava doente e precisava de Seu toque de cura. Mais tarde, a cidade inteira se reuniu do lado de fora para que Jesus pudesse curar mais pessoas doentes e expulsar mais demônios. Deve ter sido um dia cansativo.
Como Jesus respondeu? Ele tirou o dia seguinte de folga? Dirija-se aos córregos da montanha de Caesarea Philippi? Não, no dia seguinte ele se levantou antes do amanhecer, encontrou um lugar solitário e orou (v.35). Ele buscou o poder rejuvenescedor da presença de seu pai.
Como você lida com um dia difícil? Ficar sozinho com Deus e buscar Sua ajuda. Comece o seu dia à maneira de Jesus.
Refletir e orar
Quando você sente a tensão aumentando,
e através do dia agitado
Apenas nuvens sombrias estão flutuando,
Quando você começa a se preocupar - ore! - Anon.
Se você está ocupado demais para orar, está ocupado demais. Dave Branon
vai um cafezinho?
há no cerrado um gretado
ali ressequido, árido chão
no verão ele é molhado
no inverno devastação
sem a cor do encantado
mas encanta a fascinação
ele tão pálido, incendiado
insiste em renovação
aguerrido nosso cerrado
dedicado o nosso sertão
hoje todo cafeinado…
põe açúcar ou não?
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
quarta 16/10/2019
Triângulo Mineiro
Sentado, observo:
indiferentes, passam todos,
e ela ali, lúgubre...
Das leivas úmidas esvoaça
Sobre as calçadas pisoteadas,
Ela voa em fuga,
As cores se misturam
No predomínio do azul,
Timidamente pousa,
Sem ruflar,
Apenas silêncio...
Não há movimento,
É o último voo,
E aquela que fora casulo, e voou belamente,
Agora se despede da vida,
Apenas curta, curta o seu voo...
A UM AMOR PERDIDO (soneto)
Quando a primeira vez se perde o amor
Que do leito acordou, ali gemendo e só
Dentro do peito a tristeza se faz em nó
E desabrocha a flor de lágrima e suor
A vida sente os olhos mareados, forrobodó
Sobe-lhe um amargo, e o primeiro ardor
Do queixume, do pesar, de um pecador
Tal a rosa, de perfume e espinhos, dá dó
Então a alma se traveste de desventura
Numa torpeza de paixão e de mágoa
Onde o sonhador é bravo sem bravura
Assim neste pranto em verso de bágua
Teu cheiro é açoite sem doce candura
E tua lembrança nos arde em frágua...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
25/10/2019, 23’47”
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Poço poético
No pocinho da inspiração
Ali se pesca e fisga poesia
As traz pro perau do coração
As põe nas águas da ortografia
Cada fisgo da rima, um tesouro
Puxado das profundezas à revelia
Onde vem compor o poema calouro
Para querer ser ao autor estrela guia
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Março de 2016, 4'34" - Cerrado goiano
Os dias que sucedem-se são batalhas que venceremos ou não agora ou ali.
Porém com o humilde pensar de jamais desistir,
