Logo ali na Proxima Esquina
Dificilmente alguém aceita um fim. Todo mundo odeia ir ao cinema e ver que o filme não acaba ali, que vai precisar de uma continuação a longo prazo. Ninguém gosta quando o final de semana acaba, quando a ultima bolacha tem que ser dividida, quando acaba os créditos do celular...ninguém suporta o final das coisas...a escassez....isso porque criamos VINCULOS com as pessoas e objetos em determinados momentos que levaremos, talvez, para a vida toda.
Ali esta ela, com um lápis na mão tentando procurar razões para todos os sentimentos conturbados e sobrecarregados. Com uma força onipotente e onipresente. Ali esta ela, se questionando da onde que vem tantos julgamentos. Ali esta ela despreocupada com o amanhã. Ali esta ela, sentindo os pingos da chuva ao tocar seu rosto. Ali esta ela, despreocupada com a chuva, assim como as lágrimas, elas caem, sessão, molham, é o fruto de uma tempestade. Logo passa, ou esse sofrimento fica dias, com ele traz ventos que são frio e esfriam a alma. Ali esta ela, nem fria, nem quente… Apenas morna.
Ela está ali, bem enfrente a mim. Estendeu sua mão para me puxar ao seu encontro e em seus braços me envolveu. Eu por vez, tão quebrada por dentro e ela me parecendo tão interessada a concerta-me, não consegui desviar.
Seu olhar me fitava, me mostrava um caminho e sua boca me dizia ” o quanto era verdade tudo o que pensará sobre ela e nós”. Tão convidativa não tive como resistir.
O amor tem me magoado tanto e dai se eu quero me perde mais uma vez? Quero me sentir viva e de alguma forma estou, de alguma forma meu coração achou um motivo para bater involuntariamente, eu não entendo o porque , porém é muito bom.
Era pra ser apenas uma tarde comum, igual a todas da semana. Mas foi inevitável, você estava ali comigo. Como eu sempre desejei e eu não conseguia imaginar como era bom está ao seu lado. Não dava para imaginar outra forma de ser, a não ser aquela. Foi feliz, foi mágico e foi natural. Era você, eu e o som do vento. Era uma tarde de fevereiro.
“Não andavam de mãos dadas, nem se chamavam por nomes infantis. Não tinha pieguice romântica ali. Mas foi a cena mais doce que eu vi: dois olhares se encontrando. Não só se encontrando: se confortando, se sabendo, se completando. Eu notei que eles eram algo além de amigos, que se desejavam e se protegiam, e foi só pela cumplicidade dos olhos, que deixavam de ser dois e se enlaçavam quatro.”
E em todas as vezes que a dor escorreu pelos meus olhos, Deus esteve ali, me dando colo, não permitindo que eu desistisse... E é por estas e outros que não me canso de agradecer por cada amanhecer, por cada oportunidade, por todo este amor de Pai.
Há muita coisa pra pouco espaço. Desfaça-se disso, daquilo e também daquele outro escondido ali à trás do seu enorme sofá branco. Há muita coisa pra pouco espaço. Desapegue-se do que não mais usa, do que não pode ser mais usado. Há muita coisa pra pouco espaço. Retire o inutilizado, o parado, o que já acomodou e a sujeira acumulada. Há muita coisa pra pouco espaço. Quando você reparar, no que tinha guardado, certamente, verá que novos ares respirará e o que já não tinha mais espaço se tornará espaço de coisas diferentes, usavéis, boas e definitivamente novas á você. Afinal há muita coisa pra pouco espaço. (AF)
A felicidade está aqui, ali e acolá! Ela está onde vc está! Segure na mão dela e ela sempre te seguirá!
O amor mora aqui, ali, acolá... num lugar qualquer. Que ele venha, entre e se instale para sempre na minha casa, na minha vida.
Às Vezes Precisamos De Ajudas Em Momentos Ruins Precisamos De Amigos Para Esta Ali e Nos Abraça e Apenas Fica Ali! NEM SEMPRE QUANDO ESTAMOS TRISTE PRECISAMOS OUVIR PESSOAS FALAR O QUE NOS DEVEMOS FAZER.
As pessoas até hoje não conseguem compreender que quem esta ali do seu lado te apoiando e te amando é o certo e é o que é pra ser vivido...Dê valor a quem realmente quer o seu bem e te ame de verdade e isso as vezes esta tão proximos de nós...
O jardim sempre esteve ali, lindo e belo esperando você voltar, mas pode ser que um dia ele se canse e procure outro lugar
Perder aquilo que tanto se ama, mas sabendo que ali esta.
Viver todos os dias na falta disso, é o que o coração sempre reclama...
As lembranças tornam-se presentes, enquanto ele grita saudade.
E de pouco em pouco...
Todo esse sentimento invade...
E ele continua levando um e outro.
Fim da vida
Minha vida...
minha vida acabou ali,
naquele instante.
Ali perdi o chão,
ali senti que não podia mais voar.
E então apartir dali já não mais vivi minha vida...
apenas sobrevivi a sua ausência...
Quando me dei conta já estávamos ali, conversando, rindo. Tão estranho porque á 10 minutos atrás e durante meses, era preciso desviar o olhar, ser indiferente. Fingíamos ser dois desconhecidos. Eu não entendo essa força, essa atração que sempre nos junta, que sempre me leva até você, ou você até à mim. E eu nem sei direito como aquele clima pesado foi quebrado, como a gente foi parar ali e conversar como se nunca tivéssemos nos separados, e digo isso em relação à amizade, separados como amigos. Eu sei que eu deveria dizer não, que eu deveria virar as costas e dizer tchau, mas dizer não à você é dizer não à mim mesma, é dizer não à algo que eu queria muito, é dizer não à uma chance de quebrar o silêncio que tanto me incomodava. É me negar à ter um momento de felicidade, mesmo que isso me rendesse dias de saudades depois. É que quando estou ao seu lado, me sinto completa, sinto novamente tudo aquilo, todas aquelas coisas boas que há tempos eu não sentia. E por tudo isso eu não entendo por que você se nega, pois eu sei que você sente saudades, eu vejo em você o ciúmes, e só a gente sabe o quão bom é estarmos juntos, a química que temos. Mas é bom para ficar e não para estar, não é mesmo? E competir com os teus amigos que não te deixam em paz, te ligam à toda hora e não conseguem acreditar ao nos ver juntos, para mim não dá, competir com a tua liberdade tão altamente valorizada para mim é de mais. Então tudo volta ao normal, com a exceção de que agora não precisamos nos tratar feito estranhos, agora nos olhamos, nos comprimentamos e só. Então eu posso ser de quem eu quiser, mesmo querendo ser só sua, e você pode ser de quem quiser, mesmo eu querendo que seje só meu. E de fato, eu acabo sendo de outro, e você olha com raiva, indiferença e não me olha mais diretamente, mas fica de longe cuidando. E no fundo eu nem sei o por que de 'um outro', já que eu odeio essa prostituição dos sentimentos, eu não sei se o que eu quero é te fazer ciúmes e te mostrar que eu não vou continuar sendo sua por tempo integral, abrir teus olhos de alguma maneira e te mostrar que o momento é esse e eu não posso esperar mais. Até porquê se em um dia ficamos juntos, no outro você apenas me olhou, comprimentou e foi atrás de se divertir sozinho, logo, eu também tenho esse direito, não? Eu precisava te mostrar, mesmo que de uma forma errada, que eu não me importava se você iria ou não me procurar, que se você me deu a liberdade eu iria usufruir dela da mesma maneira que você usufrui da sua, e por esse motivo você é o último que pode me julgar. E você sabe, eu sou impulsiva, faço tudo errado, faço e falo coisas sem pensar e no final tudo o que me resta é o arrependimento. Mas ao menos uma coisa eu fiz certo, não falei e nem demonstrei sentimentos, te tratei como você gosta/deve ser tratado, como mais um, mesmo que eu odeie essa expressão, mesmo que você pense que eu mudei, mesmo que eu continue sendo a mesma. Enquanto tudo isso não passa, e já que eu não sei os planos de Deus para a gente, fica assim, cada um que siga a sua vida sozinho, sem julgamentos.
Esse foi um dia casual, tão casual que o acaso resolveu agir e colocou-se ali, bem na minha frente, a zombar dos esforços que desprendi na ânsia me esquivar desses “por acasos” que nos pegam pelas pernas, sobem pelo corpo e (para meu desespero!) instalam-se nos olhos e nos lábios. Mas, quando dei por mim, já estava eu sem reação; a pensar vazio, a sentir vazio, a cheirar uma blusa qualquer impregnada pelo nosso suor, a derramar minhas letras e rabiscos em um papel. Vai-se fazer o que nessas horas? Quem sabe uma prece? Ai de mim que sou descrente das coisas divinas... Porém, existiria algo mais divino que esse acaso soberbo a usurpar-me os sentidos e as vontades? Ai de mim...!!!
Aquele móvel velho, empoeirado, que apesar de tudo tinha um coração que batia, manteve-se ali deitado, perguntando para sua alma:
-Sossegue! Por que não morres logo? Por que me castiga me fazendo criar forças pra cair outra vez? Vá embora...
E assim manteve-se: tremia, doía, aguava, gemia...
Em meio a minhocas roxas e desenhos desbotados um coração novo em um móvel velho...
