Lógica
Na lógica consumista, bens materiais específicos, como algumas marcas de smartphones, por exemplo, só se tornam necessários enquanto são símbolos de status social.
"Seguir o caminho da escusa é resistir à lógica do cancelamento, optando por uma ética de acolhimento."
Quando cooperamos, damos passos mais firmes rumo ao progresso; por outro lado, a lógica competitiva nos condiciona a uma sociedade onde a rivalidade se sobrepõe à colaboração, reduzindo nossa capacidade de gerar bem-estar social.
“A vida é uma lógica incerta e as regras nos são impostas, para nós o que nos basta é tentar vivê-las.”
Ao contrário da lógica binária, onde uma escolha exclui a outra, a liderança transformacional adota um pensamento integrador.
A lógica e a razão nos preenchem com certezas, tanto quanto a ausência delas preenche aqueles que ainda precisam evocar significados em mitos, acreditar em lendas e temer superstições tolas. Parafraseando Sigmund Freud, Carl Sagan e William Shakespeare, essas pessoas ainda têm a necessidade infantil de uma poderosa figura paterna e temem a luz do conhecimento, preferindo a escuridão da ignorância, que se traduz em trevas. Tanto a crença quanto a descrença oferecem respostas que o homem busca para encontrar o que necessita. No entanto, é fundamental ter respeito, pois isso é uma via de mão dupla, um quid pro quo, uma troca justa. O amor é efêmero e, sem respeito, ele não subsiste.
A loucura é uma condição que se desvia da lógica ordinária da vida. A vida consiste em produzir desvios para traçar novos caminhos. Ser pioneiro e inovador muitas vezes significa ser visto como louco no início. Mas tudo bem, a loucura é normal
Mitos, lendas e superstições, é tudo que são baseado sem razão ou que tenha lógica, e por causa disso, não pode ser racionalmente creditado por não haver nenhuma evidência, para com isso então produzir provas que ateste sua veracidade mediante os fatos.
Labirinto da Serenidade
Oque está em minha cabeça
Não é um abismo gigante, e sem lógica,
Mas sim, um labirinto intrínseco e nostálgico,
Um espelho da alma, reflexo constante.
Ele faz parte de mim, temente reconhecido,
Pelas nossas necessidades humanas de compressão,
Meu ser vagueia, às vezes anseia, por própria redenção,
Num universo interno, labirinto, onde ecoa minha canção.
Mas ele é o que é, "nada", um grande vazio,
Uma tela branca pronta para ser pintada com desvario,
Onde as cores da alma se misturam com o desconhecido.
Aproveite da sua companhia, do sutil manto que envolve,
Despindo-se dos medos, que na mente corroem e dissolvem,
Aceitando o nada, a serenidade no vazio se resolve.
Tanto eu e você, vejo uma criança confusa, querendo
Compreender os misteriosos porquês, a vida aprendendo,
No reflexo dos olhos, perguntas sem respostas, apenas sendo.
Cada pensamento, embora possa parecer um labirinto,
Trás em si a essência, e na sua exploração, o distintivo,
De que, mesmo na obscuridade, podemos encontrar um caminho instintivo.
Onde os demônios se transformam em aliados,
Os pensamentos abissais tornam-se ancorados em mares não-navegados,
E a cada questionamento, um novo universo é por nós criado'
No final, somos todos crianças, entre o tudo e o nada,
Buscando respostas, numa jornada,
Descobrindo, que na incerteza, também se encontra a estrada.
Dizem que:
Não podemos comer aves no Réveillon, porque elas ciscam para trás.
Com essa lógica, na virada:
Não podemos comer churrasco, porque bois têm chifres.
Não podemos comer porco, porque porcos são sujos e preguiçosos.
Não podemos comer peixe, porque peixes são burros o suficiente para morder uma isca que claramente está presa no anzol.
Viver a Semana Santa é entrar sempre mais na lógica de Deus: a lógica do amor e do dom de si mesmo.
A lógica é a prudência convertida em ciência; por isso não serve para nada.
Eu não escolhi odiar deuses, escolhi respeitar e amar a lógica e a razão, até porque, não há deus nenhum para ser odiado. Seria um louco em odiar o que não existe. Pior ainda, seria carregar esse tipo de lixo dentro de mim.
Não nos sujeitemos ao paralogismo, atenhamo-nos à validade lógica. Há uma tendência natural inerente à própria definição e ou conceituação do que é o vulgo uma propensão ao argumentum ad ignorantiam e, com isso, reiteradamente, ao argumentum ad ridiculum.
Ora (direis) tocar o infinito!
Ora (direis) tocar o infinito! Louco,
Perdeste o senso, a lógica e a razão!
E eu vos direi, porém, com olhar pouco,
Que o toco sempre, em brisa e em canção...
E conversamos sob um céu profundo,
Enquanto o tempo dança pelo ar,
E cada átomo sustenta o mundo,
Num ritmo oculto a se revelar.
Direis agora: "Que vês além?
Que buscas tanto, sem cessar, aflito?
Que te murmura a voz do além?"
E eu vos direi: "Entende-se o escrito,
Pois só quem sente pode ir além
E ter nas mãos o próprio infinito!"
