Coleção pessoal de Marc7Carl6Rod9
Se deus e o diabo são INIMIGOS, porque é que o diabo iria lhe torturar eternamente por ter desobedecido a deus que é o seu inimigo ?
Se foi deus que deu o livre arbítrio ele é omnibenevolente tendo amor incondicional e sendo misericordioso, bondoso ,amoroso e perdoa todos os pecados , porque precisou que o filho morresse para conseguir nos perdoar e fez o inferno para fazer o castigo de quem não o adorassem sendo ele omnipotente porque precisaria disso também ?
Errar é uma falibilidade INERENTE aos indivíduos e também a forma mais natural de se aprender. Isso vai depender da capacidade de assimilar os erros e mais rápido se políciando não cometer novamente.
Entre a obsessão e a obstinação sendo o querer a qualquer custo, há uma linha tênue que separa a razão da insanidade.
Se algum ser ou deus magnânimo não gostasse do jeito ou da forma como eu vivo, seria ele, com sua onisciência e onipresença, a me dizer isso — não um ser imperfeito como você.
A raça é só humana apesar dessas diferenças. O respeito é uma via de mão dupla : quid pro quo e/ou uma coisa por outra. Ele não precisa pedir autorização ou passagem a ninguém.
Onde não há respeito, então não há porque quem tendo, ficar sem haver reciprocidade ou os recíprocos. Só se afaste.
O inferno é aqui. O diabo e Satã são os outros, quando promovem a infernização religiosa e a demonização daqueles que pensam diferente, projetando nos adversários os seus próprios demônios interiores.
Se você mencionar especificamente de qual deus está falando, talvez nossa conversa alcance um nível mais satisfatório. Não vou alimentar sua ignorância nem permitir que você saia desta discussão como um pombo convidado para jogar xadrez. Espero que entenda a referência.
Viver é perigoso quando se é um idiota. Pior é quando no meio deles sofrerá reflexo sem ter feito nada pra isso.
Ninguém é molusco, anfíbio ou possui CID F22. Somos pobres de uma base ideológica inclusiva. Isso significa não ser débil, imbecilizado politicamente ou defender interesses de ricos vivendo em periferia, morro ou favela, acreditando pertencer a uma realidade que não é a nossa.
Mesmo sem dinheiro, temos algo que muitos fingem possuir através dele: dignidade. E isso não se compra. No fim, riqueza é apenas questão de perspectiva
Quem se envolve com política acaba se misturando em um barril de laranjas podres. Ali faltam homens íntegros, pois muitos se corrompem pelo dinheiro e poder, tornando-se viciados nisso como seus dependentes químicos.
Pelos que governam um povo, é muito fácil perceber quem os colocou no poder. E pelos que cercam os governantes, torna se igualmente fácil entender o que eles realmente são — ou no que acabarão se tornando.
Enquanto a sociedade não amadurece, continua mostrando sinais de infantilização, muitas vezes influenciada por religiões que criaram tabus em torno da natureza humana e fizeram alguns parecerem melhores que outros. Talvez esteja na hora de criar uma terceira opção e não transformar isso em um problema para ninguém, afinal, as necessidades fisiológicas são iguais para qualquer ser humano. Pelo que se observa, poderia haver um espaço reservado no banheiro masculino, já que no feminino isso pode gerar maior constrangimento.
Todos nós, sem exceção, ainda estamos presos de várias formas em um mundo real que é feito de armadilhas, com gente falsa à espreita.
Seguir o materialismo parte da ideia de que só devemos aceitar como real aquilo que pode ser demonstrado, testado e analisado empiricamente. Se o que existe é aquilo que pode ser observado e comprovado, então a matéria se torna o ponto de referência para a realidade. O problema surge quando alguém tenta provar a existência do “nada”, do vácuo absoluto ou do vazio metafísico, algo que, por definição, não pode ser demonstrado como uma entidade real.
Diante disso, pode-se propor um acordo simples: eu mostro aquilo que tenho de forma empírica, analisada, testada e existente; e você mostra aquilo que possui no campo abstrato, psicodélico, surreal ou puramente conceitual. Assim, cada um apresenta suas evidências e seus fundamentos, e a conversa continua em um terreno mais honesto, onde o que pode ser demonstrado dialoga com o que é apenas pensado ou imaginado.
Gente burra existe. E isso é óbvio!
A verdade não precisa de aplausos nem de multidões para existir; ela só precisa resistir à prova da razão. E é justamente isso que diferencia o crente do pensador: um busca consolo em sua necessidade de pertencimento ignorando evid cias e os fatos, o outro busca a coerência baseando-se nos fatos e nas evidências.
Povo humilde, desprovido de lógica e razão, acaba tornando-se presa fácil para aqueles que os conhecem e compreendem os tipos que são. O perigo não está na humildade em si, mas na falta de acesso à reflexão crítica e ao questionamento. Quem entende as limitações cognitivas e sociais alheias pode manipular, explorar ou conduzir sem grandes resistências. A lógica e a razão não são privilégios de poucos, mas ferramentas que, quando negadas ou desperdiçadas, deixam qualquer grupo vulnerável.
O curioso é que, quanto mais o indivíduo se liberta das correntes mentais da fé cega, mais é considerado “louco” pelos que ainda vivem acorrentados. A ironia é quase poética: o lúcido é tratado como insano por enxergar o que os outros se recusam a ver.
A religião, ao longo do tempo, trocou o valor da sabedoria pela moeda da conveniência — nivelou o saber por baixo para manter o controle por cima. O que chamam de loucura, talvez seja apenas lucidez demais para um mundo que prefere sonhar acordado.
Reclama dos preços altos e de levar menos sacolas de compras para casa, mas não questiona os dez por cento que entrega ao pastor como dízimo, quando isso poderia ser usado apenas para alimentação.
