Literatura Brasileira
O crescimento da polarização politica na sociedade brasileira agrava cada vez mais a distancia no comportamento de rebanho marginal e dos personalistas do trabalho. Os esquemas corruptos milionários noticiados diariamente, recebendo por mérito a impunidade, incentiva, envolve e repercute diretamente no topo, no meio e na parte mais baixa e criminalizada da pirâmide social da sociedade nas periferias, nas comunidades e guetos dos invisíveis sem oportunidades, locais onde o poder publico e estatal, não mais entra e muito menos gere. O sistema agoniza frente as sucessivas depredações e barbáries dos grupos teleguiados pelos donos do poder e o estado lucrativo legitimizado, pré candidato fala manso e observa engaiolado a distancia, sem nada eminente a fazer. Afinal o sistema não mais está doente, agoniza os seus últimos suspiros diante da morte. Nem certo e nem errado, os amotinados bradam " nos vamos invadir suas praias."
Na terra de natureza abundante e horizontes vastos, a mulher brasileira dança sob céus nebulosos, contrastantes e nefastos.
Nas sombras do cotidiano, uma dura realidade, ela foge do espectro da violência, sem descanso, sem piedade.
No lar, onde deveria encontrar abrigo e amor, é onde muitas vezes enfrenta um mar de odio, violência e temor.
Entre paredes que testemunham silêncios amargos, a mulher brasileira busca forças e se contenta com migalhas e desprezíveis afagos.
No tecer de seus dias, entre laços e desvãos, enfrenta o desconhecido, sem medo de seus grilhões.
Em um sistema que às vezes parece não notá-la, ela ergue sua voz, desafia a injustiça, mas a maioria se cala.
Com a coragem de quem tece os fios do destino,a mulher brasileira é luz em meio ao seu futuro escuro em desalinho.
Dependendo da realidade brasileira que você foi criado, seu pódio pode merecer menos ou mais plateia. Algumas comparações são injustas, afinal, se o ponto de partida não é o mesmo, o mérito da chegada proporcionalmente não pode ser.
Diálogo aos celulares a brasileira que ouço todos os dias e, é mais ou menos assim:
Tô no culto falando cum pastô
Cê num vem não?
Tem de vim, ora pra Jesus.
Ai! Só Jesus, pra intender ocê.
Mas se ocê vim, fecha a porta com treta chave
Aí tem muito ladrão drogado.
Dispois, meu namorado vem buscá nóis.
Então nóis vai até ao shopem.
Agente podemos olhá as vitrini.
Dispois ele leva nóis imbora.
Ispera, to ouvindo minha patroa.
- Num sei não onde tá-
Já que ce num sabe se vem
Coloca a comida pra esquentá
E o fango no fono.
Tem cuidado num si quemá.
Aí quando eu chegá
Posso cumê
Lá no shopem e é tudo caro
E nóis num tem dinheiro pra gastá.
A Garrafa da Educação
Finalmente, a educação brasileira encontrou sua maior recompensa: uma garrafa! Sim, senhoras e senhores, acabou a era em que as pessoas escolhiam universidades por qualidade acadêmica, projetos inovadores ou corpo docente qualificado. Agora, tudo se resolve com um brinde. E que brinde!
A campanha é simples, mas genial: indique um amigo para se matricular na faculdade e ganhe uma garrafa. Não um desconto, não um material didático, nem uma vaga garantida no mercado de trabalho. Uma garrafa. Certamente, é o que faltava para motivar você a compartilhar o futuro acadêmico dos seus conhecidos. Afinal, quem precisa de um diploma forte se pode ter um utensílio de plástico ou alumínio no armário da cozinha?
E vamos falar a verdade: essa garrafa é revolucionária. Cada vez que você toma água nela, sente o sabor da responsabilidade social e da valorização da educação. É quase como se dissesse: "Eu ajudei a formar um futuro profissional por causa disso aqui."
É importante reconhecer o esforço criativo dessa campanha. Em tempos de crise, a solução não é melhorar os cursos ou investir em professores. É transformar cada estudante em um recrutador, prometendo brindes que poderiam ser conseguidos com pontos no supermercado. Quem sabe na próxima campanha, por cinco amigos indicados, a faculdade não ofereça um chaveiro ou um adesivo para decorar sua garrafa?
Ironias à parte, se isso é o ápice da valorização do ensino superior, fica a pergunta: o que será que estão oferecendo para quem se forma? Uma mochila? Um cupom para fast-food? A educação, coitada, merecia mais do que um marketing tão sedento de criatividade quanto os estudantes estarão para usar sua nova garrafa.
Indique, estude e... beba água. Afinal, conhecimento pode não saciar a sede, mas a garrafa sim.
A Constituição Federal brasileira proíbe qualquer tipo de censura, seja ela política, ideológica ou artística. No entanto, os Juízes e Magistrados brasileiros ignoram completamente aquilo que está escrito no Artigo 220.
DO HINO DA INDEPENDÊNCIA,
" Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Sera que essa gente brasileira a qual se refere ao Hino foram expulsos e exilados; ou morreram todos...apesar que na atual conjuntura se D.Pedro desse hoje o grito do Ipiranga, certamente o Povo o lixaria e o penduraria como Judas em Praça Pública para servir de exemplo aos que concordavam com ele...
nene policia
Há um segmento social na política brasileira que é absurdamente perverso, indiferentes, de cunho verbal nocivo, maldosos para com os seus contrários.
"Proteção e Defesa Civil Brasileira: não é milagreira, nem majoritariamente profissional. Carece de investimento, qualificação acadêmica e estrutura para cumprir seu dever constitucional na gestão de riscos e desastres. Ainda assim, é tratada como última prioridade orçamentária e mero puxadinho político."
A política brasileira sempre mamou nos seios que a alimenta, e sempre regurgitou os anseios do povo que a mantém de pé
A política brasileira sempre foi um coquetel de frutas, reservado para o povo o de abacaxi com rodelas de laranja
A sociedade brasileira até hoje nunca conseguiu se livrar do mau cheiro deixado pela fragrância barata da colônia
Essa política brasileira é tão corrupta que é capaz até de criar várias empresas de fachada dentro de uma estatal, sem que ninguém veja, e se alguém ver, finge que não vê.
A política brasileira não passa de um conto de fadas madrinhas; varinha tem de sobra, só não funcionam.
A propaganda eleitoral política brasileira não passa de um conto cruel de fadas madrinhas; "fadinha" tem de sobra, só falta a varinha.
A política brasileira mais parece um conto de fadas cruel, bruxo e bruxaria tem de sobra, só falta a realeza.
Para a mídia brasileira, revolta radical no exterior significa indignação, manifestação, protesto, mas aqui no Brasil é vandalismo.
