Literatura Brasileira
A justiça brasileira é sinônimo de injustiça, pois leva anos e mais anos para se julgar uma causa e ainda assim nem sempre a faz cumprir.
Sou Mexicana, sou Brasileira, ora faço drama, ora levo tudo na brincadeira.
Eu decidi acreditar na vida, eu preferi enxergar um mundo bom. Minha escolha é por pessoas.
Prefiro a minha intuição, ela só erra quando junto a ela misturo essa tal razão. Não há razão maior e mais sábia do que seguir o coração.
A vida nos mostra tudo, somos nós a cegar-nos. De repente tudo fica claro. Quem nunca se julgou idiota em uma situação que clareou?
Existe uma razão milimétrica para todos os encontros e desencontros e não adianta fugir se esquivar, de nada vai adiantar.
Quando pairar a duvida que algo mudou, acredite, mudou.
Eu aprendi com os excessos que devemos sempre fugir deles. Até demasiada emoção arrasta-te para um furacão, seja uma paixão envolta a muita confusão ou simplesmente um estado máximo de mansidão. O excesso seja qual for nunca é bom.
Tenho minhas manias e faço delas minha religião, penso positivo, leio um livro, faço um amigo, distribuo sorrisos, essa é a minha redenção.
A vida me conquista em uma suave preguiça, no desdém de desistir vou tentando até conseguir.
Meus sonhos são insanos e indomáveis. Vivo no mundo da lua, mas com os pés no chão, o que me falta de coragem sobra em emoção.
Eu sou tão estranha e é justamente isso que me torna tão normal, afinal, com tantas diferenças na verdade somos um todo de igual.
Cada um que carregue seu caráter e sua essência, mas um pouco de maluquice e displicência ninguém está inume a essa sentença.
Vivo minha maluques, pois aquele que para mim torce o nariz, dessa fonte já é freguês.
Não tenho medo de nada, mas sei que tudo é nocivo, viver é arriscado, mas arriscado mesmo é não correr risco com medo de sair machucado. Ora já nascemos lesados, em contagem regressiva para o fim. Ter pena de mim? Não, isso seria antecipar o fim, e eu começo algo novo todo dia, nem que seja uma nova contagem regressiva.
PRIMAVERA BRASILEIRA
Mal se iniciou o inverno e as trombetas começaram a despertar.
Desperta um gigante adormecido envolto em perguntas sem respostas para satisfazer.
Saúde, segurança, transporte, educação, com categoria, é a pauta desta manifestação.
O gigante, belo, forte e cheio de grandeza agora vem nos abrilhantar,
Buscando iluminar o sol do novo mundo neste novo alvorecer.
Em breve chega a primavera, com flores que desabrocham de um pequeno botão.
Esta primavera, diferente por natureza, desabrocha em pura opinião.
Levanta gigante! Poderoso! Majestoso! Vem e faz as mudanças necessárias.
Muda a política, muda a opinião pública, muda o que tiver que mudar,
Para melhorar e alavancar este país varonil.
Caminha povo brasileiro, por ruas marchando, cordões decididos, sem violência, untados pelo movimento juvenil.
Caminha povo brasileiro, sem discórdia, sem brigas e vandalismo.
Busca as ideias da dignidade humana sem nenhum partidarismo.
Cadeia para os corruptos que roubam sem compaixão.
Gigante povo brasileiro reforma a política que nos trai sem perdão.
Busca enaltecer o despertar de um novo mundo, mas... mais do que tudo,
Se ergues da justiça a clava forte, verás que um filho teu não foge à luta.
Salve provo brasileiro, vibre, grite muito, pois agora o mundo te escuta.
Salve povo brasileiro, grite forte, num sonoro agudo.
Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor!
Sou brasileiro, com muito orgulho, pois sou batalhador!
Levanta gigante a tua hora é agora,
Firme e forte busca a tua nova aurora.
Políticos corruptos tremam, pois este povo cansou de tanto ser roubado.
Não é uma marcha sem rumo, sem ideias sem opinião.
Políticos de ontem, corroídos pela ganância, tomem muito cuidado,
Pois este povo gentil acordou e vai mudar tudo de uma vez num só supetão.
Viva meu povo brasileiro!
Salve pátria mãe gentil que agora se mostra ao mundo inteiro.
Viva o povo brasileiro!
Artur J. S. Pedreira – 26.06.2013
Florianópolis
Florianópolis a beleza em forma de cidade brasileira,
Vejo prédios imponentes e suas construções antigas.
Eclética, badalada, arrojada e principalmente linda,
Solo banhado pelo Atlântico com praias tranquilas!
A capital de Santa Catarina é um lugar muito agradável
Pode-se caminhar pela ilha em suas belezas culturais
No mirante ao subir nas rochas verá a ilha admirável,
Já nas águas da lagoa se abrigá num pequeno cais!
É uma pena que a maioria da população brasileira são de semianalfabetos e só pensam em carnaval e futebol, esse é o grande trunfo de governantes populista para se manterem no poder, a ignorância do povo.
A triste realidade é que a Igreja Evangélica brasileira transformou o "cultuar" em um culto ao Cristão e não ao Cristo.
Minha proposta para a política Brasileira:
Pagamos os funcionários, gestores públicos
e os magistrados por taxas de sucesso...
Se eles antigem 20 práticas por mês,
eles receberão o salário, caso contrário, não.
Aqui está uma solução que ninguém oferece.
A Igreja Brasileira é fraca em muitos aspectos, mas tenho notado que os seus ministros, aqueles que representam a liderança precisam focar mais na palavra de Deus e no Devocional da vida íntima com Deus.
Precisamos de homens e mulheres cheias do Espírito Santo.
Em nenhum momento da vida me senti propenso a possuir uma identidade brasileira ou de qualquer outra nação. Sou um cidadão do mundo que não se imagina integrando times ou cultuando heróis. O pensamento ufanista do tipo “somos os escolhidos” ou “os melhores” me provocam rejeição visceral instantânea, como as que modelam cérebros em torno de ideologias de qualquer natureza. Minha essência libertária reage com repulsa a pensamentos alinhados e identificações coletivas sob a batuta de um maestro do qual nunca se sabe até onde levará tal condução.
Mulher Brasileira
Caminhando pela praia lá vem ela com seu corpo perfeito e cabelos longos que voam contra o vento, vejo chegar naquele momento, no meio de muitas, a mais bela.
Com uma beleza sem igual desfilando com graça se fazendo presente, mostrando seu lindo rosto em formato angelical.
Com passos de ternura caminhando pela areia lá vem ela a linda mulher brasileira, maravilhosa,provocante e normal em nossa cultura.
Caminhando e se fazendo admirar, passando por todos que com a face congelada nada podem fazer, somente suspirar.
Caminhando na areia sem com o mundo se importar, lá vem ela sempre bela sendo observada até mesmo pelo mar.
No momento em que na água ela entra, todos ficam paralisados esperando somente para vê-la mergulhar.
Parece uma sereia cortando as ondas que suaves de encontro ao seu corpo também vêm tocar.
Com a pele molhada em um momento sexy de ser, seduzindo meninos e homens sendo que apaixonados já estavam, sem que pudessem perceber.
Saindo das águas com a aparência de uma sereia caminhando e desfilando em direção á areia, estendendo sua toalha,curtindo um belo sol,lá está ela , a linda e maravilhosa mulher brasileira.
Sendo Loira ou morena, causa impacto por onde passa com sua figura sedutora e serena.
Para nós isto já é um fato normal, saber que as mulheres aqui no Brasil são mais lindas, é a herança de um país tropical.
O mundo todo se rende á este fato e confirmam que a história é verdadeira, a mulher mais linda e sexy do mundo, sem sombra de dúvida, é mesmo a mulher brasileira.
A Linda Mulher Brasileira!
"Infelizmente tive a oportunidade de assistir a pior seleção brasileira de todos os tempos jogar".
Anderson Silva
Noventa por cento da população brasileira possui renda até três salários mínimos, porém é evidente que a percepção de felicidade não é influenciada pela renda, ou será que é?
A verdade oculta: desmascarando a seletividade moral brasileira...
A cerimônia do Oscar, tradicionalmente reconhecida como uma celebração da excelência artística, tem se transformado, em tempos recentes, em um palco de debates que extrapolam a esfera cultural e adentram o terreno das polarizações políticas, éticas e sociais. No Brasil, a participação de uma atriz cuja obra cinematográfica evoca o combate a regimes autoritários e a celebração da anistia revelou, de forma contundente, as contradições que permeiam o discurso público contemporâneo. Paradoxalmente, aclamam-se performances artísticas que denunciam opressões enquanto se nutre simpatia por ideologias que as perpetuam. Tal dissonância é um reflexo da complexidade e da incoerência que marcam o panorama ideológico e cultural do país.
A análise histórica revela que muitos dos grupos que hoje clamam por “ausência de anistia” foram, no passado, protagonistas de atos violentos que incluíram terrorismo, assassinatos e roubos. Esses mesmos grupos, ao se apresentarem como defensores da ética e da memória, expõem uma seletividade moral que deslegitima o discurso que propagam. Essa incoerência é sustentada por uma narrativa que manipula as percepções coletivas, utilizando-se da comoção e do apelo emocional para mascarar contradições. A arte, enquanto manifestação sublime da condição humana, deveria transcender as divisões e promover reflexões genuínas. No entanto, quando instrumentalizada para fins de manipulação ideológica, perde sua essência, tornando-se apenas mais uma ferramenta de poder nas mãos daqueles que buscam perpetuar privilégios e distorções sociais.
Essa questão não se restringe ao campo artístico, mas reflete uma dinâmica mais ampla que atravessa as estruturas de trabalho e privilégios no Brasil. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, estabelece que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Entretanto, a prática cotidiana desmente essa igualdade formal, evidenciando a criação de uma casta de trabalhadores que se coloca acima dos demais cidadãos. É notório, por exemplo, o favorecimento de certos setores – como o funcionalismo público, em especial em suas esferas mais privilegiadas, e algumas categorias da cultura e da mídia – que se beneficiam de regalias legais e orçamentárias sem qualquer correspondência com a realidade vivida pela maioria dos brasileiros.
Os trabalhadores da iniciativa privada, pequenos empreendedores, agricultores e autônomos, aqueles que verdadeiramente sustentam o país com o pagamento de impostos frequentemente abusivos, são relegados a uma condição de invisibilidade. Sua contribuição, embora essencial para o funcionamento da sociedade e da máquina pública, é tratada como inferior diante das narrativas que exaltam certas classes como sendo “mais importantes” ou “indispensáveis”. Essa hierarquização de profissões, que supostamente coloca algumas acima de outras, não encontra respaldo na lógica da equidade ou da justiça social. Pelo contrário, perpetua uma estrutura desigual que desrespeita o princípio constitucional da igualdade e alimenta o sentimento de alienação e frustração entre os trabalhadores que carregam, em última instância, o peso do Estado.
A questão aqui não é desmerecer a importância da arte, do funcionalismo público ou de qualquer outra atividade, mas sim denunciar a hipocrisia que legitima privilégios injustificados e ignora a contribuição daqueles que verdadeiramente sustentam a nação. É inaceitável que se perpetue a ideia de que certas categorias de trabalhadores são superiores, enquanto outras, igualmente indispensáveis, são tratadas como meros instrumentos de arrecadação. A Constituição, ao proclamar a igualdade, não faz distinção entre o artista, o servidor público e o trabalhador comum. Todos são igualmente dignos e fundamentais para o progresso do país.
A realidade brasileira, no entanto, é marcada pela inversão de valores. Aqueles que deveriam ser reconhecidos por sua contribuição direta ao funcionamento do Estado e à economia são frequentemente manipulados por discursos que exaltam setores específicos como intocáveis. A ideia de que algumas profissões, por sua natureza, merecem privilégios, enquanto outras são relegadas à condição de subalternidade, serve apenas para perpetuar uma estrutura de exploração e desigualdade. A reflexão sobre essa realidade é urgente e necessária.
A construção de uma sociedade mais justa e equitativa exige uma ruptura com as narrativas que justificam privilégios e manipulam a percepção pública. É preciso resgatar o verdadeiro sentido de igualdade, reconhecendo o valor intrínseco de todas as atividades que contribuem para o bem-estar coletivo. A arte, quando utilizada de forma ética e responsável, pode ser uma poderosa aliada na promoção da justiça social e da defesa dos direitos humanos. No entanto, ela também tem o potencial de se tornar uma arma de manipulação, quando desprovida de compromisso com a verdade e com a equidade.
O desafio que se apresenta ao Brasil contemporâneo vai além das disputas ideológicas e culturais. Ele reside na necessidade de construir uma sociedade onde o trabalhador comum – aquele que sustenta a máquina pública com seus impostos e esforços diários – seja reconhecido como o verdadeiro pilar da nação. A hipocrisia que permeia as estruturas de poder e as narrativas sociais deve ser combatida, e a igualdade proclamada pela Constituição deve ser transformada em prática cotidiana. Somente assim será possível vislumbrar um futuro onde a dignidade de cada cidadão seja respeitada e onde a justiça social prevaleça sobre os privilégios e as manipulações.
A gestão pública brasileira é composta por pelegos comissionados com salários e vantagens vultosos e outros através da meritocracia, porém massacrados e classificados como uma praga, no entanto, os verdadeiros parasitas não passam por concursos públicos, provas e títulos - investiduras legais , mas imorais!#toninhocarlos
A política brasileira é surreal, um autêntico balcão de negócios aqui a divisão dos bens auferidos sem qualquer esforço.
