Literatura Brasileira
Está se deteriorando a bondade brasileira. De quinze em quinze minutos, aumenta o desgaste da nossa delicadeza.
A música popular brasileira ainda representa uma das grandes forças culturais do país, mas as coisas estão tão feias hoje em dia… O Brasil parece que não pode ser salvo.
"A geração sem bússola: o desafio de recuperar a juventude brasileira"
Acreditar que o futuro do Brasil repousa nas mãos da atual juventude tornou-se, para muitos, um exercício de ingenuidade — uma verdadeira utopia. Vivemos talvez o reflexo mais sombrio de uma geração que parece ter sido privada de senso crítico, de ambições construtivas e, principalmente, de referências sólidas. Uma juventude que, em sua maioria, se rende aos apelos de ideologias fracassadas, aos vícios mais autodestrutivos e à glamorização da violência e da vulgaridade.
Mas será essa geração a real culpada?
O olhar investigativo aponta para um sistema de ensino que, ao invés de formar cidadãos conscientes, optou por formar militantes. Professores transformados em doutrinadores, salas de aula convertidas em trincheiras ideológicas, e o saber, outrora sagrado, agora reduzido a slogans vazios. O resultado? Jovens que não distinguem mais a esquerda da direita — e não apenas em sentido político.
As universidades, que deveriam ser templos do conhecimento, tornaram-se laboratórios de experimentação ideológica, onde o pensamento crítico é sufocado e o contraditório, hostilizado. Um sistema que abandonou o mérito, trocando excelência por militância.
A grande pergunta que fica no ar, e que ecoa como um grito silencioso nas ruas, nas escolas, nas famílias, é: como resgatar essa juventude? Como reacender neles o senso de responsabilidade, o amor à pátria, o compromisso com o futuro? Como fazer florescer o pensamento, a leitura, a ciência e os valores éticos em um terreno já tão contaminado?
O Brasil precisa urgentemente olhar para sua juventude não com desprezo, mas com um misto de preocupação e estratégia. É hora de parar de entregar nossa educação a projetos de poder e começar a investir em projetos de nação.
A verdade oculta: desmascarando a seletividade moral brasileira...
A cerimônia do Oscar, tradicionalmente reconhecida como uma celebração da excelência artística, tem se transformado, em tempos recentes, em um palco de debates que extrapolam a esfera cultural e adentram o terreno das polarizações políticas, éticas e sociais. No Brasil, a participação de uma atriz cuja obra cinematográfica evoca o combate a regimes autoritários e a celebração da anistia revelou, de forma contundente, as contradições que permeiam o discurso público contemporâneo. Paradoxalmente, aclamam-se performances artísticas que denunciam opressões enquanto se nutre simpatia por ideologias que as perpetuam. Tal dissonância é um reflexo da complexidade e da incoerência que marcam o panorama ideológico e cultural do país.
A análise histórica revela que muitos dos grupos que hoje clamam por “ausência de anistia” foram, no passado, protagonistas de atos violentos que incluíram terrorismo, assassinatos e roubos. Esses mesmos grupos, ao se apresentarem como defensores da ética e da memória, expõem uma seletividade moral que deslegitima o discurso que propagam. Essa incoerência é sustentada por uma narrativa que manipula as percepções coletivas, utilizando-se da comoção e do apelo emocional para mascarar contradições. A arte, enquanto manifestação sublime da condição humana, deveria transcender as divisões e promover reflexões genuínas. No entanto, quando instrumentalizada para fins de manipulação ideológica, perde sua essência, tornando-se apenas mais uma ferramenta de poder nas mãos daqueles que buscam perpetuar privilégios e distorções sociais.
Essa questão não se restringe ao campo artístico, mas reflete uma dinâmica mais ampla que atravessa as estruturas de trabalho e privilégios no Brasil. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, estabelece que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. Entretanto, a prática cotidiana desmente essa igualdade formal, evidenciando a criação de uma casta de trabalhadores que se coloca acima dos demais cidadãos. É notório, por exemplo, o favorecimento de certos setores – como o funcionalismo público, em especial em suas esferas mais privilegiadas, e algumas categorias da cultura e da mídia – que se beneficiam de regalias legais e orçamentárias sem qualquer correspondência com a realidade vivida pela maioria dos brasileiros.
Os trabalhadores da iniciativa privada, pequenos empreendedores, agricultores e autônomos, aqueles que verdadeiramente sustentam o país com o pagamento de impostos frequentemente abusivos, são relegados a uma condição de invisibilidade. Sua contribuição, embora essencial para o funcionamento da sociedade e da máquina pública, é tratada como inferior diante das narrativas que exaltam certas classes como sendo “mais importantes” ou “indispensáveis”. Essa hierarquização de profissões, que supostamente coloca algumas acima de outras, não encontra respaldo na lógica da equidade ou da justiça social. Pelo contrário, perpetua uma estrutura desigual que desrespeita o princípio constitucional da igualdade e alimenta o sentimento de alienação e frustração entre os trabalhadores que carregam, em última instância, o peso do Estado.
A questão aqui não é desmerecer a importância da arte, do funcionalismo público ou de qualquer outra atividade, mas sim denunciar a hipocrisia que legitima privilégios injustificados e ignora a contribuição daqueles que verdadeiramente sustentam a nação. É inaceitável que se perpetue a ideia de que certas categorias de trabalhadores são superiores, enquanto outras, igualmente indispensáveis, são tratadas como meros instrumentos de arrecadação. A Constituição, ao proclamar a igualdade, não faz distinção entre o artista, o servidor público e o trabalhador comum. Todos são igualmente dignos e fundamentais para o progresso do país.
A realidade brasileira, no entanto, é marcada pela inversão de valores. Aqueles que deveriam ser reconhecidos por sua contribuição direta ao funcionamento do Estado e à economia são frequentemente manipulados por discursos que exaltam setores específicos como intocáveis. A ideia de que algumas profissões, por sua natureza, merecem privilégios, enquanto outras são relegadas à condição de subalternidade, serve apenas para perpetuar uma estrutura de exploração e desigualdade. A reflexão sobre essa realidade é urgente e necessária.
A construção de uma sociedade mais justa e equitativa exige uma ruptura com as narrativas que justificam privilégios e manipulam a percepção pública. É preciso resgatar o verdadeiro sentido de igualdade, reconhecendo o valor intrínseco de todas as atividades que contribuem para o bem-estar coletivo. A arte, quando utilizada de forma ética e responsável, pode ser uma poderosa aliada na promoção da justiça social e da defesa dos direitos humanos. No entanto, ela também tem o potencial de se tornar uma arma de manipulação, quando desprovida de compromisso com a verdade e com a equidade.
O desafio que se apresenta ao Brasil contemporâneo vai além das disputas ideológicas e culturais. Ele reside na necessidade de construir uma sociedade onde o trabalhador comum – aquele que sustenta a máquina pública com seus impostos e esforços diários – seja reconhecido como o verdadeiro pilar da nação. A hipocrisia que permeia as estruturas de poder e as narrativas sociais deve ser combatida, e a igualdade proclamada pela Constituição deve ser transformada em prática cotidiana. Somente assim será possível vislumbrar um futuro onde a dignidade de cada cidadão seja respeitada e onde a justiça social prevaleça sobre os privilégios e as manipulações.
Há um segmento social na política brasileira que é absurdamente perverso, indiferentes, de cunho verbal nocivo, maldosos para com os seus contrários.
A política brasileira sempre foi um coquetel de frutas, reservado para o povo o de abacaxi com rodelas de laranja
A sociedade brasileira até hoje nunca conseguiu se livrar do mau cheiro deixado pela fragrância barata da colônia
A política brasileira sempre mamou nos seios que a alimenta, e sempre regurgitou os anseios do povo que a mantém de pé
BRAVA GENTE BRASILEIRA
Quero falar de gente,
Gente bonita e forte,
Que acredita na sorte
E batalha o dia-a-dia,
Gente que acredita no futuro,
Apesar da travessia nesse túnel escuro,
Gente que tem esperança,
Apesar de viciadas crianças
Nas drogas e prostituição,
Gente que lota ônibus,
Trens, vans e caminhão,
Gente que vai de jumento,
Gente que batalha sem medo,
Gente de bons sentimentos,
Gente enganada e roubada
Por corruptos e propineiros,
Gente que sorri e que chora
Com o ocaso e a aurora,
Gente que sonha com leis
Justas e inflexíveis,
Independendo de níveis,
Raça, cor, religião...
Gente que perdoa e vota,
Que acredita em lorota,
Mas não esquece deslizes...
Gente formada por bantos,
Europeus e amarelos,
Que com os índios, fez um elo
E fez miscigenação...
Gente que foi escravizada,
Na colônia e no império,
Gente que foi humilhada,
Abusada, vendida como animal...
Brava gente brasileira,
Suplantaremos corruptos,
Com ideais devolutos,
Parasitas engravatados...
Desonestos é minoria...
Educaremos crianças,
Não percam suas esperanças,
Acreditem nessa terra.
Nossa terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá...
É terra de Gonçalves Dias,
De Drummond e de Cecília,
Gente sensível e terna,
Removeremos as pedras,
Correremos entre canteiros,
Pra esconder as tristezas
E enfrentar a labuta
Sem jamais fugir à luta,
Brava gente brasileira!!!
TADEU GOMES MEMÓRIA
A política atual brasileira pode ser comparada ao futebol, onde as pessoas não querem saber quem está a jogar e sim se o seu time vai ganhar. Pouco importa o jogo, o que interessa é o resultado. E automaticamente se seu time está fora ou não, torcem contra os outros. Muitos brigam e por vezes matam, elevam o tom de voz pra dizer que seu time é melhor que o do outro. A política é um jogo.
Elite Brasileira
Elite brasileira
Egoísta e egocêntrica
Sempre se sentindo superior aos pobres
Elite brasileira
Sempre propagando e defendendo a desigualdade
Sempre sendo o retrocesso do país
Elite brasileira
Que pensa como os escravagistas
Que age como se fossem deuses
Elite brasileira
Que tem nojo de pobre,
Pois saibam que nós temos repulsa de vocês
Elite brasileira
Onde se encontra muitos conservadores ignorantes
Falsos moralistas
E cristãos que não seguem os preceitos de Cristo
Elite brasileira
Que são como parasitas
Explorando os mais pobres
Elite brasileira
Que enriquece às custas do trabalho dos pobres
Que vivem com regalias
Enquanto os trabalhadores passam fome
Elite brasileira
Que são a vergonha do País
Lobos em pele de cordeiro
24/04/2021
Então, a torta holandesa, na verdade, é culinária brasileira; semelhante, ao pão francês que não é um croissant. Brasileiro e a mania triste de valorizar o gringo para dizer que é chique.
A igreja brasileira precisa se dedicar com a promoção do Evangelho e não com a promoção dos evangélicos.
A doença da igreja brasileira é que cada novidade que surge no mundo gospel, a liderança embarca de cabeça.
O Declínio Teológico da Igreja Brasileira
Infelizmente essa é uma imagem que retrata com fidelidade o nível de algumas plataformas da igreja brasileira.
Algumas plataformas tem alimentado o povo com muito lixo teológico de novas doutrinas, banalidades, superficialidades e muito entretenimento.
Hoje em quase todas as igrejas não se ensina mais a Sã Doutrina, mais um container de relativismo, positivismo, determinismo, pluralismo, hedonismo e usos e costumes que têm contribuído para uma crise teológica sem precedentes na igreja brasileira.
Preste atenção nisso: Com qual frequência estamos escutando mensagens sobre pecado, fé, arrependimento, justificação, regeneração, santidade, glorificação, a volta de Cristo, o juízo final e o inferno?
Você já se perguntou por que a igreja evangélica no Brasil tem mais de 65 milhões de membros, mas não causa nenhum impacto de transformação profunda na nação? Infelizmente os evangélicos no Brasil tem o tamanho de um "oceano", mas uma profundidade espiritual e teológica de uma "piscina rasa"!
Qual é o caminho? Quem responde é Jesus e o Apóstolo Paulo.
Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus (Mateus 22.29).
Paulo: Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes (Tt 1.9).
Pense nisso, fuja das "igrejas" que não ensinam a Sã Doutrina e nem uma profunda comunhão com Deus!
Ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
