Literatura Brasileira
Diálogo aos celulares a brasileira que ouço todos os dias e, é mais ou menos assim:
Tô no culto falando cum pastô
Cê num vem não?
Tem de vim, ora pra Jesus.
Ai! Só Jesus, pra intender ocê.
Mas se ocê vim, fecha a porta com treta chave
Aí tem muito ladrão drogado.
Dispois, meu namorado vem buscá nóis.
Então nóis vai até ao shopem.
Agente podemos olhá as vitrini.
Dispois ele leva nóis imbora.
Ispera, to ouvindo minha patroa.
- Num sei não onde tá-
Já que ce num sabe se vem
Coloca a comida pra esquentá
E o fango no fono.
Tem cuidado num si quemá.
Aí quando eu chegá
Posso cumê
Lá no shopem e é tudo caro
E nóis num tem dinheiro pra gastá.
A Garrafa da Educação
Finalmente, a educação brasileira encontrou sua maior recompensa: uma garrafa! Sim, senhoras e senhores, acabou a era em que as pessoas escolhiam universidades por qualidade acadêmica, projetos inovadores ou corpo docente qualificado. Agora, tudo se resolve com um brinde. E que brinde!
A campanha é simples, mas genial: indique um amigo para se matricular na faculdade e ganhe uma garrafa. Não um desconto, não um material didático, nem uma vaga garantida no mercado de trabalho. Uma garrafa. Certamente, é o que faltava para motivar você a compartilhar o futuro acadêmico dos seus conhecidos. Afinal, quem precisa de um diploma forte se pode ter um utensílio de plástico ou alumínio no armário da cozinha?
E vamos falar a verdade: essa garrafa é revolucionária. Cada vez que você toma água nela, sente o sabor da responsabilidade social e da valorização da educação. É quase como se dissesse: "Eu ajudei a formar um futuro profissional por causa disso aqui."
É importante reconhecer o esforço criativo dessa campanha. Em tempos de crise, a solução não é melhorar os cursos ou investir em professores. É transformar cada estudante em um recrutador, prometendo brindes que poderiam ser conseguidos com pontos no supermercado. Quem sabe na próxima campanha, por cinco amigos indicados, a faculdade não ofereça um chaveiro ou um adesivo para decorar sua garrafa?
Ironias à parte, se isso é o ápice da valorização do ensino superior, fica a pergunta: o que será que estão oferecendo para quem se forma? Uma mochila? Um cupom para fast-food? A educação, coitada, merecia mais do que um marketing tão sedento de criatividade quanto os estudantes estarão para usar sua nova garrafa.
Indique, estude e... beba água. Afinal, conhecimento pode não saciar a sede, mas a garrafa sim.
DO HINO DA INDEPENDÊNCIA,
" Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Sera que essa gente brasileira a qual se refere ao Hino foram expulsos e exilados; ou morreram todos...apesar que na atual conjuntura se D.Pedro desse hoje o grito do Ipiranga, certamente o Povo o lixaria e o penduraria como Judas em Praça Pública para servir de exemplo aos que concordavam com ele...
nene policia
Há um segmento social na política brasileira que é absurdamente perverso, indiferentes, de cunho verbal nocivo, maldosos para com os seus contrários.
"Proteção e Defesa Civil Brasileira: não é milagreira, nem majoritariamente profissional. Carece de investimento, qualificação acadêmica e estrutura para cumprir seu dever constitucional na gestão de riscos e desastres. Ainda assim, é tratada como última prioridade orçamentária e mero puxadinho político."
Plantão da Globo informa: morreu assassinada a cultura popular brasileira. Uma investigação da polícia civil descobriu que o autor do delito foi o povo brasileiro. Porém, o povo não agiu sozinho, e têm como cumplíce os políticos, que deixaram de investir em educação e estão também provocando um verdadeiro cancêr de idiotice na sociedade.
É tanta gente reclamando da justiça
brasileira, é tanta gente levantando
bandeira, mas são poucos os que pagam
pra curar a ferida social.
Ao entender a pressão externa sobre à abolição da Escravatura Brasileira, entende-se a realidade das Evoluções Políticas Brasileiras nos últimos anos.
Essa política brasileira é tão corrupta que é capaz até de criar várias empresas de fachada dentro de uma estatal, sem que ninguém veja, e se alguém ver, finge que não vê.
A política brasileira não passa de um conto de fadas madrinhas; varinha tem de sobra, só não funcionam.
A propaganda eleitoral política brasileira não passa de um conto cruel de fadas madrinhas; "fadinha" tem de sobra, só falta a varinha.
A política brasileira mais parece um conto de fadas cruel, bruxo e bruxaria tem de sobra, só falta a realeza.
Para a mídia brasileira, revolta radical no exterior significa indignação, manifestação, protesto, mas aqui no Brasil é vandalismo.
A parideira brasileira
Nascida no interior.
Teve 10 crianças sadias
Porém, nenhuma prestou.
Mas isso tem solução.
Por ser mulher do sertão
Mais 10 ela fabricou.
Recife,
terra de encantos mil.
A Veneza brasileira,
cartão postal do Brasil.
Resplendor e majestade,
lugar de sonho e liberdade,
uma beleza varonil.
Então, senhores, metade da população brasileira inventou um mito, e deu extra-poderes a esse mito, maior do que aquele poder que o personagem real, verdadeiramente carrega. No final das contas, nem o próprio personagem, voltando a si, conseguirá sustentar o peso da ilusão criada sobre o mito que está nele. Restando para os iludidos, colocar um contra o outro. Isto é: o próprio ídolo mitológico, contra o frágil personagem que o carrega, desprovido de poder excepcional.
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