Literatura Brasileira
A atual arte contemporânea brasileira, resinifica e resgata a importância e a criatividade das obras e artesanatos dos artistas negros, caboclos, indígenas e populares ingênuos. Um reajuste antropofágico necessário, cem anos depois da Semana de 1922, para a identidade do Brasil no século XXI.
Na moderna joalheria brasileira, da escola da arte-jóia de Caio Mourão os artistas usam a prata e o cobre, e preferencialmente gemas in natura, com pouca lapidação. O valor da obra não está nos materiais nobres e sim na confecção da genialidade da criação.
A modernidade burra brasileira, quer destruir a medíocre e pobre língua portuguesa, que nos resta, substituindo alternadamente números por letras.
A justiça brasileira é cega e injusta dentro dela mesma. Pois coloca planos de saúde de alta qualidade e privilégios, inclusos no desconto em folha minimamente, para os ministros, procuradores, desembargadores, magistrados, promotores e defensores públicos. Para os advogados inscritos na ordem, planos insatisfatórios com valores absurdos e preços impraticáveis de mercado.
A antropofagia e o canibalismo devem ser constantes, nas artes e na cultura nacional brasileira. Importante acharmos nosso verdadeiro hemisfério, atmosfera e nosso meio para que algum dia, um pouco mais a frente, sejamos inteiro.
A soberania cultural brasileira depende exclusivamente de plataformas, cartilhas e acompanhamentos dos Ministérios da Cultura e da Justiça, para orientar e salvaguardar os direitos autorais dos artistas vivos e dos herdeiros legais, na forma da Lei de Direito Autoral em vigor.
A arte popular e seus festejos são a base de nossa cultura brasileira, cabe a qualquer governo cultural, criar programas para registro, incentivo e a promoção nacional para novas gerações.
Gostaria que a militância politica da cultura brasileira, saísse só das historias e casos sobre os "anos de chumbo" da ditadura militar, e fossem mais longe e contassem e produzissem obras, livros, documentários e filmes sobre a escravização imoral negra e as chacinas culturais indígenas, fontes fidedignas de nossa historia e tributo moral e social de nossa identidade.
Por mais estranho que parece, a construção da arte contemporânea brasileira se inspira em formas e cores na arte primitiva e na arte naïf brasileira em uma instancia mais erudita retorna a visão do grafismo da arte negra e indígena, negra afro-religiosa e indígena minimalista-naturalista.
A Constituição Brasileira foi redigida de forma clara e direta para que qualquer cidadão do povo, mesmo pouco letrado, possa ler e entender. No entanto quando um Juiz muito letrado, argumenta sua tese em incisos que não existem, ou está comprometido e interessado em uma vingança politica ou se toma por vaidade ser superior a verdade.
O crescimento da polarização politica na sociedade brasileira agrava cada vez mais a distancia no comportamento de rebanho marginal e dos personalistas do trabalho. Os esquemas corruptos milionários noticiados diariamente, recebendo por mérito a impunidade, incentiva, envolve e repercute diretamente no topo, no meio e na parte mais baixa e criminalizada da pirâmide social da sociedade nas periferias, nas comunidades e guetos dos invisíveis sem oportunidades, locais onde o poder publico e estatal, não mais entra e muito menos gere. O sistema agoniza frente as sucessivas depredações e barbáries dos grupos teleguiados pelos donos do poder e o estado lucrativo legitimizado, pré candidato fala manso e observa engaiolado a distancia, sem nada eminente a fazer. Afinal o sistema não mais está doente, agoniza os seus últimos suspiros diante da morte. Nem certo e nem errado, os amotinados bradam " nos vamos invadir suas praias."
Na terra de natureza abundante e horizontes vastos, a mulher brasileira dança sob céus nebulosos, contrastantes e nefastos.
Nas sombras do cotidiano, uma dura realidade, ela foge do espectro da violência, sem descanso, sem piedade.
No lar, onde deveria encontrar abrigo e amor, é onde muitas vezes enfrenta um mar de odio, violência e temor.
Entre paredes que testemunham silêncios amargos, a mulher brasileira busca forças e se contenta com migalhas e desprezíveis afagos.
No tecer de seus dias, entre laços e desvãos, enfrenta o desconhecido, sem medo de seus grilhões.
Em um sistema que às vezes parece não notá-la, ela ergue sua voz, desafia a injustiça, mas a maioria se cala.
Com a coragem de quem tece os fios do destino,a mulher brasileira é luz em meio ao seu futuro escuro em desalinho.
Dependendo da realidade brasileira que você foi criado, seu pódio pode merecer menos ou mais plateia. Algumas comparações são injustas, afinal, se o ponto de partida não é o mesmo, o mérito da chegada proporcionalmente não pode ser.
Diálogo aos celulares a brasileira que ouço todos os dias e, é mais ou menos assim:
Tô no culto falando cum pastô
Cê num vem não?
Tem de vim, ora pra Jesus.
Ai! Só Jesus, pra intender ocê.
Mas se ocê vim, fecha a porta com treta chave
Aí tem muito ladrão drogado.
Dispois, meu namorado vem buscá nóis.
Então nóis vai até ao shopem.
Agente podemos olhá as vitrini.
Dispois ele leva nóis imbora.
Ispera, to ouvindo minha patroa.
- Num sei não onde tá-
Já que ce num sabe se vem
Coloca a comida pra esquentá
E o fango no fono.
Tem cuidado num si quemá.
Aí quando eu chegá
Posso cumê
Lá no shopem e é tudo caro
E nóis num tem dinheiro pra gastá.
A Garrafa da Educação
Finalmente, a educação brasileira encontrou sua maior recompensa: uma garrafa! Sim, senhoras e senhores, acabou a era em que as pessoas escolhiam universidades por qualidade acadêmica, projetos inovadores ou corpo docente qualificado. Agora, tudo se resolve com um brinde. E que brinde!
A campanha é simples, mas genial: indique um amigo para se matricular na faculdade e ganhe uma garrafa. Não um desconto, não um material didático, nem uma vaga garantida no mercado de trabalho. Uma garrafa. Certamente, é o que faltava para motivar você a compartilhar o futuro acadêmico dos seus conhecidos. Afinal, quem precisa de um diploma forte se pode ter um utensílio de plástico ou alumínio no armário da cozinha?
E vamos falar a verdade: essa garrafa é revolucionária. Cada vez que você toma água nela, sente o sabor da responsabilidade social e da valorização da educação. É quase como se dissesse: "Eu ajudei a formar um futuro profissional por causa disso aqui."
É importante reconhecer o esforço criativo dessa campanha. Em tempos de crise, a solução não é melhorar os cursos ou investir em professores. É transformar cada estudante em um recrutador, prometendo brindes que poderiam ser conseguidos com pontos no supermercado. Quem sabe na próxima campanha, por cinco amigos indicados, a faculdade não ofereça um chaveiro ou um adesivo para decorar sua garrafa?
Ironias à parte, se isso é o ápice da valorização do ensino superior, fica a pergunta: o que será que estão oferecendo para quem se forma? Uma mochila? Um cupom para fast-food? A educação, coitada, merecia mais do que um marketing tão sedento de criatividade quanto os estudantes estarão para usar sua nova garrafa.
Indique, estude e... beba água. Afinal, conhecimento pode não saciar a sede, mas a garrafa sim.
A Constituição Federal brasileira proíbe qualquer tipo de censura, seja ela política, ideológica ou artística. No entanto, os Juízes e Magistrados brasileiros ignoram completamente aquilo que está escrito no Artigo 220.
DO HINO DA INDEPENDÊNCIA,
" Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Sera que essa gente brasileira a qual se refere ao Hino foram expulsos e exilados; ou morreram todos...apesar que na atual conjuntura se D.Pedro desse hoje o grito do Ipiranga, certamente o Povo o lixaria e o penduraria como Judas em Praça Pública para servir de exemplo aos que concordavam com ele...
nene policia
Há um segmento social na política brasileira que é absurdamente perverso, indiferentes, de cunho verbal nocivo, maldosos para com os seus contrários.
