Insensatez
Agradar-se da própria ignorância é, de fato, insensatez e próprio de um coração estúpido que ainda acumula tristezas, revoltas e vinganças.
O número de erros, falhas, tropeços e insensatez é grande na vida dos adultos; mas, se todos fossem disciplinados pelos seus pais e obedecessem suas ordens e os respeitassem, este número seja seria irreconhecível em nossos relacionamentos familiares e sociais, porque o bom senso, a caridade e o respeito dependem exclusivamente de uma boa educação.
A ignorância e a insensatez junto com o não conhecimento das técnicas no mercado de arte no Brasil, deve ser considerada, imensa. Como ocorre no caso do mundialmente famoso artista Roberto Burle Marx. Além dos renomados projetos de arquitetura, paisagismo e urbanismo, o artista se dedicou ao desenho em varias técnicas das quais não conhecia. Entre elas a cerâmica, a vidraria, a estamparia e a joalheria. Esta ultima por sinal tão valorizada, as famosas jóias Burle Marx, ele só desenhou e nunca fez. Quem fazia era o renomado joalheiro da família, Haroldo Burle Marx ou H. Burle Marx, que tinha o contraste Burle Marx, que teve uma loja comercial de jóias, na rua Rodolfo Dantas, numero 6, no bairro de Copacabana e mantinha uma oficina no centro da cidade, em um dos andares do edifício Odeon. Sim o Roberto nunca fez jóia alguma só o Haroldo e o Veneziano, com seus ajudantes que fizeram. Eu particularmente fui a esta oficina por diversas vezes pois tinham por habito adquirirem gemas brasileiras para lapidarem. Nada errado, assim como a serie das jóias do Roberto Burle Marx, desenhadas a giz em papel "canson" preto, confeccionadas por contrato pela famosa joalheria H. Stern, no Rio de Janeiro, O mercado, por ignorância sobrevive de mitos que ele fez, mas outros grandes nomes também não as fizeram como Picasso e Salvador Dali, e nem por isto as jóias valem menos.
Tempos difíceis de insensatez, veio com o advento das academias de musculação, a cultura hedonista do super corpo, cresceu o numero de mulheres bonitas, pouco letradas mas com incontroláveis soberbas. A super exposição nas redes sociais, tornam a maioria delas por fotos com poses em lugares famosos, ilustres famosas desconhecidas. Os sonhos de consumo cada vez mais alto e amores utilitários milionários, sem noção do quanto custa ganhar cada moeda, parece me que todas querem sofrer de solidão e crise existencial do mesmo jeito, em Paris, com um "modelito" da Chanel afogando sua melancolia com uma bela taça de cristal Bacarat, bebericando um Château Lafite-Rothschild de 1868.
Diante de toda insensatez que nos provocam, as dores do coração e da paixão, uma verdade simples eu vos digo, quem nunca chorou por amor, que atire a primeira flor.
E quando você pensa
que existe esperança
para que um diálogo
se estabeleça,
eis que a insensatez
toma conta e faz
com tudo esmoreça!
Insensatez (29 DE JANEIRO DE 2013)
Não sou uma lutadora, não sou decidida, sou insegura, banal, e covarde, mas sim é amor, não é fácil de explicar e muito menos de entender, mas é amor, não sei quando começou, não sei quando e se vai acabar mas uma certeza é amor! É insensato também, é como se meu cérebro tivesse congelado nesse quesito da minha vida, não sei se daqui a algum tempo vou olhar pra trás e dizer, "Meu Deus o quão idiota eu fui por tanto tempo" ou então vou me congratular pessoalmente e dizer "É dentres todas as coisas eu cresci a aprendi e me tornei uma pessoa melhor" Mas de vários arrependimentos que eu possa ter, um certeza permanecerá eu fui fiel ao que eu sentia, eu fui medrosa, tola, orgulhosa, insegura e coisa e tal, mas me mantive fiel ao meu coração, pode até parecer um clichê açucarado de novela mexicana ruim, mas essa é a verdade, e quando eu te disse que era "sua" era exatamente o que eu queria dizer, é exatamente como eu me sinto..."Sua" só sua e de mais ninguém, e quando eu fecho os ohos apenas por um momento você também é Meu, só meu, e que se danem aqueles que dizem que ninguém pertence a ninguém e blablálblá!
Firmeza,sem solidez
Chega a ser insensatez
O bom e mais amável
É fazer uma coisa por vez e isso é louvável!
Independente de Cor
Insensatez causadora de rumores e dor,
Retrato da amargura que dispersa rancores e horror.
Somos brancos, somos negros, somos humanos,
De todos os gênios, de todos os medos,
Semelhantes a Deus, reflexos de amor.
Quem de fato pode levantar a voz e replicar ser o melhor?
Quem de fato num relapso pode definir de que cor eu sou?
Fosse à cor da pele um defeito, um pavor!
Não! Somos todo um só povo, uma só batalha, a favor do amor.
O social me diz igual, o bem e o mal dizem quem sou.
Ao ser quem sou, logo reflito, levando as marcas de uma nação
Que levo a honrar de coração.
Capazes e conflitantes, envolventes e deprimentes,
De cor independem.
As aflições de uma gente que lá de cima vira uma,
Nem imaginam ser dementes, os que pensam diferente.
Quem foi que disse que sou comum?
Quem é que prova ser mais um?
Somos brancos, amarelos, negros pardos, somos gente.
Muitos não entendem, poucos compreendem,
De que matérias foram criadas, de onde fomos formados...
Criaturas definidas, cada uma na missão, de vir á terra,
Viver a vida com razão, honrando a pulso a nação.
Não difere cor, não nos é permitido renegar as raízes.
As raízes que refletem a nossa face, a nossa raça,
Nosso valor.
Ser humano, ser complexo, ser aflito ser pensante,
Ser errante, ser amante, ser que busca a diferença,
Que sonha a esperança, se apega na lembrança,
Seguindo os passos dos iguais, independente de que cor.
"Insensatez é opção para quem pode errar.
Ninguém é insensato demais quando não há pessoas a sua volta para abrandar as falhas que a falta de reflexão causa..."
Não devemos responder ao tolo segundo a sua insensatez, mas sim agir com gentileza e mansidão, conforme Jesus nos ensinou. "A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira." (Provérbios 15:1)
Insensatez Afrodisíaca
Plenitude
De ser
Total
Tranquilidade
De consciência
Essência
Complacência
De
Despertar
Generosidade
De suave
Entardecer
Símbolos
Mágicos
Harmonia
De formas
Espíritos
Fluindo
No insondável
Alegria!
Viver!
INSENSATEZ:
O cansaço que me fadiga
Furta-me a sensatez
Faz-me cobrar-lhe a paga
Por tudo que não o fez.
Esse silêncio campesino que circula minhas artérias
Mergulha à insensatez de tua inquietação urbana.
Eu, assim.
Eunuco, nulo de vendavais.
Você, rio perene,
Àrvores em bulício
Eu, viela, corrimão.
Você, veredas
Passarão.
Eu passarinho
A insensatez de todo homem consiste na crença de que tudo que foi, pode ser novamente. Um erro comum. Se algo termina por um grande erro, está fadado a sempre terminar pelo mesmo erro, eternizando um looping de agonia para duas almas. O amor é um sentimento inteiro. Nada surge, permanece e se estende por estradas fragmentadas, pelo mesmo motivo que carros se quebram em asfaltos falhos e gastos. E quando as vielas cinzas do amor se tornam rotina, e a presença um do outro se mantém pela mera formalidade do medo de se estar só, então o sentimento em si já perdeu. Não há nada mais deprimente que o desamor, o sentir pela aparência, pela ideia de que os outros pensarão coisas ruins, escarnecendo, e debochando. Se só aquele que vive a situação sente o pulsar do sangue na garganta, como se os arames farpados o esmagasse em cada ''eu te amo'' dito no vazio. E em sua amargura, amarguram uns aos outros, e em suas feridas, ferem uns aos outros. E meditam sobre os próximos vinte ou trinta anos no fundo de uma garrafa, ou no filtro chamuscado dos cigarros amargos. Acreditam no que não há mais, e erroneamente constroem as paredes do seu inferno pessoal, onde a paz de um beijo, de um abraço torna-se o chicote dos carrascos e o lamento dos condenados.
