Inocência
Carinho é quando os nossos olhares se encontram e o teu sorriso inocente com simplicidade beija o meu.
Borboleta é uma palavra com asas que me remete à longos vôos à infância.
Acho que esqueci minhas asinhas em uma daquelas tardes perfumadas pelos ventos que traziam o cheiro das flores, prenunciando a primavera. Era ali no meio das flores que eu me embriagada com o olor primaveril e o canto nostálgico dos pássaros, que eu ensaiava a coreografia dos vôos ao lado de borboletas miúdas que vinham dorminhar nos jasmineiros floridos que eu cultivava na inocência do meu olhar de menina.
A esperança nasce no sorriso de uma criança que espera ansiosa para que chegue o dia em que nenhum adulto lhe roube a infância ou a inocência...
Eternamente Amor
Meu amor primeiro partiu
Examinei meu coração pra ver
O tamanho da ferida.
Enorme. Maior que eu podia considerar
Tantos anos depois da nossa separação.
Tenros anos aqueles. Inocência genuína.
Dormíamos, quando ia pra sua casa
Em quartos contíguos
Parede de tábuas
Um buraquinho na madeira
Dedinho colocado ali como se fora
Aquela passagem feita só para isso
Receber o carinho da minha mão
Alisando-o.
Sua irmã, minha amiga era nossa
Cúmplice.
Virava de costas para mim sorrindo
Amadrinhando a nossa relação
Eu no canto da cama. Vira-me para a parede
E ficávamos até adormecer roçando um dedo no
Outro.
Às vezes me atrevia e abarcava aquele
Médio com a minha mão inteira.
Quente. Apaixonada.
Seu pai me apresentava pra todo mundo
Como nora sua.
Fizera ele próprio aquele furinho para seu filho?
Jamais saberei.
De qualquer forma, agora dói demais aceitar.
Que a vida tenha separado
Um amor que poderia ter rompido
E vencido o tempo como agora
Vence a morte.
Os animais podem ser considerados seres irracionais, mas não podem ser chamados de infiéis. Porque a lealdade que provêm da inocência é a maior de todas as outras.
O centro da cidade do Rio de Janeiro retorna assim à contemplação de um drama bem antigo, e há o partido das pombas e o partido do gavião. Os pombistas ou pombeiros (qualquer palavra é melhor que “columbófilo”) querem matar o gavião. Os amigos deste dizem que ele não é malvado tal; na verdade come a sua pombinha com a mesma inocência com que a pomba come seu grão de milho.
Não tomarei partido; admiro a túrgida inocência das pombas e também o lance magnífico em que o gavião se despenca sobre uma delas. Comer pombas é, como diria Saint-Exupéry, “a verdade do gavião”, mas matar um gavião no ar com um belo tiro pode também ser a verdade do caçador.
Enfrente as adversidades da vida com paz, amor, esperança e bondade para que no fim não ajam arrependimentos e tenha a mesma inocência de uma criança feliz.
Os veículos, agentes, células e plataformas do terrorismo internacional do século XX permanecem na mesma frequência e sintonia.
As ações são direcionadas para um único alvo e objetivo. Cada célula é autônoma, independente e desconhece uma a outra. Os principais meios de ataque se valem da inocência, da fragilidade e da comoção social desorganizadora pois sabem bem, que assim nunca ninguém e nenhum local estará efetivamente preparado para o infortúnio.
Não importa quantas vezes eu caia,
Sempre estarei de pé por você.
Não importa quantas vezes eu chore;
Sempre te farei sorrir.
Não importa quantas vezes a solidão bata na porta;
Sempre estarei ao seu lado.
Na verdade o que importa mesmo
É que você saiba que sempre te amei.
Mas, por favor, não perceba que isso.
É importante somente quando eu for
Embora, por que, poderá ser tarde.
Demais para voltar atrás.
O Amor é aquilo que nos atrai, gerando a necessidade de sentir sem possuir. A fantasia que ele cria quando nos damos conta de que estamos limitados por uma barreira intransponível, chamada matéria física. Mas que de alguma forma sempre nos fazendo lembrar que nunca deixaremos de esquecer da nossa essência, é por isso que independe de quantas eras de erros tenha vivido, só bastam 2 segundos de lembranças com base no amor, para que você volte à sua essência primordial.
A natureza humana que definha e cai, sempre que cresce na ciência e evoluí na tecnologia, empobrece os sentimentos e afasta a inocência necessária para que possamos senti-lo. Ele, o elemento mais importante de toda existência. O AMOR.
Saudade dos tempos sem maldade.
- E quando foi isso mesmo?
No Jardim do Éden, e na mente de cada criança inocente.
Um coração endurecido, carrega em si o peso do sofrimento por saber que por mais que amoleça, não será jamais o mesmo coração...Àquele que um dia foi puro amor e inocência
Fico pensando
Nós crescemos começamos a ver a maldade da vida e das pessoas,
Ficamos desiludidos com a vida,
A maldade do duplo sentido aparece também,
E penso poxa
Não podemos falar nada que é mal interpretado.
E perdemos a nossa inocência
Não temos as vezes
domínio sobre nosso corpo
E pensamento.
E quando olhamos as crianças vemos a pureza,
A ingenuidade,
E é apenas isso que nós precisamos
A gente pensa
Em qualquer coisa e já vê maldade.
Não conseguimos nem controlar nossos "membros".
Perdemos a 'pureza'.
E a vida perde seu sabor de quando éramos crianças
onde tudo era um mar de sonhos e anseios simples e alheios.
ALMA
Proeminência sincera de palavras...
Decência de um ser sincero.
Silêncio!
Reentrância da alma ressequida.
Âmago sequestro da inocência.
Homem criança...
(Nilo Ribeiro)
Sou como criança brincando,
envolvida e encantada,
sou um homem amando,
envolvido com a amada
a criança em tudo vê motivação,
não importa qual o brinquedo,
sou homem que vivo a paixão,
e isto não é segredo
a criança gera inocência,
seu olhar gera alegria,
sou homem na essência,
meu amor gera poesia
a criança é por Deus protegida,
a ela é confiável o Anjo da Guarda,
sou homem que luta na vida,
e ela é por Deus abençoada
a criança com pouco fica satisfeita,
qualquer brinquedo é o seu legado,
sou homem com vida perfeita,
pois Deus te colocou ao meu lado
esta criança renasceu em mim,
depois que passei a te conhecer,
hoje sou totalmente feliz assim,
e tudo dou graças a você
sou homem e também criança,
levo minha vida contente,
tenho na vida toda esperança,
de ter teu amor como presente
esta é uma simples poesia,
de uma criança e um homem,
que dormem e sonham todo dia,
que você em teus braços os tomem...
“São tantos os políticos desonestos no Brasil que, até os inocentes deveriam ser considerados culpados, pois, sabendo eles quem está roubando e saqueando nosso país, e mesmo assim nada fazem, no mínimo estão sendo omisso”
Eu conheci Mariela, tem muito tempo.
Sempre me tratou com todo carinho que cabia nos braços.
Na minha personalidade, tem traços dela.
Também. Pudera! Tanto íntimo há nos pé descalços..
Simples, de sorriso fácil.
Lembro-me até das sardinhas dela.
Passamos tantas tardes sob árvore da escola.
Ia comigo as missas domingo,
Acreditava em tudo que dissessem a ela.
Um dia caminhando a esmo, por ai.
Imagina só, você mesmo que lê.
Você posto ali,
Diante dessa situação.
Nesse momento aparecia alguém que sabia atrair.
Aquele charme intelectual,
Me fazia refletir sobre a monogamia.
Dançando nas noites de insônia,
Pedindo que a chamassem de Sophia,
Mas, o real nome, nem ela mesmo sabia.
Certo dia, não resisti.
A encontrei encostada num sofá,
Pensei de cara em como falar sobre o que sentia por ela.
Apaixonado, esqueci que ainda estava com Mariela
E me aproximei a Sophia, jurando amor.
Dizendo que Mariela não me servia.
Que Mariela ria de coisas banais.
Mariela era apenas um dos mil reles mortais
Com os quais eu não queria me envolver mais.
Com o tempo, Sophia foi mudando sua forma.
Mostrando me muito diferente.
Nas festa sempre se fazia ausente.
Falavam até que ela continuava linda, na visão da sociedade.
Diziam que Mariela jamais chegaria aos seus pés.
Causava saudade em quem a conhece de outros ângulos.
Mas nem tudo são flores.
Afinal, Mariela não está mais comigo, como se supõe.
Então como poderiam haver flores?
Mariela sabia de tudo que eu fazia.
Sabia de cada encontro que tinha com Sophia.
Me dizia, aos prantos que ia me deixar.
Mas eu não ouvia. Parecia que não tinha sentido.
Até que veio ao fim nosso caso.
Nos falamos por alguns dias.
Mas não teve perdão, o preço da maçã de Adão.
Mas hoje em dia, percebendo, de maneira tardia.
O tempo levou, definitivamente, Mariela.
Segundo uma pessoa que conhecia ela.
Mas não sei se acredito.
Por isso, hoje, eu grito. Grito até que ela escute.
E volte para onde ela nunca devia ter saído.
Se a verem, digam a ela que estou arrependido.
Que ela não precisa voltar comigo.
Mas se faça presente nem que for como amigo.
