Inocência
A inocência de uma criança nem sempre é tão pura
Pois a modernidade evolui o que ainda nem nasceu
Para que cresça ciente das dificuldades que vai enfrentar;
Que a inocência de criança invada-me para aconselhar-me a seguir por um lado bom
E que se alastre com um sorriso sem fim... E a positividade me ampare quando puder
E que toda felicidade seja exagerada a mim...
O meu coração é alvo da inocência maliciosa que olhos indecentemente
Deseja-me com certo querer, mas com um imenso poder...
E mesmo que todos os santos nos afastem
O meu coração trará você a mim;
É a luz que irradia a minha vida!
És fogo que me aquece
Mas é desejo que me destina... Com amor que nos cabe viver;
Não dispersarei o pouco de inocência que ainda me resta, pois é com o mínimo de ingenuidade que me seguro nas graças de Deus;
Se escolho o que acho que é inocência sem ser
Devo ter a consciência de que por traz da máscara
Posso me arrepender;
A inocência de uma criança pode ir além do que se possa acreditar;
Diga a uma criança que animação não é realidade, que a dimensão dela não tenta compreender a expressão;
Mas diga que a animação (desenho) está triste ou está feliz em ser assistida, que a mesma se debulha em reações imensuráveis;
E seus limites se tornam plausíveis ao que vêem lúdico ou sentimental...
Por fim o mundo de uma criança tem o respaldo do imaginável, construindo a sua própria realidade;
Só peço um pouco de generosidade,
porque eu não tenho todo o tempo;
Das minhas inocência a verdade se
impõe, causando receio de não
mais amar;
Estou à cega, traçando o seu caminho sem direção, não vejo perdão, mas não tenho inocência solto no desejo em aflição;
Como é lindo sermos livres para nos comportarmos com a inocência da infância! Se perdemos a pureza, necessitamos da confiança ingénua para nos tornarmos seguros novamente.
