Incerteza
"Uma vida de sentido só passa a existir quando as certezas são as próprias incertezas. Que possamos aceitar a fragilidade de nossas convicções e abraçar a beleza da dúvida como o portal para a verdadeira razão do viver." (Marcello de Souza)
Descobri que nas incertezas da vida o bom senso pode ser fatal!
Qualquer erro se justifica na busca do auto-conhecimento...
Titubear as vezes nos leva a uma perda irreparável!
Lembrem-se, as oportunidades são únicas e os grandes momentos ímpares!
A Felicidade alude os possíveis fracassos!
Às vezes me sinto perdido em meio aos labirintos da vida, envolto em dúvidas e incertezas. Meu coração é um terreno complexo, onde os sentimentos se entrelaçam em uma teia confusa. Questiono-me sobre os rumos a seguir, sobre as escolhas a fazer. Minhas emoções parecem contraditórias, puxando-me em direções opostas. Entre o desejo de me entregar completamente e o medo de me machucar, entre a busca pela segurança e a sede pela aventura, vejo-me em um dilema constante. Nesse emaranhado de emoções, busco encontrar clareza e compreensão, aceitando que o amor pode ser um caminho tortuoso, mas também repleto de descobertas e aprendizados. Preciso de coragem para enfrentar as incertezas e seguir adiante, confiando no meu próprio coração!
Abraçando a incerteza, caminho entre a saudade do que fui, a felicidade do que sou, e a esperança do que serei.
A única certeza no meio da incerteza é a necessidade de reavaliar suas razões com sabedoria e destreza. Em tempos de incerteza, não é apenas a sabedoria que é crucial, mas também a habilidade de agir com destreza.
Cada vez mais,
É uma incerteza,
Que atravanca feito burro de carga,
Cada vez menos,
É uma certeza,
Que passa feito trem bala,
"incertezas"
Quando chego perto de ti ,te afasta.Quando me afasto tu chegas perto.Quando o tempo os afastou para dar trégua a um amor avassalador,aos seres de almas semelhantes ,Mas sentimentos vem sentimentos vão .Encontros e Desencontros dados pelo divino.Aprendizados de saber amar,respeitar .Mais uma vez o tempo desafia seres que procuram e não sabiam que no seu íntimo queriam .As poetisas tem o tempo a seu favor, para dar tempo as suas palavras vinda do coração.O tempo, há!o tempo são pausas que as vezes nos destinam ao fim.
Ass.
Vilma Blay.
Em mim, dois mundos se entrelaçam,
E na incerteza, meus passos traçam,
Um caminho de inquietude e curiosidade,
Pois sou geminiana, repleta de versatilidade
A geração juvenil atual enfrenta desorientação e incertezas no campo profissional e pessoal, com muitos desistindo facilmente diante dos desafios, como abandonar a faculdade no meio do caminho, deixando-os em um futuro incerto e apreensivo.
Desbravar as terras da incerteza conduz ao campo da dúvida,
mas há em mim um desejo pulsante de experimentar as consequências.
Esse anseio instiga-me a descortinar cenários velados,
ainda que o desfecho seja infortúnio, complicações ou desalento.
Mesmo assim, ao final da jornada, retorno ao ponto de partida,
com mais do que nada — com o muito de ter tentado.
Pois, mesmo que o término seja início, há valor no caminhar,
e o começo que renasce traz em si a coragem de recomeçar.
a morte e a incerteza do que acontece após ela. Será que ela é o fim de tudo ou existe algo além? Essa questão me deixou pensativo e um pouco assustado, afinal, como podemos saber o que acontece após a morte?
Sem os instintos que orientam os animais, o ser humano vive perdido, desamparado nas incertezas do próprio destino.
A dor, o medo e a incerteza são como irmãos inseparáveis que, ao invadirem a razão, limitam nosso entendimento e revelam a fragilidade da condição humana diante do desconhecido.
Às vezes, quem não sabe o que quer se perde nas próprias incertezas e, sem perceber, afasta o que mais desejava. A falta de clareza transforma momentos valiosos em lapsos de dúvida, e quando finalmente percebe o que perdeu, já é tarde demais para voltar atrás. O destino, muitas vezes, apenas observa, dando espaço para que o egoísmo ou as inseguranças tomem a dianteira, enquanto aquilo que poderia ter sido eterno se desfaz.
O egoísmo, ao se concentrar apenas no desejo próprio, impede o compromisso, e ao olhar para trás, a dor não vem da perda em si, mas da constatação de que o que sempre quis estava bem ali, ao alcance. A indecisão e o egoísmo fizeram com que não enxergasse. O que restou foi a lição amarga de que, às vezes, o que não sabemos valorizar é exatamente o que mais desejamos.
Ficar no passado, com a incerteza de ser só uma miragem, é paisagem para quem não tenta, mesmo podendo.
Carta aberta à introspecção, à vulnerabilidade de quem ama em tempos de incertezas.
De partir o coração: uma ausência de reciprocidade, dualidade entre a esperança e a resignação.
Quem sabe ele será amado, mas eu não estarei mais aqui, quando ele quiser me amar.
Você merece alguém que te faça ser incrível também, versos refletem a dor de ser desperdiçados.
Quero dar voz às minhas palavras, escritas e textos, sentir o efêmero dentro de ti florescer, sem se esquecer.
Cada palavra foi um grito silencioso de uma alma que amou profundamente e esperou, mas nunca recebeu na mesma medida.
Ontem, meu mel, ainda que o tempo me dissesse para eu ser feliz, sinto você me tocando, sem céu.
Entre o desejo de ser amado e a aceitação de que, talvez, não haja mais tempo ou espaço para isso.
Para mim, que você precisava mostrar seu amor, você foi me desperdiçando devagarinho, contato em contato.
Uma reflexão, como essa? Poetas para quê? Se eles não te servem.
Um dia, o universo me disse, em letras douradas, que eu deveria acordar de um sonho e sair de uma contestação, eu fiquei sem reação.
Sem idade, ele é um menino que nunca recebeu o amor de verdade, lhe faltou mais maturidade, que complexidade.
Fatalidade, ele se assustou abruptamente, quando lhe apareceu alguém em sua vida e, sinceramente, lhe ofereceu amor de verdade.
Enfim, o que você compreendeu dos meus versos, que eu te fiz, mas, também, ainda não obtive respostas?
Carta aberta à introspecção e à vulnerabilidade de quem ama em tempos de incertezas
Parte o coração a ausência de reciprocidade, essa dualidade constante entre a esperança e a resignação. Talvez ele venha a ser amado, mas eu já não estarei aqui quando, enfim, decidir me amar.
Você merece alguém que também o faça sentir-se incrível, pois os versos que escrevo refletem a dor de serem desperdiçados. Quero dar voz às minhas palavras, aos textos que compus, e sentir em você o efêmero florescer, sem nunca se esquecer de sua profundidade.
Cada palavra foi um grito silencioso de uma alma que amou intensamente e esperou, mas jamais recebeu na mesma medida. Ontem, meu doce, embora o tempo insistisse em me dizer que eu deveria ser feliz, ainda sinto você me tocando, mesmo sem o céu como testemunha.
Habito entre o desejo de ser amado e a aceitação de que, talvez, não haja mais tempo ou espaço para isso. A quem deveria provar seu amor, você foi o desperdiçando lentamente, toque a toque, silêncio após silêncio.
Deixo-me questionar: reflexões assim, para quê? Poetas, para que servem, se não para iluminar as sombras que nos cercam? Um dia, o universo me sussurrou, em letras douradas, que eu deveria despertar de um sonho e abandonar uma longa contestação. Diante disso, fiquei sem reação.
Sem idade, ele ainda é um menino que nunca recebeu amor de verdade. Faltou-lhe maturidade, uma maturidade que carrega em si uma complexidade insondável. Tragicamente, ele se assustou abruptamente quando alguém surgiu em sua vida e, de forma sincera, lhe ofereceu um amor genuíno.
E agora, pergunto: o que você entendeu dos versos que escrevi para você? Pois, até hoje, as respostas que tanto esperei ainda não chegaram.
Eu tenho memórias do passado que ainda persistem.
Elas não somem, mas às vezes se tornam incertezas,
como pequenos vídeos em preto e branco.
Os traumas, no entanto, são fotos nunca reveladas:
você não vê, demora a lembrar, e quando lembra,
elas continuam em branco —
porque, naquelas cenas, você não foi feliz.
