Homenagem a uma Pessoa que Morreu
O novembro negro, simboliza um marco de lutas com resistências, e existe como homenagem a todo antepassado, que hoje se faz presente em lutas contemporâneas contrarios ao racismo. Quantos dos nossos vivenciam o racismo sem consciência de que é preciso combate-lo, o que se faz neste mês é trazer a baila, o que é preciso valorizar, porque se estamos aqui, houveram lutas lá atrás, e precisamos tomar nosso cajado, e continuar. Então, para os que tem consciência, bravo e os que não tem? Que não despertou?! O novembro negro, não vai conseguir aplacar tudo que foi apagado, mas certamente é um ponto de luz que precisa ser alimentado.
HOMENAGEM A ARTHUR AMORIM
Anjos reencarnardo em corpo de criança e vem de passagem por aqui para nos ensinar tantas coisas...
Um deles uma vez falou para seu pai: " Que a morte era só uma passagem para a vida eterna“
E realmente a morte tem que ser vista com outros olhos...
Devemos acreditar que temos uma vida ETERNA...
Esse anjo nos ensinou a não perder tempo e aproveitar cada minuto para aprender e a nos dedicarmos a algo que gostamos...
Assim o tempo passa e as provações dessa vida vão ficando mais leve...
E sem esquecer de sonhar e principalmente de realizá-los…
E ao chegar à hora do retorno aos braços do Nosso Pai Maior o amor que foi cativado vai existir para a ETERNIDADE...
HOMENAGEM A MIRALEPA
Sempre que o materialismo parece querer tomar de conta da minha vida lembro do Mila...
E quando aquela sensação ruim de apego aos bens materiais se aproxima penso na tanga voando...
E me pego sorrindo e em pensamento digo que se vá!!!
Aprendi que a vingança realizada não deixa ninguém menos triste ou mais feliz...
A felicidade se encontra no sentido que encontramos em nossa vida...
Com ele aprendi a transformar uma situação ruim em realização...
Vamos juntos aprender com o nosso mestre do desapego...
Por isso não vamos correr atrás da primeira tanga que fugir...
HOMENAGEM A SERRA DE PREAÓCA
Cai a tardinha, e mais uma vez
O sol beija o horizonte
E do topo da serra diante da imagem
De cristo fecha-se mais uma página
Desse imenso e infinito livro
Para que possa abre-se uma outra
Mais escura, onde os bichos da noite
Cantam com milhares de notas
Em uma sinfonia natural e desafinada
Que para por findar em um
Nasce de lindo dia.
Preaóca 26 de Novembro de 1993.
Orismende Holanda Brandão
Homenagem à memoria de Raimunda Enes.
"Como uma sentença, todos vivemos nossas vidas na sombra do inevitável e terrível desfecho que é a morte" uma certeza que sempre nos pega de surpresa quando nos atinge através das pessoas que mais amamos...
Haja Coração!
Falar de Dona Raimunda é fácil, difícil será viver com o vazio de sua ausência...
Um verdadeiro coração de mãe para seus 14 filhos, netos e bisnetos...
Foi sem dúvida uma grande guerreira e rica em sabedoria.
Durante toda a vida, teve um coração forte, amoroso e acolhedor. Às vezes dura nas palavras, mas sábia nas atitudes.
A todos que tiveram privilégio de conhecê-la, foi sempre um exemplo de força, coragem e alegria, mas, acima de tudo, foi uma Mãe de luta, fé e uma grande inspiração de mulher.
Ficou viúva aos 37 anos de idade e mesmo enfrentando tantas dificuldades, não mediu esforços para criar e educar sozinha seus 14 filhos( Ela sempre dizia que nunca esteve sozinha, Deus estava sempre ao seu lado...) Enfrentou todos os seus desafios com muita garra e foi vencedora, fazendo dos seus filhos homens e mulheres honestos e dignos de respeito.
Existe um antes e um depois de sua partida, e mesmo que nossas vidas não seja mais a mesma, seguiremos seu exemplo e conselhos e como ela, não deixaremos que as adversidades da vida nos derrote...
Seremos fortes por ela e buscaremos nos tornar sempre alguém de quem se orgulhasse pois, permanecerá sempre conosco os seus gestos, a sua alegria, o seu grande Legado de honestidade e humildade e o seu jeito forte de encarar a vida com coragem e muita fé.
A ela que foi Mãe, Avó, Bisavó, tia e amiga de muitos, esta singela homenagem que provavelmente gostaria que lhe fosse prestada, com boas lembranças, risadas, as músicas que gostava e o sentimento de gratidão de que ela foi e sempre será o grande pilar das nossas vidas.
Que privilégio ter uma mãe como a senhora!
Que honra conhecê-la dona Raimunda...
Somos gratos ao bom Deus por termos estado do seu lado em muitos dos seus dias! Agora a senhora é um anjo e vai cuidar de nós de um lugar muito especial! Espalharemos pelo mundo seu amor, sua alegria e sua bondade!
Não podemos contestar sua partida! Esse é um grande mistério que a Deus pertence. Ele a chamou à eternidade!
Agora é hora de descansar grande Guereira!
Em nós fica a certeza de que um dia iremos nos reencontrar...
Descanse em paz inesquecível e amada Raimunda Enes e HAJA CORAÇÃO para suportarmos tamanha saudade que deixastes em nós!
Que nossa Senhora das Graças interceda pela sua alma e que Jesus ande ao seu lado no Caminho de Luz junto a Deus, aos anjos e a todos os Santos. Amém!
☆18/11/1941
+ 16/11/2021
(Apoio ao jogador brasileiro Daniel Alves)
Homenagem à Banana...
Essa incrível fruta que não deve ser jogada, nem desperdiçada!!!!
Comamos bananas, elas são fontes de potássio... não dão câimbras....
E é por isso que somos os Pentacampeões do mundo....
O resto é inveja da oposição!
Amei-te em um dia qualquer... E seguirei amando-te até o fim dos meus dias! (Homenagem ao André Matos)
Homenagem à Lélia Gonzalez
Eu olhava como todas olhavam, eu sonhava como todas sonhavam, era o mesmo sol, a mesma chuva, tinha mãos, pés e não chegava a lugar algum. Meu sorriso era tão branco e lindo quanto todas as bocas juntas que falavam de canto, e cantavam minha cor. Eu olhava, sonhava e tudo que via, não podia passar além de ali, ali onde eu não podia ir, ali onde eu nunca iria chegar. Mas CHEGUEI, CHEGAMOS, e olhando, sonhando e sorrindo, mesmo com todas as dores e com os horrores, EU ESTOU AQUI!
Hoje o sol brilha para você.
Os pássaros cruzam o céu em sua homenagem.
As flores abrem nos jardins para dar mais beleza à sua vida.
Flautas celestiais entoam canções felizes para fazer essa data especial, porque é o seu aniversário, também especial para Deus que te presenteia com mais esse dia
Em Sua Homenagem
Só me abro com ninguém, e ninguém merece me ouvir, ninguém me ouve e ninguém reclama, ninguém está ali e fica sempre à minha sombra, desde que descobri ninguém, descobri que nele posso confiar.
Força Gaúcha: Uma Homenagem ao Povo do Rio Grande do Sul
Nas terras do sul, onde os campos se encontram com o céu, um povo guerreiro enfrenta tempos de prova e dor. O Rio Grande do Sul, conhecido por sua bravura e labor, hoje sofre com as marcas de um desastre sem igual.
Frente a chuvas implacáveis, casas, pontes e barragens se desfizeram, mas o espírito gaúcho permanece indomável. Este povo, unido por objetivos comuns, não conhece a palavra desistência. Trabalhadores incansáveis, estarão juntos na resistência.
As vidas marcadas pela tragédia, os desaparecidos entre escombros, as famílias desabrigadas clamam por nossa solidariedade. Enquanto choramos os que se foram, também celebramos a força daqueles que permanecem, reconstruindo, dia após dia, o solo que tanto amam.
Ao povo do Rio Grande do Sul, oferecemos nosso apoio incondicional e nossa admiração. Que a prosperidade retorne aos vossos lares e que a união continue a ser a vossa maior força. Estamos convosco, hoje e sempre, na reconstrução de cada pedra, cada ponte, cada casa e, em cada oração e em cada gesto de apoio.
Com respeito e esperança,
Entre Lembranças e Novos Caminhos: Uma Homenagem a Camila Furtado
De Volta Redonda aos campos do sul,
Você veio, amiga, buscar outro azul.
Foi um começo estranho, de clima e de chão,
Como se fosse em terras de outra nação.
"Foi foda" no início, assim você diz,
Mas, aos poucos, achou seu país.
Hoje, Joinville é teu paraíso,
O melhor lugar pra viver e sorrir preciso.
No Glória, o clube, teu lar de verdade,
Entre amigos, risadas e saudades,
No padel, em quadras de um mundo novo,
Você fez sua casa, dia a dia, de novo.
Um filho crescendo, já quase um gigante,
Na paixão pelo esporte, no sonho distante.
.
Teu marido ao lado, fiel companheiro,
Todos juntos, em laços, num elo inteiro.
Você passa os dias no ritmo da bola,
No jogo que une, consola e embala,
Dos treinos noturnos às manhãs de torcer,
Pois entre querer e ser, há tanto a fazer.
Hoje, depois de tantos caminhos,
A gente se encontra em novos cantinhos,
Entre amigos, quadras e histórias guardadas,
Em Joinville, cidade que é nossa morada.
Quero aqui prestar minha última homenagem ao castelense e eterno amigo, José Geraldo Libardi, recém falecido.
Todos nós castelenses de nascença ou de adoção, como é o meu caso, temos uma história para contar do eterno amigo José Geraldo Libardi (in memoriam). Todas às vezes que nos encontrávamos pelas ruas da cidade, parávamos e batíamos um papo legal, sempre me chamando de "doutor Luiz". Sua história foi marcada com altos e baixos, como a de todos nós castelenses, principalmente eu, que passei por bons e maus momentos desde que aqui cheguei há mais ou menos 45 anos atrás. Sua bondade e atenção eram únicas! Na verdade, ele pensava muito mais nos outros do que nele mesmo. Talvez por isso que vivera nesta terra sem pensar muito em questão de estabilidade financeira ou coisa parecida. Deus com certeza vai compensá-lo na eternidade!
Descanse em paz. Amém.
(Uma homenagem aos perseguidores entre nós.)
LUA FALSA
Como é duro o cansaço das máscaras.
Na beleza do olhar, do sorriso, no som da palavra, na criatividade.
Que Arte é essa?
Facetas e suas especiarias.
É só pegar um pedaço da lua e tomar como crua na pele real, mas sintética?
Como é duro o cansaço das máscaras.
Estes senhores que arrancam a lágrima de quem não teme a tristeza, mas que mancam na primeira leveza do amor que carrega o poeta.
Como é duro o cansaço das máscaras.
Pois as pessoas sintéticas, sabem toda teoria de eternidade e perfeição, na prática não passam de uma gaveta.
A Arte está em ser plano e não em ser cobaia.
Como é lindo o cair das facetas.
Homenagem a Biotoviski
Entre cinzas, ferrugem e café frio,
existia um homem
tentando permanecer humano.
Ninguém percebeu de imediato.
A maioria apenas viu o silêncio,
o olhar distante preso em lugares
que não estavam na frente dele.
Mas dentro…
dentro existiam tempestades inteiras
aprendendo a andar em silêncio.
Ele colecionava ausências
como quem guarda cartas antigas dentro de gavetas,
não por apego,
mas porque certas dores
quando sobrevivem demais
criam raízes.
E ainda assim,
continuava.
Continuava afinando a própria fé
como quem segura uma vela acesa
durante um vendaval.
Continuava escrevendo mensagens escondidas
em poemas que ninguém lia corretamente.
Continuava tentando amar
sem assustar ninguém com o peso
que carregava no peito.
Talvez esse tenha sido seu maior milagre:
não endurecer.
Porque o mundo tentou.
Tentou nos dias escuros.
Tentou nas despedidas.
Tentou quando ele se sentiu sozinho
mesmo ouvindo vozes ao redor.
Mas ele continuou oferecendo gentileza
com mãos cansadas.
E poucos entenderam
que algumas pessoas não demonstram sofrimento chorando.
Algumas demonstram…
continuando.
No fim,
ele parecia uma dessas estradas mineiras durante chuva:
silenciosa, fria, longa…
mas estranhamente bonita
para quem realmente parasse para olhar.
Uma Homenagem ao meu eu introspectivo, que foi capaz de expressar muitas das minhas dores.
Obrigado! Biotoviski
19/05/26
Grande dor a uma criança morta
(em homenagem à prima Kátia)
I
Chegaste e eu fiquei triste.
Chorei... Não podia crer
Que isso fosse a pura verdade.
És muito mau meu amigo.
Por que dar uma notícia assim?
II
Fiquei chocada, gritei...
Mas tudo inútil,
Pois só tu me ouvias!
III
Tristeza, sempre estás
Aqui junto a mim.
Nem sei se aguento...
Mas a ilusão de tudo se acalmar,
E a nossa felicidade voltar,
Ainda existe em meu coração.
IV
Sorrir, sorriso puro?
Era o daquela linda criança
Que conheci há algum tempo...
Seus olhos azuis, quase negros,
Fitavam os meus vivamente
Enquanto eu, pobre pirralha,
Escondia, para não veres,
Uma enorme, grande
Tristeza e dor...
V
Teus cabelos perfumados
Todos os dias eu afagava.
Tu sorrias, pura criança...
Andavas, corrias e choravas...
Mas eu não me importava!
Tu me querias e eu a ti.
Amada, minha querida!
Eras tão boa de alma.
Singela, tão sonhadora e triste!
Será que tu herdastes algo meu?
Não, não quero...
VI
Mas hoje, criança,
Dormes um sono,
Um pesado sonho angelical.
Aquele que permite a nós, homens,
O descanso eterno pela morte...
Não corres, nem choras e nem sorris mais...
Teus cabelos estão ainda perfumados...
Teus olhos, nem posso lembrar-lhes a cor!
Mas lembro que eram puros,
Tão puros quanto a flor!
(junho/ 1967)
