Fantasia e carnaval
Na poesia, buscando a realidade. Na realidade, tentando alcançar a fantasia... E assim a vida vai passando. (Pedro Marcos)
O SUPORTE DA EXPECTATIVA E O SABOR DE DERROTA DA VITÓRIA:
A imaginação trabalha, a fantasia floresce, a paciência suporta, a visão beatífica da hora de contemplação preenche as longas horas da vigília. Quando acontece ou se alcança o esperado, abrem-se todas as comportas da alegria. Mas por pouco tempo, pois a meta não é tão atraente como parecia de longe, ao longo do caminho - toda a vitória, no dia imediato, tem o mesmo sabor da derrota.
Ou então surge demasiado tarde, quando o espírito se modificou e já não dispõe de forças para saborear o bem esperado durante tanto tempo; a mulher perfeita que se oferece, finalmente, quando o jovem ardente se tornou um velho saciado, árido ou flácido. Todo o seu amor se consumou debaixo das janelas, no frio das noites infinitas - quando é lançada a escada, as pernas e os braços não obedecem ou o inflamado partiu.
A temperatura caiu assustadoramente, criando condições propícias para a proliferação de fantasias, sonhos e afins.
Um voto não brincadeira
Um voto não é besteira
O voto é realidade
E não fantasia para poder brincar
O voto pode melhorar sua vida
Ou pode tirar.
Enquanto eles tão comendo sushi e salmão
Nos estamos comendo arroz e feijao.
Enquanto os políticos ta robando
Os batidos a vida está tirando.
Bom dia 02/08
Ou você vive na fantasia, ou levanta a cabeça segue o caminho, e vive a vida como ela é.
A realidade sempre será infinitamente mais encantadora que a fantasia,não apenas porque é concreta mais porque é complexa,a harmonia ao se estabelecer em meio a complexidade é muito mais valorosa e rica do que quando é artificialmente projetada no ambiente da fantasia construído a partir de simplificações.
E quando se alcança a tal da: maturidade nos é permitido sonhar menos, fantasiar menos, priorizar as atitudes no outro, olhar o outro com menos ilusões, e devaneios. Aceitamos com com menos sofrimento, entendemos com mais tranquilidade, e queremos com mais carinho, cuidados e com mais doçura do nosso "outro" Certas palavras, frases prontas que todos dizem por dizer, sem sentir, já não fazem falta, e sim: o poder contar com o Outro nos momentos difíceis, a preocupação conosco, o interesse na nossa vida, em nós.
Aquele que não tem a mente aberta para a fantasia, passará por esse mundo sem ter experimentado o extraordinário!
Temos que pensar em nossos atos como reflexão crítica em relação ao mundo e não fantasiando que somos parâmetro de comportamento ideal para o outro. Normalmente, sinto lhes informar, nem somos.
Temos que pensar em nossos atos como reflexão crítica em relação ao mundo e não fantasiando que somos parâmetro de comportamento ideal para o outro. Normalmente, sinto lhes informar, nem somos.
Hoje vou tirar a fantasia,
queimar a falsa alegria,
assoprar cinzas de ontem
para bem longe de nós dois!!!
Sou feita de ilusão... Sou um fantasiar ornamentado com os pés no chão! Sou a combinação com o real e o devaneio...Sou o que o sinto...Sou sentimentos alheios.
FANTASIAS
Ah, se tu chegasses
nesse instante chamado agora,
sem nada dizer me calasse a boca
de uma forma muito louca
com sua boca a me beijar!
...E vestisse a minha pele
com tua nudez a me roçar...
Bem passiva eu ficaria
Escrava de um só dono
Sussurrante, latejante,
rouca...
Sem nada pedir
Tudo entregar, tudo aceitar!
Eis meu devaneio mais profundo,
pertencer-te neste mundo,
tirar-te das minhas fantasias.
Me entregar sem reticências
( Inocente indecência)
Ao meu homem
Ao meu amante
Ao meu senhor.
Elisa Salles
(Direitos autorais reservados)
Viver é realidade pura,fantasias são fantasias,sonhos só serão válidos se forem realizados ao contrário n passam de sonhos.
Errou a fantasia comum sobre o certo e o errado.
Errei nas veredas tortuosas do acerto.
Não encontrei um lugar para guardar as minhas ilusões
Era tarde e eu vi o sol
quando já não lembrava mais do amanhecer
A noite estava próxima
Era mais um final de dia
Eu pensava como se fosse um nós
Era mais um final ou seria outro começo?
Precipitava o nós, mais uma vez ignorando o eu, ladeira abaixo imaginando,
sempre imaginando,
um verdejante planalto no alto da descida.
Teria alguma coisa errada nisso?
