Estav Contando as Estrelas no Ceu
" E se for pra ser quero apenas te mostrar que o céu não será tão belo quando nosso amor, não te prometo o céu por que é inpossivel de consegui todo ele a você, mas te garanto que te daria todos os dias, o brilho das estrelas que nele existe, cada dia mais eu e você juntos em só coração...
Para um dia ser bom não depende de sol ou céu azul, da mesma forma que para ser ruim não depende de chuvas ou céu cinzento.
O dia BOM ou RUIM depende de cada um, depende de como você quer vivê-lo.
Um pedaço de mim a te buscar no infinito... contemplo o céu e sinto tua presença ainda mais forte dentro de mim. A saudade não me cansa de te buscar. Amo-te infinitamente.
Se meu olhar não brilha? Que o seu seja sempre igual uma estrelinha! Toda vez que eu avistar no céu, embora distante, encontro seu olhar na imensidão, e ao me deitar fecho os olhos permitindo em pensamentos você estar em meus braços e neles eu adormeço.
Existem companhias que deixam não somente o céu mais bonito, mas qualquer outro lugar onde ela possa estar conosco.
Olhando o céu
Senti uma imensa saudade que vinha de lá abraçando
Meus olhos
Que jorravam lágrimas do coração
Que batia forte pronunciando teu nome as estrelas
Que brilhavam para mim...
Dizendo estou aqui...
Pertinho de ti.
Aí de repente me veio ela, rápida e reluzente como um raio que rasga o céu numa noite chuvosa. Arrebatou me para ela, tão orgulhosa, que me tomou por inteiro, nem eu já, mais sabia de mim.
Depois de tudo arraigado a ti, permaneço.
Gosto da Noite!
É quando insisto em olhar para o céu
Tentando buscar aquela paz que só
ela me traz .
Há uma lua linda que sempre me ilumina e
me diz em silêncio:
- Mantenhas calma ,
tenhas fé e
aquiete sua alma!
Porque Deus há de preparar
um novo amanhecer
para você!
PRAÇA DAS NAÇÕES
Dá licença Castro, mas...
A praça não é do povo
Como o céu não é do condor
A praça é do Cagado, do bigola
Do Perneta, do Zé-da Ana e do Paquinha
A praça é das nações
Como o céu é das andorinhas
A praça é da igreja
Como a noite é da polícia e da dor
A praça é da mulher que beija
Como é da beata, a ladainha
A praça é do “Especial”
Do rato, do Râmbert, do Preto
Do Popeye, do Pão-Branco, não!
Do Luquinha, do Edinho e minha
A praça é do som estridente da sanfona do Zé-da-Ana
Em busca do tão sonhado refrigerante
A praça se cala, se acalma sob o som que toca
Tocantins de um Luiz Tupiniquim
Sob o passo largo e óculos escuros, dobra-se o mastro
E a praça se rende ao tom do ‘Safari” e Jair de Castro
A praça se inquieta com oradores, padres, missas e cultos
E fica indecisa com Willama, seus atores, atrizes, todos cultos.
A praça é dos amores
A praça é viagem
A praça é dos pecadores
A praça é passagem
A praça é o obstáculo e o receptáculo
É o caminho que nos leva ao “espetáculo” dos céus
Que passa pela lente objetiva de Tadeu
Que também ama a praça e Ama Deus
Que passa pela pena mordaz de Rezende
E pela crônica eterna de Jauro Gurgel
Passa pela subjetiva câmera de Silésia
E de sua nordestinidade Jaqueline. Visse?
E passa... só não passa pela indiferença das elites,
Dos vidros elétricos de Ômegas, Fiats, Vectras e vereadores.
Meu coração veio ao mundo,
Primeiro que meu corpo,
Que nasceu logo em seguida
Que para o céu, olhando
Descobri a minha sina
Que pra lá,
Chegar um dia
Terei de viver a poesia da vida
Dizem que a lua
É minguante
Mesmo estando nessa fase
Ela não se esconde no alto do céu
Ela está lá
Demonstrando um sorriso brilhante
Pra acender a saudade no peito pulsante
Porque você insiste em invadir os meus pensamentos? Se de fato for invasão, pobre coração.
O céu está tão claro sem nuvens, mas é em dias nublados que sinto sua falta.
