Escrevo e parece que não Leio
Alguns dizem que somos escravos de nossas mentes, como se a mente fosse uma pessoa a parte do corpo, outro ser humano independente, com aspirações e vontades próprias. E é justamente esse pensamento de despersonalização, que nos afunda ainda mais em angústia.
Nós somos a nossa mente. Se há alguém que nos escraviza, esse alguém somos nós mesmos.
[30/3 05:00] Giovane Memeu: BOM DIA
[30/3 05:02] Giovane Memeu: "Grande são as artes ocultas e perversas, tamanha é a injustiça diante de covardes perseguições, mas o Altíssimo é incalculável, o nome de Jesus é único e excede a todo poder."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:05] Giovane Memeu: "A ciência que confrontra a natureza, a tecnologia que faz sucumbir as raízes, nada se compara com um minúsculo sopro do Altíssimo a uma gota de água, sim capaz de brotar árvores cortadas."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:08] Giovane Memeu: "Tão grande é o gabarito humano, a que o Senhor o concede, triste é a soberba e o orgulho em confrontar a natureza em essência, pois dos ventos, para longe vai a iniqüidade, no coração temente repousa a justiça."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:10] Giovane Memeu: "Homem tu és capaz, porque o Altíssimo o fez capaz, mas o orgulho e soberba, produz em ti o bicho mais insano, tal sanguinária a tua perversa ganância, a destra justa assiste e confere diariamente cada detalhe."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:13] Giovane Memeu: "Sei bem, viver é trafegar um percurso de ondas, onde o mar sacode violentamente, mas é de Jesus que tem toda autoridade e a quem busca nos confia à pisar sobre toda onda que balança."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:15] Giovane Memeu: "Sabemos que as tempestades manifesta com frequência nas emoções, mas as ondas que propaga o violento carnaval em nossas mentes é abatida a cada clamor, Jesus produz justiça e paz."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:18] Giovane Memeu: "Nossas vidas são flertadas pelo tempo, fios de muitas entradas, mas a lógica da vida é respondida aos joelhos no chão, os sinais da cruz excede infinitamente a lógica das ondas violentas que tentam sufocar."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:20] Giovane Memeu: "Deveras os olhos invisiveis estão a nos buscar, contudo agradável é, entregar a intimidade do coração ao madeiro puro, santo e sagrado."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:24] Giovane Memeu: "Os segredos da vida viajam do oriente ao ocidente a oriente e vice e versa, a força do tempo sopra a história, são ventos poderosos que regem o clima do mundo, mas a cruz é segredo compartilhado a todos, agraciado a quem coloca o coração, pois todo tempo é revelado a verdade e o amor, suplantado pela justiça do Altíssimo."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:26] Giovane Memeu: "A quem possa desviar um curso de um rio, mas feliz é quem adentra no íntimo daquele que reina sobre toda água da vida."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:28] Giovane Memeu: "O homem gladia pelo alimento indigesto e pela água que escorre pelas mãos, sinceramente, humildemente do coração onde habita á água da vida, é meu viver."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:29] Giovane Memeu: "Massacra se as emoções, machuca se o corpo, mas quem poderá impedir o fôlego eterno da alma, ora, receba a minha Senhor Altíssimo, pelo nome de Jesus."
Giovane Silva Santos
[30/3 05:33] Giovane Memeu: "No tocante a dignidade que tentam machucar, ora sem profissão, da donzela a rejeição, ora sim, feliz transbordantemente que a porta do céu é do meu amigo, que confia a chave para entrar, onde o orgulho, soberba e a ganância invejosa não compartilha e nem adentra."
Giovane Silva Santos
ESCRITOPIA
Escrevo sem saber, mas escrevo
Rebeldia, mas alimenta a alma
Porque na escrita eu grito, sonho, rio, choro e vivo!
No papel eu me permito ser vendaval.
Voar, ser, viver
Ao escrever.
Uma juventude…(o poema)
Juventude é legal e tem surpresas
Que trazem desafios para decidir nossas atitudes
Existem correntezas de sentimentos bagunçados
Alegria, tristeza, raiva, amor tudo isso desordenado.
A nossa mente vira de cabeça para baixo
O bom é que começamos a crescer e aprender com o tempo
De como lidar com esses sentimentos bagunçado.
E com essas atitudes acontece o amadurecimento
Conseguimos ter o próprio controle emocional e mental
Aprendemos a ter habilidades e desenvolver a inteligência
Onde a experiência faz compreender melhor a vida
Não é uma fase ruim é apenas uma fase para se aprender
Ascender com o tempo e equilibrar a serotonina e dopamina
Porque essa fase é como uma bonina maravilhosa.
Eu sinto dores que não consigo expressar
Dores que não consigo identificar
Algo me diz: Escreve!
Eu escrevo, como se deixasse falar
Essas dores, como posso explicar ?
Mas agora eu só sinto que quero
Que quero te amar !
Te amar
Te amar
Te amar
E Te amar !
E ver você sorrir !
Que vontade de te beijar!
Descobrir seu cheiro!
Te observar a falar
Sentir o toque sereno
Sem malícia,
Da sua pele na minha
Eu fico estremecida
E isso é só,
Um imaginar.
Escrevo para poucos.
Sei como é difícil
viver entre os homens
e não ficar louco.
Nota: Trecho do poema Poesia impopular brasileira.
...MaisEscrevo
Se eu escrevo?
Escrevo sim!
E porque não escreveria?
Escrevo desligando do meu mundo para vagar em outro mundo....
Escrevo, versejo, pelejo ando pra frente porque não sou caranguejo.
Escrevo o gosto, o desgosto em qualquer dia, inclusive até no mês agosto....
Escrevo o consolo, corto o bolo, como o farelo e dispenso o caroço...
Escrevo o canto, o desencanto fora ou dentro do campo e ainda estendo meu manto para compor....
Escrevo a crença , a descrença sentado ou escondido na dispensa, pois, analisa e pensa...
Escrevo o desejo, o percevejo, pisando com as pontas dos pés deslizando no azulejo...
Escrevo,
Escrevo a ilusão , a desilusão, a exibição, a descriminação e a educação...
Escrevo o ligamento, os tormentos, os momentos fora do tempo do relógio e da minha imaginação...
Escrevo com a coragem, a viagem, as pastagens, de mãos dadas porque sou de uma rara linhagem....
O desnorteado, o prazer, o desprazer, o amanhecer até anoitecer, sem eu saber...
Os meus devaneios , o reio, escrevo o brake que muitos chamam de freio...
Escrevo os bonitos, as lindas, as feias e ainda acumulo meus versos dentro das minhas veias....
Escrevo fazendo confusão , a união, e dentro do meu cérebro fica um só turbilhão, composição...
Escrevo a radiação, a química, o beijo, o sertanejo...
Escrevo, não tenho medo, e danço o meu enredo....
Sigo eu então com esse destinho genuíno e quer saber?
Acho que ainda sou um menino....
Só escrevo,
Por isso,
Não tenho ódio,
E na hora certa, ainda descreverei tudo que escrevi e explico melhor no próximo episódio...
Na hora certa.....
Autor: Ricardo Melo
O Poeta que Voa
"Escrevo para permanecer viva diante da palavra feminina ausente, além de escritora e poeta: Sou escrevivente."
escrevo para desafogar a alma. para espantar as peraltas. para matar a ansiedade e jogar do precipício toda acidez que me abraça.
para silenciar o peito que grita. para me livrar da culpa. para curar as feridas e, aos sentimentos renegados, fazer visita. para compensar as palavras não ditas e ao que ainda vive engasgado. para mergulhar nas minhas imundícies e no caos que havia guardado.
para me libertar das amarras, para expelir meus pensamentos e microfonar os sentimentos.
para dar voz ao coração como forma de oração e dar vazão a toda intensidade que jaze dentro do meu universo; refletido neste verso ou em minha imensidão.
escrevo para revelar minha identidade como forma de liberdade.
escrevo para quebrar as correntes do conformismo e da realidade.
escrevo para ser ouvido.
para tocar e ser sentido, mas sobretudo, para não fazer sentido;
mesmo que seja preciso me despir para traduzir,
interpretar e reluzir.
escrevo para falar de amor e para fazer amor.
para dar cor ao céu cinzento e, para você que estiver lendo, dar alento.
escrevo para me aprofundar e navegar nos meus oceanos mais obscuros. escrevo para existir. escrevo para me encontrar.
escrevo para me salvar de mim mesmo e me reencontrar.
Há quem diga que está na fase negra.
Eu estou na "fase" negra desde que eu nasci.
Negro não é algo que seja passageiro como uma fase.
Nasci Negra, Existo Negra, Sou Negra
E quem faz as minhas fases?
São as minhas escolhas.
Quem as pinta?
São as minhas atitudes.
Penso Negra, Falo Negra, Escrevo Negra, Resisto Negra!
Sobre equívocos e êxitos:
Escrevo com as flores na PRIMAVERA.
No VERÃO, escrevo sob a luz solar.
E no OUTONO é sempre igual, escrevo observando as folhas dirigindo-se ao colo acolhedor da terra.
Ah, no INVERNO é tempo de hibernar, escrevo esperando os cristais de gelo cair sobre o solo.
Eu preciso de um espaço, para ser livre,
ser completa e cobrir esse buraco!
Mesmo lendo o que escrevo,
ninguém sabe o que sinto muito menos o que passo!
Sou mulher e sou criança,
sou de carne sou de osso só não sou feita de aço!
Minha vida é como eu quero
e o que eu quero nem sempre é o que faço!
Seria bom algumas ordens pra fugir desse embaraço!
Sentimentos cheios de nós, onde deveriam ser de laços,
Consciência de que nada é nada mesmo
e que nada é o que faço!
Mato o tempo dando vida ao que chamariam de fracasso.
Com palavras, sentimentos sem contato sem abraço.
Imaginei estar em um poço, mas era apenas cansaço.
Minhas palavras nem sempre são poesias,
as vezes são desabafos!
Eu apenas escrevo textos. Não pornografia. Escrevo o meus sentir. Cada olhar uma visão. Cada um seu julgamento. E cabe a casa um da a sentença.
J. A. N
Não escrevo poesias. Escrevo meus sentirmos. As poesia tem o objetivo de sacudir os que dormem em seus sentimentos. Eu escrevo e faço transbordar sobre as palavras aquilo que não a em minha realidade. Mais a em minha mente. Escrevo palavras explosivas que busco e a transformo em versos. Não recinto o que escolho a escrever. Não escrevo poesia. Mais dou asas as palavras que escrevo. E nas palavras eu voou entre o real e a fantasia. E assim as minhas palavras alento pra mim. Então eu direis. Sou um poeta. Vou então arrastar minhas palavras por onde eu for. Até que toque um coração. E então das míseros palavras por mim escritas. Conquistei minha liberdade
Só escrevo quando estou perdido.
Naprocura do furo.
Próximo da borda para ser puxado pela singularidade.
Para vós escrevo, oh pessoal!
Desse hotel, onde fui vosso colega!
Arménio, Miranda, Santana e outros, qu’ele emprega!
E sou o Duarte, de tempos antigos, mas ainda real!
Tenho vivido em aflição…
Sem força ter, para vos cantar, uma canção.
Mas canto-vos, este poema, meu hotel!
Onde, por vezes comi, mel!...
Estou doente, com Parkinson, doença.
Sabe pois, Dom João segundo!
E tu, Manuel da Luz e Zezinha, que de vós, não tenho ofensa!
Estando doente, vos amo ainda!...
E lembro de vós e por outros pergunto.
Eu! Já estou reformado e moro, abaixo de Coimbra!
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