Escrevo e parece que não Leio
Rindo muito! Você é persuasivo. Mas , também demonstra insegurança. Um momento eu leio, outro momento tenho que voltar a página pra reler o capítulo, pois nada interpretei. Num instante demonstra querer, outro momento, se posiciona como, ser querido. Uma hora inseguro, indeciso, outra hora determinado em falas. Uma hora demonstra paz, outra hora inquietude. Eu rio, porque me "conhecendo" vejo o movimentar do meu raciocínio o HOMEM, O MACHO E O SER, mexendo comigo! Saio do eixo, ligo automaticamente o gatilho, e me imagino em uma das cenas do filme HOMEM DE FERRO onde a armadura blinda todo o corpo dele por indetificação de voz (conjecturando). Me realinho, volto com os pés no chão, para me equilíbrar! E eu multiplico o meu rir, porque vejo que o MACHO em você consegue mexer com a FÊMEA que há em mim. Minha emoção, nesse momento não é mais razão... E isso é bom, o que sinto é bom, porque eu rio!! E me descontruo rindo!! Porque esse é um caminho que eu nunca faço de volta, então eu rio, e vejo que eu consigo ressignificar nesse sentido, então eu tenho que rir, brigada!💋
Eu leio o texto. Começo a captar o sentido pelo passo da interpretação (posterior ao da leitura e anterior ao da compreensão). Posso não trazer a ideia do outro dentro de mim, me apropriar dela, me tornar seu seguidor fiel. Mas posso trazê-la perto de mim. Próxima de mim. Para observá-la com maior atenção e facilitar, assim, sua assimilação por minha parte.
"Livro; 1° pessoa do verbo livrar, quando leio, me livro de toda ignorância que me rodeia e tomo para mim todo o conhecimento e direitos que me cerceiam.
Livro-me de tudo que desconheço, crio asas, literalmente me torno livre."
❤🖋
Ultimamente parece que cada
coisa que eu leio é poesia
escrita diretamente para mim.
🖋
O papel recebe tudo que não
consigo ...
Expressar.
Explicar.
Exprimir.
Extravasar.
🖋
Porque ultimamente ando
sofrendo de :
《Masoquismo Poético》
"Espremo a dor até a última
gota de poesia."
❤🖋
Deitada na relva,
envolvida no aconchego
da leitura das tuas poesias.
Cada verso teu que leio, me eleva
e todos eles eu não nego,
criam na minha mente fantasias,
e assim tão real, sinto tua presença.
***
A insônia toma conta de mim
Olho no olho, no olho do Escher
Leio linhas bem escritas
E observo pinturas
Que me levam pra sonhos imersos
Em fantasias
No meio da chuva
Que não para de cair
Sobre o telhado...telhado
E as gotas me trazem lembranças
Dos dias que caminhava em direção ao parque
Não é que eu leio rápido
Tão
Infinitamente
Grandiosa
Na complexidade
Do
Simplesmente
Existir
Disso
Ter
Consciência
Expontaneamente
Aceitar
Ser parte
Contribuir
Uma só
O quanto
Basta
Não
Precisamos
De mais
Valorizá-la
Justificá-la
Eternizá-la
É
A nossa
Parte
Crendo
Ou não!
Querendo
Ou não!
Aceitando
Ou não!
Há
Um maravilhoso
Projeto
Em andamento
Ser parte
É
A parte
Que
Nos cabe
Livre Arbítrio!
Há mais
Sempre mais
A entender
Compreender
O dinâmico
Torna
Suportável
O Eterno
Ser
Instrumento
É
Ou não
A opção
Prematuridade Focal.
Se quando leio Hannah Arendt, filósofa alemã e que assumiu posições polêmicas e firmes, inclusive sua relação com o filósofo e membro do partido nazista Martin Heidegger, mas isso é problema dela e não meu, o amor é a cura e esta cura é dela. Quando ela diz que se foram as mágoas, raivas, e as coisas da vida, e as situações são como tapeçaria, e que ela era responsável por tudo dali Pra frente. Essa compreensão é de uma lucidez incrível, da vacuidade e impermanência humana, vazio não existencial e prematuridade focal.
Leio, releio e transleio toda a minha vida à procura de respostas
Mas não encontro nada além de linhas tortas
Vejo o cinza até onde há cores
E arco-iris se tornarem terrores
Procuro a tristeza até onde a felicidade é forte
Pois não acredito que mereço nada além de cortes
A direção da vida muda como o vento
Porém percebo que nada em mim mudou, não há ninguém me vendo
Sinto dores, tremores, arrepios e guardo mágoas
Mas consigo ser tão profundo como águas rasas
Isso me extingue, me mata
Mas é sempre o seu amor que faz com que eu renasça
Palavras sem valor, bebidas sem teor, sinceramente acho que agora quase nada me abala, apenas uma coisa
Os surtos da madrugada.
Eu leio livros e nessa viagem consciente, me transporto para lugares inesquecível, isso faz a leitura de um bom livro. O engraçado que não sinto vontade de voltar, só quando minha minha mãe berra; filho venha jantar.
Aprendi a enxergar além daquilo que vejo. Sempre leio as entrelinhas. Confio naquilo que aponta minha intuição. Ela sempre foi certeira. Quem se engana é quem não sabe traduzir o que ela diz.
Apresentados por sinestesia,
Leio sua escrita estonteante,
Nem conheço tua caligrafia,
Todavia a sutileza é palpitante.
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