Escrevo e parece que não Leio
Sonoramente Falando
Apresentados por sinestesia,
Leio sua escrita estonteante,
Nem conheço tua caligrafia,
Todavia a sutileza é palpitante.
Desprovido de outra qualidade,
Que a aura possa pronunciar,
Ofereço-lhe como depoimento,
A sonoridade que teimo cantarolar.
As notas são presentes natos,
Em andamentos formosos.
Visualizo sua intensa súplica.
Interrogo meus ouvidos curiosos,
Ao passo que replicam imediatos,
Qual é o nome dessa música ?
Ouço a beleza de algumas músicas, o amor nos poemas, leio a sabedoria nos livros, mas quando olho para o mundo me pergunto onde estão a beleza, o amor e a sabedoria... e chego a triste conclusão de que tudo não passa de fantasia!
gasto tanto tempo
lendo os olhos alheios
esqueço que tenho olhos também
não me leio se não me vejo
mas me vejo apenas se leio
os olhos de outro alguém...
Aprender
Só aprendemos o que gostamos, e a repetição é a mãe do aprendizado.
Quando leio, me informo. Quando ouço e vejo, entendo. Quando faço, aprendo.
É possível aprender muito, só que precisa ser aos poucos, dez ciclos de dez minutos, é melhor que duas horas direto.
Nunca foi por quantidade de tempo, mas por constância.
Lendo, tenho informação, quando transmito é conhecimento, ensinar é uma ótima tática para se aprender.
NOSTALGIA
Gostaria de não ser necessário estar lendo, o que escrevi, se leio é porque algo deu errado. Percebi que com o passar do tempo, e eu ali fazendo parte de um espaço, na qual não pertencia geograficamente.
Como de costume, tenho o hábito da escrita desde criança. Então comecei a esboçar algo neste sentido. Ciente que sou nada inteligente(inteligente aprende com facilidade aquilo que estuda) porém amante da filosofia, do autoconhecimento e da sustentação mental. Logo, admiro pessoas com a mente aberta, capazes de acalmar e influenciar os pensamentos de pessoas atormentadas. Sendo assim, não atormentarei por nada nesse mundo. Embasado em Ruben Alves , ou, no que ele disse: "Não caia na besteira de voltar em um lugar, onde se foi muito feliz". O mesmo justifica que o tempo vivido , não será mais encontrado, não estará mais ali. Então, literalmente, não fará mais parte desse lugar.
Assim sou eu. Após despedir de um lugar, e acostumar de vez com essa ideia, o Adeus não terá contexto de até breve.
Aos que prejuquei, só pelo fato de estar presente, me desculpe, não foi nada calculado, simplesmente foram obras das contingências e das eventualidades, que nos são imputadas à vida. Aos que prejudiquei diretamente, com falas e ações, peço perdão.
Contudo continuarei convicto, vivendo de acordo com os meus princípios, procurando desvincilar- me das maldades, e valorizar a bondade conforme a vontade de Deus. Até mesmo porque, como já fora dito por outrem! A única certeza que temos é a morte.
211205
“” Não é porque faço poesia que não leio outros poetas,. Aliás, ler os amigos, também ajudar a melhorar e ajustar meus versos.””
Leio e vivo
Revivo e crio
Viajo um rio
Cada texto, aprendo
Integro o vazio
Me transformo, me recrio.
Leio e vivo;
Revivo e crio;
Viajo um rio...
Me transformo, me recrio!
Com livro aprendo;
Eu me rendo!
Sacia o vazio.
Nara Nubia A Queiroz
@narinha.164
Eu já não leio os meus inimigos discretos que tanto estiveram no comando da minha vida;
Sem ameaças e sem direção meus heróis se despedaçaram entre si exaltando um amor inventado;
Sei que só funciono se alguém me dirigir, mas preciso que me consertem;
O caminho mais fácil nem sempre é melhor do que o da dor;
Para tudo que eu leio você me deixa sinais que indicam o seu paradeiro, indicam o seu querer;
Mas não me esclarece o início do que realmente te atormenta para que eu possa te acalentar;
Sem culpa ou sem medo de viver o novo o amanhã que tanto você esperou;
Superando e colocando os pés no chão para então se entrelaçar com a felicidade;
Leio no teu sorriso que você ama mesmo, que entre nós dois não cabem mais nada que não conhecemos;
Cada vez que fugimos um do outro mais cruzamos o caminho do outro;
Sem que queiramos viver o passado, que nos deixem sem saída intensificando nossa história;
Você me conhece e não precisa ler os meus olhos e nem meu coração para saber que a amo;
Ao se esfregar ao meu coração leio o seu calor para saber se tudo acabará bem entre nós sem haver um arrependimento que nos faça nos afastar um do outro;
E assim me vejo sem chão com certos sentimentos oferecidos sem sentidos, pois quase que uma sombra me engoliu trazendo o meu apagar para que não pudesse assistir o seu amor;
Sem lamentos que me perco em você transpondo o seu problema para mim, eu ainda pago o preço de dizer que o meu tempo não chagará ao caminho predestinado;
Minhas palavras não se fazem para exaltar tristezas e sim para analisar sentimentos atrasados com um coração que flutua;
Não leio minhas presas discretas que tanto me provocam para que eu tome uma atitude um tanto dominante;
Preso nessas intenções que se mostram inflamável para querer tudo o que sinto;
Ria, mas nunca desacredite na minha aptidão de querê-la no qual me faço forte o suficiente de tomá-la como eu quero e te fazer o mais de prazer;
Já não leio pessoas que se fazem de vitimas para que passem despercebidas e que causem pena e não mais lutar;
Eu leio-te, releio e entendo o melhor que tens a me oferecer com o verbo em conjugação de um pretérito perfeito. Meus sentimentos lhe dizem eu te amo em outra língua;
Mas meu corpo diz! Eu quero o teu querer junto ao meu, desatinando toda a sua razão para que entre a loucura possamos encontrar a nossa felicidade;
Leio em teus olhos o teu receio
Os teus medos de se entregar
E de certo as tuas preocupações
Mas também leio o quanto és forte;
Permita-se que logo dar-te-ei toda felicidade
Que em mim se abriga, transbordando...
O meu coração;
Leio a mim mesmo a todos os dias
E nunca saio ileso diante da minha pequena evolução
E com certeza seria um imenso desperdício deixar essa vida sem ao menos me conhecer!
Nossa! Estou mesmo apaixonado
Leio no fundo dos seus olhos e entendo que nasci pra ser o seu amado...
E por debaixo dos caracóis de suas madeixas
Encontro o seu perfume encantador
Que me atrai e me dá muitas certezas;
Então, eu te questiono, deixa eu entrar em seus pensamentos e me deixa cuidar de você e de seus sentimentos?
sopro palavras ao vento
em um instante de vaidade.
leio saudades de vida
em versos vazios
nada que me reflita a delicia perdida.
ciclo da vida.
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