Escrevo e parece que não Leio
Acordo sozinho. Leio e escrevo sozinho. Fumo sozinho. É uma rotina pacífica, silenciosa e amarga. Ainda não me decidi se isso é ser livre. Estou em dúvidas. Essa liberdade tem um gosto terrível de solidão e tristeza.
Quando te escrevo algo
eu leio o que a mim escreveu,
só aí então eu paro, e vejo,
o quão pequeno sou eu.
To' tentando levar uma mensagem boa, e me baseio no que leio.
Ai depois escrevo, escrevo, escrevo. Tem dia que fico o dia inteiro
Não não chegue primeiro e nem vou ser o ultimo mensageiro
Me baseio em quem, se eu era uma causa perdida?
Em Deus em Cristo e nas orientações que foram deixadas na bíblia
Eu não leio;
Apenas lhe escrevo;
Nada mais anseio;
Em minha mente apenas seus beijos;
Eu já não mais me entendo;
Tu para mim, és tudo que desejo;
Aos meus braços agarrados;
Nossos lábios colados;
Assim vejo nós conectados.
Educação.
Escrevo por educação
e por educação leio
tudo que escrevo, mas
não me esqueço da
minha professora que
Por amor a educação
me ensinou a educação
que leio e escrevo.
Não sei ser normal ou ser o que não sou, escrevo o que leio em meu próprio coração, mas que no meu momento os meus impulsos parecem fugir para algum lugar obstruindo a passagem de não querer estar;
Quando sozinha eu escrevo
o que reflito sobre o que leio ...
Entre as pessoas eu leio
o que elas refletem ...
E quando imersa na natureza
eu me reflito, me leio,
me escrevo e me deleito.
"Não escrevo e nem leio mais textões.
Não tenho mais tanto tempo.
O tempo que me resta,
tenho que sorve-lo em grandes goles,
para que nada mais se perca"
Haredita Angel
18.11.22
Com certeza eu nunca vou me esquecer de você. Umas das coisas que existem nesse mundo que mais me fazem lembrar de você é o pôr do sol. Aquele tom alaranjado é o meu Rivotril. É a coisa mais linda olhar o pôr do sol indo em bora e sentir dentro do peito quem ama.
Estou absolutamente cansado de literatura; só a mudez me faz companhia. Se ainda escrevo é porque nada mais tenho a fazer no mundo enquanto espero a morte. A procura da palavra no escuro. O pequeno sucesso me invade e me põe no olho da rua. Eu queria chafurdar no lodo, minha necessidade de baixeza eu mal controlo, a necessidade da orgia e do pior gozo absoluto. O pecado me atrai, o que é proibido me fascina.
Há um tempo não muito distante, eu bebia por beber, lia porque era obrigado (não lia) e escutava música por escutar. Dizem que estou envelhecendo. Hoje bebo pelo sabor, leio e ouço Bossa Nova.
Puxa! Deveria ter nascido velho.
Hoje acordei
Assim
Meio poeta
Meio louco
Para o louco
Leio poesia
Já o poeta
Esse não
Tem jeito
Não há
Remédio
Que o
Cure.
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