Escrever Livros
A vida de todos é um livro. As nossas ações são as canetas que escreverão e o resultado de tudo isso é o papel da realização.
Eu abro
Dia após dia
O livro desta existência
Nele eu escrevo detalhes
Escrevo fatos do meu ser
Traduzo sentimentos
Minhas perspectivas
As percepções
Os desejos
Muitas vontades
As saudades recorrentes
Tudo... meu todo eu escrevo
Minha história
Qualquer pode ler
Resta-me páginas em branco
Para que eu possa escrever
(DiCello, 03/04/2019)
"A vida é livro cada dia você escreve uma folha hoje nossa folha começou bem aí teve uns garranchos e depois passamos a limpo e viramos a página onde foi fundamental descrever uma nova história de recomeçar tudo desde do início onde meu pensamento me levou ao nosso primeiro beijo e ali idealizei os nossos sonhos e percebi que desistiria de um amor verdadeiro pro resto da vida."
Escrever um livro é ou deve ser semelhante à obra de construção de uma casa ou moradia: Trabalhar todo dia um pouco na edificação. Senão, não haverá casa.
Assim é na escrita e construção de um livro, se não escrever rotineira ou constantemente, não haverá livro!
"Sonhos eternizados
Ter filhos, escrever livros e plantar árvores, sonhos que se concretizam, dentre outros sonhos a serem realizados durante o esplêndido espetáculo da vida, também serão eternizados.".
Cada dia é uma página nova do livro de nossa vida que escrevemos através de nossos atos, pensamentos e desejos.
Às vezes, a gente até vira a página, fecha o livro, mas o coração teimoso insiste em escrever a mesma história na página em branco que se abre a cada novo amanhecer.
Cada pessoa escreve sua própria história, é o autor de si mesmo, porque cada pessoa é um livro, e seus dias de vida são suas páginas. Há livros com capas simples, mas com conteúdos especiais. Há pessoas que se apresentam com simplicidade, mas contêm em si conteúdos extraordinários.
Quando o Facebook acabar, tudo o que escrevi aqui será publicado em livro -- os meus 'Diários', três volumes de mil páginas cada um, até o momento.
(03/12/2018)
Se o Deus Todo-Poderoso escreveu, através de inspiração humana, um Livro, a Bíblia, imagina então quantos Livros mais deve ter escrito (e ainda por escrever) e quantos Livros há na(s) Biblioteca(s) em Sua Casa, Sua Santa Morada, no Reino dos Céus!
Então há poucos minutos eu larguei meu livro e me sentindo um tanto quanto sozinha, vim escrever em você, diário, pois toda vez que me sinto sozinha você consegue preencher essa solidão, ou eu mesma preencho minha solidão com palavras e algo de vazio em mim de repente torna-se cheio e não me sinto mais tão triste. Eu contive minha vontade de escrever ao Rick, também, pois toda vez que sinto a saudade apertar eu escrevo a ele, e isso faz com que eu me sinta melhor, mesmo que ele nunca vá ler essas cartas. No entanto, escrever a ele é amá-lo cada vez mais, é perpetuar esse amor em suas páginas, é me machucar profundamente e eu não quero mais isso. Basta! Tem que bastar de uma vez por todas! Agatha Christie menciona em “A Morte no Nilo” que: “ O que importa é o futuro, não o passado”. Eu sei que o passado faz parte de nós, que nos tornou quem somos hoje, mas o fato de ele ser importante não significa que devemos viver acorrentados a ele, não é mesmo? Eu estou acorrentada ao Rick por correntes invisíveis que eu mesma criei ao longo dos anos e isso não está certo, não é saudável para mim. (Anseios de uma jovem escritora)
Ter um livro na cabeça é fácil, escrevê-lo e bem mais difícil, porque obedece a escrever e a pensar no que se escreve.
De uma certa forma eu sempre escrevi o que vem de dentro de mim,
E não do que eu li em livros
A minha inspiração está dentro de mim,
E não nas palavras dos outros.
