Enganos

Cerca de 283 frases e pensamentos: Enganos

Não precisa reprisar
demorou,
mas entendi.
Não perca tempo querendo que eu entenda
já sei,
então não repita.
Eu me viro
há avessos, lados...
deixa que eu se entendo comigo.
Não precisa falar de novo
dessa vez, já foi !
Não queira mudar de planos
não fale em enganos,
passou.
Agora é tarde para explicações
conversas,
joguei mil chances nos teus braços
te dei milhões de caminhos,
implorei, mendiguei carinhos
atenção,
deixa ficar assim
vai,
não precisa mais perder tempo
não há mais tempo,
fica aqui, acaba aqui.
Já era !
Final de papo
não dá mais...
já deu !

Inserida por LeoniaTeixeira

O coração é um órgão incrível, ele normalmente ignora nossos planos muito bem definidos em troca de oportunidades inesperadas de amor. Quantas vezes somos enganados pelo medo de achar que corações partidos não podem ser colados? Que gestos de amor não serão correspondidos? Vamos deixar nossos corações livres e nos dar a chance de viver uma nova e linda história de amor.

Inserida por leila2009

Eu por amor, aceitei tudo de você, até mesmo dividir você.
Eu por amor, deixei meus olhos fechados, pra não me magoar.
Eu por amor, fiz coisas que disse pra mim mesma que jamais faria.
E no fim estava sendo enganada pela pessoa que menos amei: Eu.

Inserida por Fernandara

Cada qual é seu qual...

Amigos são aqueles sempre presentes
Mesmo que distantes, não se esquecem
Há os que concordam com o outro... sempre
Mas há os que, equivocadamente, discordam

Irmãos são parentes, de sangue ou não
Convivem entre quatro paredes, sob o mesmo teto
Nesse tempo, é família... há harmonia e felicidade
Adultos se tornam parentes... desconhecidos entes

Colegas são os que ao seu lado labutam
Num propósito único, revelam-se rivais
No exercício do sagrado ofício gêmeo
Coisa de escalada social, vezes, sem moral

A vida é um palco onde todos atuam
Onde cada um encontra seu inferno, seu céu
Uma peça com texto de começo e fim
Um dia, a história contará quem foi fel ou mel

Inserida por mucio_bruck

Proditório por Vocação...


Lembro-me, com clareza e detalhes das façanhas do “Véi Severino”, em sua adolescência, jovem vivente, dado à intelectualidade naqueles tempos. Filho de Josevaldo Mulato e de Maria da “Cocada” (assim conhecida por seu ofício de doceira).
Nos dias atuais, é ele já graduado, Doutor: Doutor Severino Antônio Mulato. Trás ainda em sua raiz, resquícios de um coração sertanejo como poucos e isso é como se fosse seu encanto particular.

Se fez um homem culto, escorreito no vernáculo, pesando em seu corpo tatuadas cicatrizes: calos nos pés e nas palmas das mãos, restadas de algum momento entre a infância e os seus exatos e completos 17 anos... entre um desenfado e o cabo de uma enxada, na lida diária com a terra, que raramente recebia a visita das águas das chuvas.

Severino, era o sétimo filho de uma família na qual seus irmãos eram dele, mais jovens, tendo herdado profundas sequelas pela lembrança do flagelo que ia da fome ao desalento de um amor acontecido num inesperado acaso.

Motivo que o levou a deixar o sertão para ganhar o mundo e se dedicar ao que mais lhe apetecia: ler, conhecer, pesquisar, saciar curiosidades... e estudou... estudou muito! E se entregou por inteiro ao sonho de se formar Doutor.

Seu elo com os hábitos e desejos da passada juventude restou tatuado no profundo e escuro poço de sua memória, mas não conseguiu aprisioná-las em suas reminiscências: coisas de sua de sua cultura e da alma lapidada pelo homem que trazia em si .

Diziam muitos dos que o conheceram na mocidade, que “Véi Severino” era um outro homem, não esse que o passar dos anos, das horas idas, que nos trafega pela vida, o haviam mudado, mas não para melhor.

“Véio Severino”, fosse pelas querências que não alcançou na passada de seu destino, fosse pelas necessidades que, não raro o socorriam, em costumeira frequência que, para disfarçar sua nula sensatez e ausência de desejos de reciprocidades, se enroupava em amnésia oportuna.

Se deu numa manhã de primavera, que “Véi Severino” fiou ser merece-dor dos condões, por ser o Primogenítus superiorius, mas, esse ocorrido se lhe somou extemporaneamente, quando já lhe fugia a lucidez, no descanso dos delírios, que, benévolos, por vezes se lhe ausentavam.

Em avançada idade, na espera do incerto por vir, se refugiou naquela tutela: ledo esperança quisto, advindo de uma decidida e optada distância, daqueles menos afortunados, em temor de ser solicitado a prestar algum tipo de ajuda, a ceder um prato de comida, que apenas servisse de companhia, fazendo moucos ouvidos até mesmo à voz enfraquecida de um irmão combalido, alicerçado sobre o esteio que, de tão constante e inflexível, por uma conveniência quase insana com seus pares, que gêmeos em intenções lhe eram, lhe dominava a mente e ações, guardava no coração a alegria e prazer de dizer não, para a expectativa do alimento daqueles a quem caloteava com promessas e desonra, sentindo-se feliz em poder ser parte da angústia e não da bem viver de quem, por vezes lhe serviu de “muleta”, quando necessitado estava, negando e solapando esperanças: destruindo confiança e se mostrando quem realmente se tornou, após alcançar pequeno poder, distribuindo falsas promessas e enganosas esperanças, comum aos farsantes, comportamento digno dos alcoviteiros e covardes.

“Véi Severino”, jogava no colo de quem nele aguardava emergente auxílio, dolosos e frágeis azos, evocadas em suas falas que se davam a granjear um apoio, ornando de espúrias promessas tácitas, porém, quase palpáveis pela forma dita, fantasiadas de confiança, em tempos de inenarráveis expectativas de prestantes futuras ajuda a serem dispensadas, alimentando esperanças de fé, nos dias que ainda, viventes eram, na inocente confiança depositada em seus falsos discursos!

Ali, naquele “lugarzin”, onde era por todos admirado, em verdade, os mais simplórios respiravam ares de confianças, sem se aperceberem, que, por trás da capa de bom homem, prevalecia desde a ausência da fidedignidade de se cumprir uma promessa à mesquinhez de atos falsídios!

Inserida por mucio_bruck

Na educação, os melhores pedagogos nos recomendam a trabalhar os 'descritores" e os "distratores" com os alunos, louvado sejam! Todavia, por que é tão difícil aprender com minhas crônicas, se ali estão os erros da escola? E eu, cheio de boas intensões! Ou melhor, trabalho nelas os "distratores" do trabalho escolar. E se aprendemos com os nossos erros, por que temos tanto medo de errar? Ou ainda seja só vergonha dos erros, pois muitos estão de plantão para nos condenar.

Inserida por Kllawdessy

Como nos enganamos com as aparências!!

Como nos confundimos ao ver a prosperidade alheia sem saber que a base dela não está na justiça de Deus!

Se é do Senhor, se é propósito do Senhor, há de prosperar, porque tudo que é de ti só leva à prosperidade.
Mas há prosperidade que não é do Senhor, e para saber isto é preciso discernimento espiritual dado pelo Senhor através da sua palavra:

“Nós reputamos por felizes os soberbos; também os que cometem impiedade prosperam, sim, eles tentam ao Senhor e escapam” (Ml 3:15).

Mas existe uma diferença entre aquele que serve a Deus e aquele que não serve a Deus:

“Pois eis que vem o dia e arde como fornalha; todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo.

Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas; saireis e saltareis como bezerros soltos da estrebaria” (Ml 4:1-2).

Nem tudo o que brilha é ouro. Por isso, não devemos invejar ninguém, pois não sabemos a raiz da felicidade do outro.

Devemos, no entanto, admirar aquilo que temos certeza que procede de Deus, pois tudo o que não procede de Deus pertence ao mundo. Isto significa que as grandes riquezas, as grandes conquistas, as grandes vitórias, nem sempre significa que sejam bençãos de Deus, mas são apenas conquistas naturais do mundo que não garantem a salvação da alma.

Bom é receber as dádivas de Deus e junto com elas a sua salvação. Pois, de que adiantaria ganhar o mundo e perder a sua alma, a salvação eterna?

www.monicacampello.com.br

Inserida por MonicaCampelloAutora

BRASIL
Ó Pátria tão calada
Salve ! Salve !
Salve o nosso povo

Brasil, um povo heroico e sofrido .
bravo povo, onde ficou o sonho intenso?Gente de esperança de olhar confuso…
desafiando em seu peito a própria sorte
com enganos, sofrimentos sem norte.


Brilhou no céu da pátria nesse instante
Diante do penhor da desigualdade
do flagelo da injustiça e corrupção,
com seu direito corroído pela inverdade.
Imagem de um Cruzeiro de indagação!

O seu passado espelha sua tristeza
dos políticos insensíveis sem corações
deitados em seus berços esplêndidos.
sem dignidade assaltam o cidadão.

Diante de toda esta corrupção
Como ficará o futuro da nação?

Ó Pátria amada, tão calada
Salve ! Salve !
Brava gente brasileira!

Inserida por MadalenaPizzatto

E então, vestida em suas lamúrias, mergulhou no engano, com a ciência da realidade sórdida que estava patrulhando em si mesma.

Inserida por joycebarros

Mais uma vez
Eu deixei
Você entrar
Como assim?
Se eu já sabia
Onde isso ia chegar
São apenas círculos
E você é sempre você
Indefinido
Incoerente
Insuficiente pra mim

Inserida por MiaSousa

Erramos quando pensamos que para sermos felizes, teríamos que ser como nosso vizinho, pois ele sim parece feliz! Falsas expectativas!

Inserida por andrelina_lima

Precisamos de fé na nossa caminhada mas, andar a milha a mais, também é necessário. Todos os dias temos escolhas a fazer, precisamos olhar pra elas com cuidado. Não podemos nos deixar levar pelas facilidades e enganos da vida.

Inserida por danny_moraes

Da minha parte, tendo vivido ilusões e desilusões, prefiro as últimas. Elas me salvaram de vexames profundos, me tiraram de enganos demorados, me abriram portas que eu desconhecia e me puseram no caminho certo. Tem sido assim com todos que eu conheço. Os mais tristes, os mais dignos de piedade, são os que se agarram a ilusões que todos em volta reconhecem, menos eles. A esses faz falta uma desilusão. Uma boa bofetada – pleft! – que os devolva de volta à vida.

Inserida por EmOutrasPalavras

Num tempo qualquer, Lá estávamos a brigar com a vida. Alguns morrem. Outros se deixam morrer, há quem regrida,há quem não queira viver. Mas no meio de tantos enganos, Não há quem diga que não lutamos, não esperamos ou não brigamos com a vida

Inserida por AnaPaulino

⁠Amar é ser feliz. Todo o resto é aprendizado, é carma, é engano, é qualquer outra coisa, menos amor. Maeve Phaira

Inserida por maevephaira

Coração de vidro

Meu coração de vidro
só que um motivo
para se romper.
E, num estalo profundo
gritar para o mundo
que cansou de sofrer

Inserida por nazareno_maia

⁠Ledo engano de quem pensa que fazer tudo o que se deseja é liberdade!

Inserida por micaelasilva84

⁠Graças a Deus que estou doido...
Que se sabe da vida?...
Dizem que finjo ou minto...
Eu simplesmente sinto...

Tudo o que sonho ou passo...
Nem sentes...
O vento levará os meus mil cansaços...

Ainda correm lágrimas...
Na soledade pensativa...
Escondida...
Disfarçada em sorrisos...

Sei que nada me é pertencente...
E lá fora na estrada...
Pensando coisas profundas...
Compreendo que sou livre...

Livre ando de enganos...
Mas de olhos postos nas coisas, distraído...
Aberto por um vento muito brando...
Acolhendo sempre um pouco de mim mesmo...

Mistério maior é este
que liga a liberdade e o homem...
Acendendo a Deus este segredo...
Fazendo-me feliz eternamente...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Imenso e fundo...
Desta meia vida...
Olhando o mundo...

Não põe fé...
Ao que observa e recolhe...
Em busca do que sonha...
Ou no que pensa que é...

Nu...
Sem cárcere e sem véu...
Em que tudo é força e calma...
Por obra da misericórdia...
Agarra-se a Deus...

Vida...
Em pedaços repartida...
Entre chegadas e partidas...
As saudades abrem as feridas...

Amarras...
Loucuras...
Perto ou distante...
Reconhece e inventa...
Nas palavras que diz...
Sua ventura...

Onde é que dói este ferimento mortal?
Passa perto...
Passa longe...
Entre o bem e também o mal...

A luta é apenas uma espécie de regresso...
Um sopro...
Um alento...

A terra que não muda...
Dá a vida e devora...
Apenas segue...
Entre as perdidas horas...

E de súbito...

Na rua que segue, tropeça...
Ri da noite embebecido...
Afinal o ocorrido...
É apenas mais um tropeço...
Dos sonhos e enganos...
Do menino desconhecido...

Vê...
Que aida há pouco...
O vento limpara o céu anoitecido...
E assim no tempo de não sei quando...
Às estrelas confessa o teu tédio...
De ver o longe tão perto...
E não achar-se reconhecido...

É só um vagar...
Entre uma lágrima...
E um sorriso...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Para viver em estado de poesia
Me entranharia nestes sertões de você
Para deixar a vida que eu vivia
De cigania antes de te conhecer
De enganos livres que eu tinha porque queria
Por não saber que mais dia menos dia
Eu todo me encantaria pelo todo do teu ser

Inserida por pensador