Efêmera
Só o amor que legamos ao Senhor, e ao nosso próximo, faz eternizar a nossa breve e efêmera estadia na terra.
Faz-se bela mesmo só...
Abre-se para a vida com a força e a beleza de uma vida efêmera mas intensa...
Rosas encantam e emanam carinho e amor.
Como a vida é efêmera. Um dia vai ser a nossa geração a se silenciar no passado...A fotografia traz um pedido de vida do que já não é mais...
Concordamos que não dá pra ir devagar?
A vida é tão efêmera, tão breve, pode acabar ali na esquina, amanhã... não dá pra ir devagar... tem que se jogar!
Se der certo bom... ótimo, aliás.
Se não der... bom também! Fica a experiência e os bons momentos.
Não dá pra achar que não vai dar certo, não dá pra esperar, não dá pra não viver!
Gente, a vida é pra ser vivida, não esperada.
A vida passa, não dá pra ficar só vendo!
Se joga!
A vida é essencialmente efêmera. Tão efêmera que, no instante em que chegamos ao mundo começa a nossa viagem de volta.
Realmente percebo que a vida humana é frágil e efêmera. As pessoas dizem que a vida muda quando as pessoas próximas morrem, mas o fato de eu sentir isso por causa da morte de Kobe é uma prova de que ele era tão bom.
Conceitualmente, hoje a arte é efêmera mas a cultura da arte é gigantesca e completa. Pois é deste conceito cultural da arte que advirá ainda múltiplos desdobramentos e linguagens.O tempo é aceleradamente tecnológico e não há a menor possibilidade de qualquer expressão artística permanecer circunscrita nos limites e nas formas dos arcaicos templos do belo. A contemporaneidade da arte é livre e cada vez mais publica. Uma metalinguagem entre o artista e o espectador, que se trans- posicionará em intrépido admirador.
"Não deixe que pessoas em sua efêmera espiritualidade, absorva ao seu dorso setas e pensamentos que não atribuem grandeza em sua alma, estes infelizes se perdem na cegueira de sua própria existência".
Nesta efêmera existência todos somos “palimpsestos”, escritos e reescritos continuamente, forjados pelas vicissitudes das adversidades e venturas do quotidiano.
EFÊMERA, A VIDA
Um mar nunca será o mesmo.
Logo que vem, já, apressado, vai;
E suas ondas escapam pelos dedos.
Seu rastro fugaz de areia e bolhas
Que mal cabe no tempo, só traz o brilho
De toda a sua grandeza efêmera.
Porquê o que temos do que somos
É somente essa dor quimera?
Porquê desse falso brilhante, o raro brilho
Do que vemos, até o amor engana?
Breve, a sombra do arco-íris, ao olhar
inocente da vida, na face mundana,
O seu esplendor e efervescência:
Lembra inútil, a beleza de vê-la acreditar
Como o rótulo de um famoso vinho
Se, antes de bebe-lo,
provamos apenas da sua aparência.
Quimera
Sucção, gana.
Gosto, luxúria e ânsia.
Efêmera infinita...
Mentira! vontade mal dita.
Este sentimento ao avesso
Que corre dentro do peito,
Grita por desapego
Não! não há como tê-lo.
Debaixo dum sereno,
Chuvas de verão
Gotejam minha pele.
No vazio que restou,
Há um peito cheio de dor
E de amor, inundada minh'alma ficou.
Como escreveu Rubem Alves
" Insuportavelmente efêmera, infinitamente bela..."
A vida não deve ser desperdiçada
com o que nos impede de crescer como pessoas;
com a insensatez e a deslealdade
que nos atingem inesperadamente...
Fazê-lo seria perder a plenitude da vida,
presenteada por Deus.
Cika Parolin
A vida só é bonita porque é efêmera, só é valiosa porque é delicada e todo medo vem da necessidade instintiva de proteger algo que nos foi dado e que sabemos ser grandioso!
Hoje deixo que o destino se ajeite, recebo tudo de braços abertos, abraço o mundo, abraço a vida!
O desapego é a lucidez de que tudo que vive morre um dia e não há nada o que possa ser feito. Esse é o segredo para voltar a caminhar como quem anda nas nuvens.
Não temos o controle da morte, mas somos nós que estamos no controle da vida!
Sei também,
Que uma flor mostra a beleza
Na incerteza
De sua efêmera vida.
No entanto,
Todo encanto,
Por alguns não é percebido.
Pois sensibilidade,
Na verdade,
É algo que nem todos têm.
Nosso corpo material está preso e condicionado a uma vida efêmera, nosso emocional preso àqueles que ama e se apega, e nossa mente racional está presa aquilo que aprendeu, e às regras da sociedade. São inúmeros tipos de armadilhas que podem manter nossa alma iludida e nossa consciência num nível inferior ao do que deveria estar.
Quanto mais despimos o Eu de roupagens ilusórias e condicionamentos externos mas livres estaremos, pois dentro de nós está uma parte do EU SOU e é aquilo que não nasceu, que não envelhece e não morre.
Ser um ser de luz, ou estar iluminado não significa ser melhor que alguém, é estar o mais próximo possível identificada e consciente dessa essência imortal e usá-la não para ofuscar ou controlar o próximo mas para ajudá-lo a se lembrar e acender a sua própria centelha interior.
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