Doce Mulher
A nostalgia é um veneno de sabor doce que a gente toma todas as noites, acreditando que o ontem era melhor apenas porque o hoje dói de um jeito novo. Ficamos viciados no que fomos, enquanto o que somos se desfaz como fumaça entre os dedos cansados.
A Doce Mordida
Morder a maçã do conhecimento
é assumir que o paraíso
não existe fora de nós.
A lucidez, ainda que nos liberte,
nos arranca para sempre da inocência.
Talvez por isso a loucura
tenha a sua própria
e secreta beleza de existir.
Doce querer se existimos por existimos?
Qual seria a finalidade de tal processo apenas a reprodução?
Se for?
Qual seria direção a seguir?
Uma vida sem seguimentos e realizações?
Para o final ser apenas algoz na escuridão da existência!
Sua voz estaria num fonema desfocado no espaço e no tempo...
Faria alguma diferença do caos que predomina o mundo.
Ou seria apenas um percentual casal?
No linear do horizonte vemos por do sol...
Esta visão mudaria sua vida pois pode ser a borda do mundo ou somente uma novo amanhecer no obscuro sentido da vida.
Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.
Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.
O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.
Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.
A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.
Ela não exige reflexão; basta paixão.
Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.
E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.
O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.
E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.
Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.
Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.
E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.
Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.
Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.
Quando a descuidada Vale do Rio Doce conseguiu tornar imbebível as águas de um rio, do qual quem bebeu jamais esqueceu, eu já suspeitei que ela era muito mal seletiva.
Mas quando ela fingiu indenizar uma parte da população valadarense, fingindo não ter aniquilado o Doce do Rio que também era da outra parte, ela aniquilou também a suspeição.
Há indignações que não nascem apenas do que vemos, mas daquilo que sentimos ser arrancado de todos nós.
Quando a lama tornou imbebível as águas de um rio cuja doçura acompanhou gerações, não foi só o sabor que se perdeu — foi a memória líquida de um povo, sua identidade, sua história escrita em correnteza.
Naquele instante, já não era preciso grande esforço para desconfiar da seletividade de quem, por dever, deveria zelar e reparar.
Mas o espanto maior veio depois, quando o teatro das indenizações começou a escolher rostos e CPFs, a dividir dores, a parcelar perdas como se um rio pudesse ser fatiado em zonas de sofrimento e leiloado por migalhas.
E ali, naquele gesto que soou mais como cálculo do que como cuidado, não foi apenas o Rio Doce que se viu diminuído — foi a própria confiança que secou…
Que foi para a lama.
Porque quando uma parte é acolhida apenas para que a outra seja silenciada, deixa de existir dúvida: o que se aniquila não é só o rio, mas o respeito que deveria correr com e como ele.
No fim, a indignação que sobra é também a que educa.
Ela nos obriga a olhar para além da superfície barrenta e perguntar: que tipo de sociedade permitimos construir?
E que tipo de humanidade ainda queremos salvar do fundo dessa lama contaminada que insiste em não decantar?
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… apenas carrego comigo a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
Que outubro seja leve, doce e tranquilo. E me traga todos os sorrisos que setembro me levou. Que esse mês venha com muita paz e cheio de amor.
- E quantas mãos você tocou?
Depois de um doce vem sempre um copo d’agua
E o sal grita para ser devorado.
E quantas bocas você beijou?
Depois do arroto vem sempre uma desculpa
E um sorriso pior que o outro
E um novo gosto de amargura.
E quantas noites você dormiu?
Depois das vidas longas
Vem sempre as mortes curtas
E uma saudade imensa de tocar mãos.
Nem homem, nem doce, nem um dia inteiro no salão. Definitivamente o que eu mais preciso no momento, é de um carro.
Dear
Para onde foi aquele cheiro doce que hoje eu pude sentir? Por mais que você tenha ido. Meus pensamentos com você não se vão.Você está em toda parte. Você me persegue, talvez me segue. Ah sim eu descobri, você estava aqui. E agora está em mim. Posso sentir teu cheiro. Lembrar cade detalhe seu. Não vai ser possível te esquecer. Eu sou uma parte de você. Meu coração eu te dou. Afinal, o seu hoje você me deu.
O Amor
Ah como é bela esta doce emoção
Que cresce a cada dia
Transbordando o coração
De amor e felicidade
Paz e paixão.
Eu amo te amar
Eu amo te querer
Eu amo te tocar
Eu amo te conhecer.
Minha rosa de saron
Meu lírio dos jardins
Tua beleza é esplendida
Como arcanjos e serafins.
Minha amada, minha mulher , a qual eu tanto esperei , sou grato ao Deus vivo por ter te colocado em minha vida. Tu és o brilho dos meus olhos, o calor no meu frio. És a mais bela entre as mulheres, a qual eu tanto desejei e hoje te tenho do meu lado . Seremos muito felizes, pois servimos a um Deus vivo, nada temo em tudo espero, pois sei que a resposta vem dos céus.Te agradeço por sempre estar ao meu lado, por me entender, por me amar e por me querer, saiba que te amo e por ti eu espero pois você é minha flor de nardo.
Nestas simples palavras encerro a minha emoção , tudo que foi dito aqui , foi do fundo do coração , para representar que eu te amo , de verdade e de paixão .
Eu te amo minha amada .
O fato é que: Não importa quantos anos eu tenho, toda vez que eu for dividir um doce com alguém eu vou ficar com a maior parte.
Doce é a morte!
Que de bela tem a vida recheada de aventura e de alegria que quando percebes já passou e no final já terá provado desse sabor.
Lembro-me da minha infância...
Da minha doce inocência!
Brincava de boneca e de casinha...
Cantava , pulava, corria, chorava e sorria!
Infância querida!
Pra você, já não posso mais voltar!
O que mais desejo no momento,
É poder lhe encontrar...
Sei que isso não será possível
Mas não custa nada sonhar...
Doce Novembro
Como são doces as lembranças de novembro, num tempo nem tão distante, quando te conheci: meu sorriso camuflado, seu olhar tímido, um sentimento disfarçado, uma paixão intrometida; emoção contida? Insegurança. Bagunça de sentimentos, descobrimentos e emoções borbulhando, desejos aflorados, beijos molhados, passeio de baixo da chuva, carro atolado na lama, tinta, papel e cor e o coração apertado pela espera, alegria imensa pela sua chegada e tristeza em todas as suas partidas.
Foram tantos novembros, tantas lembranças e sentimentos que, mesmo com a chuva de novembro, este mês sempre foi ensolarado para mim.
